Merda, eu não acho nada nessa porra!
Ok, cairam no meu blog por “merda eu não acho nada nessa porra”.
Será que já conseguiram achar algo aqui no meu blog?
Boa sorte!
Ok, cairam no meu blog por “merda eu não acho nada nessa porra”.
Será que já conseguiram achar algo aqui no meu blog?
Boa sorte!
Fonte: Equipe Querô
27.07.2007
“Diversão”, esse é a primeira palavra que vem à cabeça de todos que acompanharam a Festa do Cinema ontem (26) na Black Jaw, em Santos, para comemorar o lançamento do site das Oficinas Querô.
Estavam presentes a grande maioria dos adolescentes que participaram e ainda participam das oficinas, muitos parceiros que acreditam no projeto e também os músicos Chico Gomes, Radjja, Tubarão (banda Conexão Baixada) e Dudu (banda Container), que disseram ser um prazer tocar para um público tão especial.
O participante das Oficinas Avançadas Samuel de Castro foi o apresentador do evento, que teve sua abertura com Ludmilla Rossi, diretora criativa da MKT Virtual, que falou sobre o processo de elaboração do site. “Para a MKT é um prazer enorme colaborar com esse projeto tão encantador”, conclui a designer, dando lugar no palco para as animadas apresentações de Chico Gomes Company e Radjja.
Com o intuito de arrecadar fundos para o projeto Oficinas Querô, a Festa do Cinema teve uma noite de muito bem-sucedida. Débora Ivanov, produtora da Gullane Filmes, estava muito contente com o resultado do evento, em que, entre uma banda e outra, a galera pôde conferir os trailers dos filmes Querô, O Magnata e do curta Oswaldo – filme produzido pela turma avançada das Oficinas Querô.
Esta foi realmente uma festa típica das Oficinas Quero, onde não havia espaço para preconceitos, unindo num mesmo local pessoas muito diferentes e no mesmo palco bandas de diversos estilos.
Saiba mais sobre a Festa do Cinema em nosso blog.
Links para quem quiser visitar e linkar o projeto!
http://www.oficinasquero.com.br
http://www.oficinasquero.com.br/noticias/visualizar/27/festa-do-cinema-lana-site-das-oficinas-quer
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Quem tiver um blog e puder postar um release, uma menção ou simplesmente o link dos sites das Oficinas Querô, por favor o faça para dar uma força geral para essa molecada que merece!
Comentários:
Conheci o Chico Gomes, que é uma figura, simpatia geral. Além de ter visto o cara tocar ao vivo, mandando “pouco” bem.
Débora, Tammy, Joca e molecada das oficinas sempre fofos e com boas notícias. Gente que se preocupa só com o bem é outra história, outro patamar, né? GENTE QUE FAZ ACONTECER!!!
Só faltou o Tubarão tocar live a “Bate na palma da mão”. Só isso… Do you know what I mean?
Depois posto fotos!

Parabéns ao Pedro, que ganhou um presente de aniversário extremamente útil.
Recebi por e-mail, reafirmando meus posts anteriores!
Adorei o palavreado coloquial… Rato, Zé Ninguém, Encantado e Lambuzado, Covarde, Bundão.
O cara mandou bem no texto…
PS.: Não fui eu que escrevi, não posso fazer nada amigo. É a verdade.
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Ser ou não ser um Zé Ninguém… A opção é sua!
Meu nome é Fernando Gouveia e o n. do meu CREA-MG é 53538/D e desafio qualquer técnico ou perito a contradizer minha exposição, óbvia, dos fatos. Se eu estiver errado, rasgo minha carteira do CREA. Desafio qualquer político, rato, FDP, que se sinta prejudicado pela realidade que aqui relato, a me processar. Estou dando meu número do CREA (q não é falso) e meu e-mail. Não precisa fazer esforço pra me achar.
Agora, caso vc não seja um dos pestilentos responsáveis pela desgraça que se abate sobre nós, dia após dia, então não seja um “Zé Ninguém”. Pare alguns minutos do seu precioso trabalho, leia o texto abaixo, com atenção, e, caso concorde, pulverize para todos da sua caixa postal. Não se omita. Se não concorda, responda-me, argumente, “defenda” sua posição, mas não seja mais um covarde, mais um egoísta, mais um bundão. Essa coisa tem que acabar, para que nossos netos e filhos tenham condições de viver sem vergonha de serem bem sucedidos e sem medo de usufruir com liberdade das suas próprias conquistas. Ser rico não é crime, mas ser pobre não é uma escolha, uma opção de vida. Ser inteligente e culto não é mérito e sim sinal de privilégio, mas ser burro não é uma questão de deficiência de caráter e sim de ser vítima de uma epidemia cujo agente, “a verdade política”, é pulverizado no ar por forças que se alimentam da ignorância em massa.
Minha única irmã estará, na próxima semana, nesse mesmo vôo, também pela TAM e espero que o avião não caia, mas minhas palavras transcendem minha preocupação pessoal com uma pessoa que amo, seja minha irmã, esposa, filhas, amigos, seja quem for. Morrer é o caminho de todos nós e isso, que soa como a questão principal, na verdade, não passa de um detalhe, sórdido, mas subliminar.
