Um blog sobre nada específico, escrito por quem ama gatos, design e gosta de fazer muitas coisas.
Ontem fui com algumas pessoas da faculdade para um tour em São Paulo, que incluía o Museu da Casa Brasileira, Museu Brasileiro da Escultura e a casa do engenheiro Oscar Americano. Os 2 primeiros eu já conhecia, inclusive eu já tinha visto a exposição que estava lá no MCB, do Arq. João Filgueiras Lima (Lelé).
Foi legal pois foi guiado, eu prefiro beeem mais. Eu já tinha ido nessa mesma exposição e nem me ligado tanto no que era. Enfim, o Lelé é um arquiteto bem renomado no Brasil por ter projetado prédios inovadores dos hospitais da rede Sara, e ter sido um dos apostadores no uso de ferrocimento. Ele que projetou as passarelas de Salvador, entre outras obras públicas.
Depois fomos para a Fundação Maria Luisa e Oscar Americano, que eu ainda não conhecia e adorei. Era uma propriedade particular de 75.000, com um jardim infinito e lindo, com uma mansão modernista no centro. Amazing. A casa abriga um acervo de várias épocas, fois foi transformada em uma fundação após a morte da esposa do Oscar Americano. Foi construída na década de 50, levando 4 anos para ficar pronta e projetada por Oswaldo Bratke, amigo de Oscar. Além da casa ser incrível, o mais foda é olhar para os espaços e jardins e saber que vários artistas importantes frequentavam aquele espaço. Se eu não me engano, o quadro Cais de Di Cavalcanti foi pintado ali.
Mais tarde fomos até a palestra da Anne Cauquelin no MuBE. Para variar um pouco a tradução simultânea estava bem ruim, e ficou aquele texto meio perdido. Para quem estava no auditório e entendia francês, foi ótimo. Para quem não entende quase nada, foi mediano. Enfim, eu já tava lá mesmo, e foi interessante ver uma senhora de 85 anos, na atividade total defendendo seu ponto de vista “o novo não existe”. Ela mencionou o lance de arte em rede, entre outros pontos de vista bem peculiares. Não anotei nada, estava com preguiça e havia acabado de comer um almoço muito bom: sorrentini de abóbora com molho de sálvia + 1 taça de vinho. Esse não precisou de nenhum esforço pra entender e apreciar.
Que coisa linda essa foto dessa “rapunzel” by Hermès, com tecido na trança!
PS.: Queria tanto um lenço da Hermès, eles parecem tão mágicos! rs
Conheci hoje a Kling, marca espanhola que até então nunca tinha chegado até mim. Prato cheio para minha pessoa, fotos lindas, looks fofésimos com uma carinha lúdica e vintage. Tudo que eu mais amo.
Para conhecer, visite http://www.kling.es
O documentário abaixo foi produzido pela produtora Cara de Cão sobre a Mercearia Paraopeba. Um armazém / mercadino à moda antiga, com produtos genuínos e meio que vendidos da pequena fonte para o ponto de venda. É uma lição de empreendedorismo, de que crescer é algo bastante relativo, de que o foco está nas pessoas e que um negócio tradicional pode ser bem sucedido se souber adotar uma boa estratégia. Veja o vídeo, e depois comento.
Ok, eu ia fazer alguns comentários, mas acho que serei redundante. Aqui tem um post sobre o mesmo vídeo, que eu assino em baixo. Minhas 3 observações:
1) Os caras cresceram sozinhos, sem aporte externo. Crescer com aporte externo não é mal, mas eles fizeram uma escolha e conseguiram se sustentar nela;
2) Olhar o negócio com humanidade. Não só pelo negócio, não só pelo sucesso, não só pelo dinheiro. Ponto. Vai demorar um pouco pra isso acontecer com o mercado em geral, mas todos devem trabalhar pra isso. Consciência sobre o que (e como) o trabalho impacta na vida das pessoas.
3) Oportunidades, alinhamento, movimentação, desenvolvimento de líderes e decisões rápidas.
Já assisti de novo, muito bom mesmo!
Tô tentando evitar essa mania de falar rímel, pois o nome correto para essas melequinhas pretas que aumentam os cílios é MÁSCARA. Rímel é o nome de uma marca, in fact, mas pegou, igual durex, cotonete, etc.
Então, teoricamente o nome desse post é “baile de máscaras” mesmo. Fotografei minha humilde coleção, que andou crescendo graças ao E-Bay e a Renner.
Essa é minha coleção, adoro e uso todos, mas tive que fazer uma seleçãozinha e explicar o valor agregado que alguns tem mais do que os outros. Basicamente, a fórmula das máscaras são parecidas, exceto a diferenciação de lavável, à prova d´água, etc. A maioria dos que tenho só sai com demaquilante (e alguns às duras penas). Na minha visão, o que dá o toque final na aplicação é o pincel, que dependendo do material se têm efeitos diferentes (para quem pinta em tela é bem fácil entender isso).
