Ain´t no mountain high enough

7 February, 2014

Doce intangível

Filed under: Diarinho — Ludmilla Rossi @ 12:01 am

Saindo da academia, me deparo com um morador de rua deitado. Seus dois cachorros comiam a mesma comida do seu dono, em condição de igualdade.

Eu já havia avistado o trio em outras noites.

Em uma delas os três rolavam no chão, protagonizando um comercial de margarina dirigido por Plínio Marcos.

Hoje eu olhei a cena e perguntei:

- Tá com fome, moço?

(ele balançou a cabeça confirmando)

- Posso te dar uma barrinha de lanche?
- Sim.

Ele, que estava deitado levantou. Saquei a barrinha da bolsa e entreguei para ele, que rapidamente respondeu:

- Para adoçar a vida.

Ah, o intangível. Aquele que não tem preço.
Aquele que não se compara. E se percebe.
A resposta travestida de pergunta…

11 January, 2014

Linguagem direta e censurada pela fragilidade

Filed under: Diarinho — Ludmilla Rossi @ 3:58 pm

O bom é que quando alguém escreve algo que você gostaria de contar para o mundo, acontece o seguinte:

1) Você se torna legal por compartilhar algo tão genial

2) Você se livra do selo de tirania colado pelos que mal te conhecem

3) Você reforça pra si aquela citação que dorme num travesseiro confortável localizado na sua memória declarativa: “Suas atitudes falam tão alto que eu não consigo ouvir o que você diz” de Ralph Emerson, seja lá ele quem for.

Então, fique com esse post. Leia e releia.

http://www.libertarianismo.org/index.php/artigos/6-verdades-chocantes-que-irao-fazer-de-voce-uma-pessoa-melhor/

Sobre o vídeo abaixo:

ABC

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ABC

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ABC

ABC

ABC

ABC

ABC

ABC

ABC

ABC

Se te doeu muito, você ainda pode se agarrar a isso:

Reading, writing, arithmatic
Are the branches of the learning tree
But without the roots of love everyday girl
Your education aint complete
Teachers gonna show you (shes gonna show you)
How to get an A? (na,na,na,na,na,na)
How to spell “me” and “you”? Add the two
Listen to me baby thats all you got to do

Oh,
A B C ,
Its easy as
1 2 3 ,
As simple as
Do re mi, A B C, 1 2 3

12 December, 2013

Rio

Filed under: Diarinho — Ludmilla Rossi @ 12:42 am

Sempre achei o Rio bonito.

Mas dessa vez o flanar fez o Rio me encantar.

Forte de Copa, Ponta do Leme, Ponta do Leme, Forte de Copa, Posto 9.

Caminhei tudo isso numa sexta de manhã e acabei o dia olhando as vitrines e o movimento na Visconde de Pirajá.

Entre as coisas que namorei: um patins de verniz rosa, estilo Torlay.

Não era um patins e sim lembranças que giram sem frenagem.

Dois pesos, uma medida

Filed under: Diarinho — Ludmilla Rossi @ 12:33 am

Coloquei dois números na minha frente esse ano: 15 e 25.

Superei ambos.

Pareciam distantes e já ficaram para trás.

É mais fácil ignorar nossas vitórias. Mais ainda deitar-se no conforto da glória.

Eu prefiro manter o olhar estrangeiro sobre elas. Como se elas não fossem minhas, mas ali para eu visitá-las sempre.

21 October, 2012

Worries

Filed under: Frases — Ludmilla Rossi @ 2:37 am

“O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons.”
Martin Luther King

3 October, 2012

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Filed under: Frases — Ludmilla Rossi @ 6:37 am

“I love those who can smile in trouble…”
― Leonardo da Vinci

25 September, 2012

Dramatico

Filed under: música — Ludmilla Rossi @ 1:42 am

O que mais me impressiona no Burt Bacharach é forma que ele sente sua obra (enquanto trabalha) como se fosse uma criança aproveitando um brinquedo novo na noite de Natal.

A partir do minuto 3:10 repare bem na expressão do véio.

Ele interpreta e toca essa música há 49 e nove anos (e contando).

Haja paixão.

Quando crescer quero ser assim.

14 September, 2012

Never for money, always for love

Filed under: música — Tags: , , — Ludmilla Rossi @ 12:43 am

Home is where I want to be
Pick me up and turn me round
I feel numb - born with a weak heart
I guess I must be having fun
The less we say about it the better
Make it up as we go along
Feet on the ground
Head in the sky
It’s ok I know nothing’s wrong . . nothing

Hi yo I got plenty of time
Hi yo you got light in your eyes
And you’re standing here beside me
I love the passing of time
Never for money
Always for love
Cover up and say goodnight . . . say goodnight

Home - is where I want to be
But I guess I’m already there
I come home - she lifted up her wings
Guess that this must be the place
I can’t tell one from another
Did I find you, or you find me?
There was a time Before we were born
If someone asks, this where I’ll be . . . where I’ll be

Hi yo We drift in and out
Hi yo sing into my mouth
I love all those kinds of people
You got a face with a view
I’m just an animal looking for a home
Share the same space for a minute or two
And you love me till my heart stops
Love me till I’m dead
Eyes that light up, eyes look through you
Cover up the blank spots

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