Vejam os números: Imaginemos 200 vítimas fatais, cada uma com uma média de 10 parentes e 10 amigos, então teremos 20.000 pessoas indignadas por terem sido atingidas diretamente. No que interessa aos políticos, o voto, esse número é ínfimo. Divida 20.000 indignados por 100.000.000 de eleitores e você verá que foram perdidos “apenas” 0,02% do eleitorado, ou seja, 2% dividido por cem (para os que se confundem com números). E daí? Agora veja quantas pessoas transitam, passeiam, relaxando e gozando, felizes, ou passando raiva, no aeroporto de Congonhas, TODOS OS DIAS. E é a essa “china” humana, de transeuntes, vivos e capazes de votar, que os políticos preferem atender. Por isso que a verba para a reforma, digamos, “antropodinâmica” (que garante conforto, estética, luxo, etc.) saiu primeiro que a verba para os serviços técnicos de pista. Essa é a sordidez da mente nefasta dos nossos políticos: “Que diferença faz uma meia dúzia de 20.000 que se estrepam dali, se outros milhões se alegram de cá”.
Fui engenheiro responsável por várias obras de porte que prestei para a INFRAERO, inclusive nas pistas e sou testemunha viva da capacidade técnica desse órgão. Os departamentos de engenharia beiram a perfeição, tanto em recursos humanos quanto físicos. O pessoal da segurança treina até o mais reles peão, um mero carregador de sacos. Todos os trabalhadores, peões ou engenheiros são checados pela segurança, que só depois desta conferência libera os crachás com as indicações de acesso, ou seja, as permissões para transitar nessa ou naquela parte. Tive um fiscal da INFRAERO que tinha sido meu aluno na Faculdade de Engenharia da FUMEC e, por coincidência, já engenheiro formado, acabou designado para fiscalizar minha obra. O sujeito não relaxou, ao contrário, dobrou a rigorosidade, que já não era pouca. Resumindo, os técnicos e o pessoal da segurança da INFRAERO são sérios, são técnicos e não políticos, sabiam que a pista não estava plenamente segura e não fizeram nada, porque não puderam fazer nada, porque pra nossa infelicidade os Diretores e Presidentes das “INFRAERO da vida”, mesmo que tenham sido técnicos um dia, deixaram de sê-lo e hoje vivem da e para a política.
O que se viu ali foi crime, mas não apenas contra meia dúzia de 20.000 vítimas diretas, mas sim contra todos os brasileiros. Os números não assustam e a comoção é uma questão de mídia. Um único feriado mata três vezes a quantidade de pessoas que morreram ontem, só em acidentes de estradas, sem falar na violência desenfreada e na fome.
Se a rede Globo dedicasse o tempo de UM ÚNICO capítulo da sua mega educativa novela, “Os Sete Pecados”, para explicar, em linguagem simplificada, para 50 milhões de brasileiros grudados na TV, o que realmente ocorreu naquele acidente, teríamos uma revolução. Só que não interessa a ela, como não interessou mostrar, com detalhes, a vaia que o Lula recebeu no Pan. Cala-se e continua passando seu absurdo folhetim que glamouriza a ruindade de espírito e fica anunciando e repetindo a balela dos interessados em ganhar tempo, com essa conversa mole de “aguardar a perícia”. É disso que vivem nossos políticos. De aguardar. De esperar a poeira abaixar, como abaixará mais essa e mais outras tantas.
Não tem papo de perícia: Sou perito formado pelo antigo Instituto Mineiro de Avaliação e Perícias, hoje Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias – Sucursal MG, fui professor da Faculdade de Engenharia da Universidade FUMEC por 11 anos e afirmo, taxativamente, que, nesse caso, não precisa “esperar” o resultado da perícia. Trata-se de um evento óbvio, derivado de um vício construtivo, fruto da irresponsabilidade dos que priorizaram as obras valorizando a plástica e relegando a segurança ao segundo plano. Toda pista de rolamento precisa de drenagem, o que ocorre um pouco pela permeabilidade dos materiais e a maior parte por um sistema de drenagem básico, jogando a água do centro da pista para as laterais, com recursos primários de inclinação e coleta perimetral. Em locais de maior necessidade de aderência, como em algumas curvas de ruas, avenidas e estradas e também em pontos de pistas de pouso, pontes e viadutos inclinados ou em curva, pátios, enfim, onde se pretenda aumentar o atrito da roda com o piso, são feitas ranhuras, que além de melhorarem o atrito favorecem a drenagem radial. Uma dessas situações é o caso de Congonhas, que tem a chamada “pista curta”. Alguém pode alegar que a pista do Santos Dumont também é curta e também não tem ranhuras, mas existe a questão do ar. Lembrem-se dos jogos de futebol do Brasil, nos países muito altos, onde o ar é rarefeito: O goleiro cobra um tiro de meta e a bola sai do outro lado do campo. Pois é; O Santos Dumont está ao nível do mar e São Paulo a 860 metros acima do nível do mar. Com altitude maior, o ar fica mais rarefeito, o que exige mais pista ou então mais recursos de frenagem para a aeronave. Engenharia é isso, muda tudo e tudo depende de um tanto de coisa e foi pra isso que a engenharia surgiu como ciência.