Um pincel pode fazer toda a diferença, ajudar ou atrapalhar. A minha coleção é bem plural nesse sentido. São raros os pincéis parecidos:
Aos descritivos >
1) Eyeko, um dos mais eficazes… o meu tá meio durinho mais ainda funciona. É sensacional, aumenta, dá volume, tchans total.
2) L´Oreal Double Extension, AMO PORQUE È LAVÁVEL, o rímel dos dias preguiçosos. Não precisa de demaquilante,, dá pra tirar no banho, super prático. Tem dias que uso o primer branquinho, tem dias que desencano dele. Tem que tomar cuidado pra não deixar o branco aparecendo.
3) Telescopic vermelhinho, é muito prático, dá pra passar dentro do carro em movimento. Pra quem gosta do efeito boneca (passar o rímel em baixo também), com menos chances de erros é a melhor compra. Comprei na Renner, mas no E-Bay deve ler a precinho de banana.
4) Colossal da Maybelline, é recém-chegado na coleção. Pincel gordinho, bem arriscado mas o efeito é show. Colossal mesmo, além de custar 19 reais. Custo benefício garantido.
5) Estee Lauder Projectionist, comprei no Duty Free, não lembro o preço. Não foi baratinho, é muito bom mas não é tuuuudo isso. O legal é que pelo pincel ser fino na pontinha dá pra atingir os cílios do canto. Mas tem similares que promovem isso também poe menos $.
6) Super Shock da Avon, paguei super barato. Tenho 1 velhinho e 1 mais novinho e fresco. Adoro, sem comentários, todo mundo deveria provar esse rímel pelo preço e efeito.
7) Volum Express da Maybelline, gosto porque é barato e lavável. 16 reais e basta água pra tirar. Não é tão simples cmo o da L´Oreal, mas funciona.
Bourjois 2 em 1, ganhei de brinde quando comprei um demaquilante. É bom, melhor ainda por ter sido de graça. O efeito não é nada surreal.
9) M.A.C, bom, pincel grandinho. Gosto bastante, mas tem melhores. O tamanho da embalagem é legal, pequenina e prática. Comprei em 2008 e a textura dele tá super preservada ainda.
10) Lancome Fatale, ganhei da Carol, super deixa volume pois acumula bastante produto na raiz. Muito bom! Uso em dia de festa.
11) Spectra Lash da Avon, é o rímel da Avon que eu menos gosto. Uso de vez em quando.
12) Lancome 2 em 1, tem 1 pincel normalzinho e outro pra esculpir. Na prática não é nada demais, mas é um bom rímel marrom.
Há 2 semanas atrás tive a oportunidade de fazer um curso na Live|Work de design de serviços. Como eu sempre fixo melhor as coisas quando eu as passo adiante, seja falando ou escrevendo, vou colocar aqui o resumo da oficina no meu ponto de vista, e que também sirva para as pessoas interessadas no tema ou mesmo em fazer esse treinamento.
O primeiro conceito, meio que óbvio para mim é o gráfico preço X valor percebido. Quanto menos valor percebido, menor precisa ser o custo, e vice versa. 2 exemplos: os hotéis Ibis (baratos, sem luxo ou grandes diferenciais) e as bolsas Louis Vuitton (desejadas e que emprestam aos seus usuários status, glamour, blablabla).
Independente dos casos, é importante oferecer uma boa experiência (tanto ao se hospedar o Ibis, quanto ao comprar uma it bag). Pasme que 80% das marcas/organizações pensam que entregam uma boa experiência, porém apenas 8% do público concorda com isso.
Falou-se da Disney X Zappos, onde na Disney o processo de admissão é rigoroso levando em conta um filtro por características pessoais (tipo de sorriso, de corte de cabelo, etc), e na Zappos, nde os funcionários tem muita liberdade para não seguir scripts. Nos 2 casos, os colaboradores dessas empresas estão perfeitamente alinhados, o funcionário que entrega o serviço sabe que e como oferecer uma boa experiência para o cliente.
A inevitável pergunta “O que é design?” surgiu. No Brasil, por razões obvias design está diretamente ligado à publicidade a ao design de produtos, interiores, moda, etc. Porém design vai além disso, design também pode ser ESTRATÉGIA, CAMINHO e PROCESSO CRIATIVO. Em resumo “Design é o processo de tornar algo melhor para alguém…”. Sem saber nos debatemos com isso todos os dias na hora de fazer escolhas, de uma roupa, de um cosmético, de um telefone celular. Geralmente associamos design à beleza do produto, embalagem e etc, mas na realidade a nossa compra é feita pensando na expectativa da experiência. Pode avaliar isso na próxima vez que for comprar um simples batom.
