Ain´t no mountain high enough

28 October, 2014

Nada

Filed under: Frases — Ludmilla Rossi @ 9:41 pm

Nada ensina mais a ser forte do que a sinceridade, sobre o medo do que uma doença incurável, sobre o tempo do que uma carteira vazia, sobre a competência do que uma concha e sobre comida do que a sua vó.

20 June, 2014

2014 e sua primeira metade

Filed under: Diarinho — Ludmilla Rossi @ 12:40 am

Fazer um balanço do ano não é coisa pra dezembro. É coisa pra se fazer agora, já, imediatamente.
Esse ano comecei uma lista de relatos, semana a semana do que aconteceu. Do que consegui fazer fora da inércia e da rotina.

Todo mundo sendo esmagado pela falta de tempo, de margem e de cooperação, que reflete os dois primeiros. Idem.

Mise en place, mise en place, mise en place.

Li cinco livros esse ano. Deveria estar agora, nesse momento finalizando o meu décimo segundo exemplar pra cumprir a meta que me coloquei.

Estou longe disso e a academia não tem ajudado. Ela tem sido meu único momento misantropo (acho que não preciso dizer o volume de ironia que há aqui).

Não cheguei nem perto do número de documentários que gostaria de ver.

Minha bike está na garagem há 60 dias.

Escrevi muito pouco. Visitei poucos amigos.

Não pego num pincel há um ano. E meu convívio com meus gatos tem sido pequeno.

Até aqui faço jus a minha idade biológica e ao título de geração Y frustrada.

Pronto, passou.

A compensação disso é que este 2014 trouxe aquela sensação de olhar pra trás e para frente ao mesmo tempo. De ver quantas milhas foram percorridas.

E se existe um programa de milhagem na minha vida, cada ponto é trocado por um saquinho de resiliência.

Tenho sentido cada vez mais impaciência com a adolescência alheia, em todas as esferas - pessoal, profissional, social.

Meus skills pra pertencer a minha própria geração parecem conflitar com os objetivos da minha vida.

Minha sensibilidade anda aguçada. Só não mais que meu foco.

Me assusta observar como o nível da consciência muda - independente da idade - quando você conversa com pessoas cujo programa de milhagem de vida anda bem, obrigada.

Nos primeiros meses de 2014 tive a oportunidade de estar frente a frente, pessoalmente ou via Skype com pessoas que jamais imaginei estar. De responder perguntas que eu nunca resolvi. Esse ano tive que abrir mão de inseguranças. Elas não desaparecem completamente, mas deixei muitas guardadinhas no maleiro até o próximo embarque (junto com os diários adolescentes).

Um dos meus embarques mais complexos foi em abril, quando andei alguns poucos dias sozinha pela Big Apple, numa missão de aprendizado.

Fazia tempo que não ficava comigo mesma por tanto tempo, refugiada na segunda cidade que mais amo.

A vida continua sendo boa.

Much better than a Tiffany’s diamond ring.

7 February, 2014

Doce intangível

Filed under: Diarinho — Ludmilla Rossi @ 12:01 am

Saindo da academia, me deparo com um morador de rua deitado. Seus dois cachorros comiam a mesma comida do seu dono, em condição de igualdade.

Eu já havia avistado o trio em outras noites.

Em uma delas os três rolavam no chão, protagonizando um comercial de margarina dirigido por Plínio Marcos.

Hoje eu olhei a cena e perguntei:

- Tá com fome, moço?

(ele balançou a cabeça confirmando)

- Posso te dar uma barrinha de lanche?
- Sim.

Ele, que estava deitado levantou. Saquei a barrinha da bolsa e entreguei para ele, que rapidamente respondeu:

- Para adoçar a vida.

Ah, o intangível. Aquele que não tem preço.
Aquele que não se compara. E se percebe.
A resposta travestida de pergunta…

11 January, 2014

Linguagem direta e censurada pela fragilidade

Filed under: Diarinho — Ludmilla Rossi @ 3:58 pm

O bom é que quando alguém escreve algo que você gostaria de contar para o mundo, acontece o seguinte:

1) Você se torna legal por compartilhar algo tão genial

2) Você se livra do selo de tirania colado pelos que mal te conhecem

3) Você reforça pra si aquela citação que dorme num travesseiro confortável localizado na sua memória declarativa: “Suas atitudes falam tão alto que eu não consigo ouvir o que você diz” de Ralph Emerson, seja lá ele quem for.

Então, fique com esse post. Leia e releia.

http://www.libertarianismo.org/index.php/artigos/6-verdades-chocantes-que-irao-fazer-de-voce-uma-pessoa-melhor/

Sobre o vídeo abaixo:

ABC

ABC

ABC

ABC

ABC

ABC

ABC

ABC

ABC

ABC

ABC

ABC

ABC

ABC

ABC

ABC

ABC

ABC

ABC

Se te doeu muito, você ainda pode se agarrar a isso:

Reading, writing, arithmatic
Are the branches of the learning tree
But without the roots of love everyday girl
Your education aint complete
Teachers gonna show you (shes gonna show you)
How to get an A? (na,na,na,na,na,na)
How to spell “me” and “you”? Add the two
Listen to me baby thats all you got to do

Oh,
A B C ,
Its easy as
1 2 3 ,
As simple as
Do re mi, A B C, 1 2 3

12 December, 2013

Rio

Filed under: Diarinho — Ludmilla Rossi @ 12:42 am

Sempre achei o Rio bonito.

Mas dessa vez o flanar fez o Rio me encantar.

Forte de Copa, Ponta do Leme, Ponta do Leme, Forte de Copa, Posto 9.

Caminhei tudo isso numa sexta de manhã e acabei o dia olhando as vitrines e o movimento na Visconde de Pirajá.

Entre as coisas que namorei: um patins de verniz rosa, estilo Torlay.

Não era um patins e sim lembranças que giram sem frenagem.

Dois pesos, uma medida

Filed under: Diarinho — Ludmilla Rossi @ 12:33 am

Coloquei dois números na minha frente esse ano: 15 e 25.

Superei ambos.

Pareciam distantes e já ficaram para trás.

É mais fácil ignorar nossas vitórias. Mais ainda deitar-se no conforto da glória.

Eu prefiro manter o olhar estrangeiro sobre elas. Como se elas não fossem minhas, mas ali para eu visitá-las sempre.

21 October, 2012

Worries

Filed under: Frases — Ludmilla Rossi @ 2:37 am

“O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons.”
Martin Luther King

3 October, 2012

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Filed under: Frases — Ludmilla Rossi @ 6:37 am

“I love those who can smile in trouble…”
― Leonardo da Vinci

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