Depois, já que o curso era de design de serviços, fez-se a pergunta O que é serviço, e o Tenny fez a analogia da carteira. É só abrirmos nossa carteira e nos depararmos com uma infinidade se serviços: cartão de crédito, plano de saúde, carteirinha de locadora, notas de restaurantes, etc. E resumiu-se como serviço “o desempenho oferecido por uma parte à outra”.
Na sequência, falou-se de inovação, e resumindo inovação: o valor que as pessoas dão para algo. E que as marcas são uma promessa, de autenticidade, sonho, falta de racionalidade, etc. Abaixo um vídeo beeem legal.
Baseado nesse vídeo conclui-se que invenção, tecnologia e inovação são coisas bem diferentes, inovação transforma a percepção e a vida do usuário de algum produto ou serviço.
O design de serviços, então, entra no mundo para fazer uma pergunta simples: “O que as pessoas desejam?”. E para obter essas respostas, obviamente existem técnicas. Design de serviços busca que todos os pontos de contato do cliente com a outra parte funcionem perfeitamente, envolvendo pessoas que usam e prestam o serviço, testando, simulando, buscando criar serviços tão bons que as pessoas recomendem umas às outras.
É algo que extá explodindo em outros países.
Uma das teorias é o duplo diamante, usando o pensamento de discover, define, develop e deliver, e em cada “ápice” temos o insight > idéia > ação.
Algo interessante que foi apresentado (e serviu bastante para me ajudar a entender) é que lucro real está na lealdade, em desenvolver lealdade. E lealdade está diretamente ligado a associar conceitos à marcas. (aí entra o branding dizendo o que a marca transmite e o que é captado).
Basicamente para mim essa foi a parte I do curso. A parte II envolveu algumas dinâmicas práticas. Um dos objetivos foi aplicar a teoria a uma pesquisa de campo no Shopping Iguatemi (já que o escritório da Live|Work) era bem próximo. Vamos abrir um parênteses aí né, porque meu “portifólio” de horas/shopping é realmente considerável. Só que tínhamos que visitar o shopping Iguatemi com os olhos de outra “persona”, perceber como seria a experiência “shopping Iguatemi” para ela. Em resumo a idéia era entender a persona, fazer um trabalho de campo, mapear os pontos de vista no dia seguinte, fazer um brainstorming e depois visualmente ter idéias. Na sequência escolher uma idéia e prototipar (com materiais como Lego*, Durex, cartolina, etc), e apresentar.
É isso, foi bem legal no geral. Fotos da turma aqui.
Abaixo uma outra apresentação do pessoal da Live|work, para um evento específico. Bem bacana também.
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* Falando em Lego, hoje entrou no ar um projeto que a Mkt Virtual desenvolveu para a Lego Brasil, o concurso Crie e Ganhe 2010.
…você pode usar até a pior câmera do mundo (por acaso, a do IPhone) para produzir um editorial de moda fantástico. A câmera não importa. Já a iluminação…
The iPhone Fashion Shoot - Lee Morris Shoots With The 3GS Fstoppers from FStoppers on Vimeo.
Bem legal!
Amo florais, não importa a época, a influência, nada. Sempre que vejo estampas florais fico meio perturbada, hehehehe!
O Liberty recentemente ganhou atenção de marcas de fast fashion, Renner, Target e uma infinidade de marcas apostaram e incluíram essas flores miudinhas em suas coleções. Até a Nike lançou um sneaker lindo de flores!

O nome Liberty sugiu por conta dessa loja, em Londres chamada Liberty of London que produzia peças com essas florzinhas pintadas a mão. Também ouvi dizer que era mais associada ao lado da ideologia de liberdade, mas não achei nenhuma fonte que citasse isso.
Já o Flower Power é associado aos anos 60 e aos hippies, como uma reação à guerra do Vietnã e ao fortalecimento do desejo de paz.
Ao meu ver, em termos gráficos o que acredito que diferencie os 2 estilos, é que reconheço em uma estampa liberty pequenas flores mais aleatórias e sem muito padrão. No flower power dá para perceber flores maiorzinhas, mais geométricas, e em algumas estampas, reconhece-se um padrão maior.
Anyway, independente do estilo, sempre que acho uma peça florida que “orne” fico com vontade de levar pra casa para a minha coleção. Eis as minhas:
Para fechar, um item que acabou de entrar para minha wishlist:
São plataformas da Santa Lolla que chegam às lojas na segunda, 02/08! Combinam perfeitamente com esse visual Liberty/Floral sem deixar a composição ”ingênua” demais. Adorei!