Especula-se: FOI FALHA TÉCNICA? A equipe técnica da INFRAERO sabe que 2+2=4. Falha técnica seria, se eles não soubessem disso. Mas tenham certeza, eles sabiam. Não fizeram nada porque são mandados por pessoas hierarquicamente superiores, que vão cobrindo a técnica com uma espessa camada de política.
FALHA DO PILOTO? É bom lembrar sempre que ele também estava no avião e ele também morreu. Arremeter é o procedimento indicado em qualquer situação anormal que ocorra entre o momento de início dos trabalhos para aterrisagem até a parada completa da aeronave em solo. O piloto fez o que pôde. FALHA DA AERONAVE? Alegar excesso de tecnologia, ou falha de equipamentos é ridículo. É mais fácil uma arara azul fugir da Amazônia e fazer cocô na sua cabeça do que uma aeronave como essa dar problema.
Sabe qual o nome do ÚNICO VERDADEIRO CAUSADOR DESSA TRAGÉDIA? Eleições 2010. É a ânsia pelo poder… E a culpa nem é do Lula, que não passa de um gerente encantado e lambuzado (quem nuca comeu melado, quando come se lambuza), mas inócuo. O problema é nosso, da classe alta e privilegiada, que muitas vezes nos omitimos, ou nos escondemos atrás dos nossos próprios interesses. Esperem o povão dopado pela ignorância resolver o problema e as coisas só vão piorar. Cada Projeto Shangrilá, cada Urbanização de Aglomerado (nome chique e conveniente dados às favelas), irá comprar a alma e a mente dos pobres. E nós? Vamos vender nossa alma em troca de um aeroporto confortável, de uma vida confortável na base do “foda-se do mundo que não me chamo Raimundo”?
Precisamos entender o mundo com o olho do outro e principalmente, saber se queremos a polícia e a política igual para todos. Porque se for assim, nós, os abastados, teremos que socializar nossas riquezas e teremos que sentar no banco da escola pra estudar ética, pra parar de fechar o cruzamento, de estacionar em lugar errado, de chamar as pessoas usando a buzina, de fechar as ruas pra comemorar jogo de futebol, de trocar de celular de mês em mês “encostando” um aparelho feito pra durar 10 anos e se esquecendo que aquilo vira lixo, etc.
Ser ético é “chato”, mas é o único caminho. Eu estou nessa. E você?
Fernando Gouveia
…esqueci de falar de um fato importante, paradoxal. Eram 21h e estávamos tomando vinho e comendo talharim do Liliana, provando a delicada gastronôma das proximidades. Uma taça de vinho foi suficiente para me deixar com vontade de ir para cama e ler um livro, até que as letras se embaralhassem num gaussian blur glamouroso e me fizessem dormir.
Quando eu vejo que um amigo está em um dolorido apuro e a gente resolve ir até o hospital - numa tentativa ingênua - de ser atendido no pronto socorro municipal.
A gente vive numa realidade totalmente paralela - eu explico - tendo consciência da realidade mas algumas vezes não a sentindo de maneira intensa. Pois eu cheguei lá e fiquei triste. Triste, triste, triste mesmo. Gente sem perspectiva alguma, deitada num leito sujo, sentindo dor. Quando digo perspectiva, são duas. A perspectiva de ser atendido ali naquele momento, e a perspectiva de sair dali e NÃO TER PERSPECTIVA ALGUMA.
Ou seja? Qual das faltas de perspectivas dói menos?
Acabamos optando por subir e optar por um atendimento particular. Particularmente ruim. É infame dizer isso, mas precisei cobrar a médica de fazer o atendimento. Fiquei irritada. De minuto em minuto ia lá ver como estava o meu amigo… e uma hora, sentei num sofazinho desconfortável, peguei meu DS e comecei a jogar. Um médico cola em mim, observa o jogo, e pergunta:
- É jogo?
Por um momento pensei:
- Não, é um bisturi ultra-moderno. Pega ele, vai lá e resolve o problema.
Ok, não dei essa resposta. Mas diante da situação tive vontade. Mas preferi só falar a verdade e confirmar que era um jogo. Afinal eu estava jogando. E ele também estava.
Enfim, o problema foi resolvido quando o dia já amanhecia. Foi bom porque eu acabei de ler mais um livro, e já engatei o começo do outro. Tudo tem um lado bom. Sempre.
Ele pensa.
Mas enquanto isso ele tira fotos, filma, anda de skate, anda de um lado pro outro e tá ligado em tudo que acontece no backstage e no palco. Encara milhares de pessoas sem soltar uma palavra. E o mais difícil… ele não para de pensar enquanto faz isso. Num mundo onde pensar é um exercício cada vez mais raro, ele supre boa parte das mentes sendentárias que têm seus corpos como apêndices, sobrepondo qualquer obstáculo que exista. Este é Jerri Rossato, que acabou de me mostrar 1 exemplar de seu livro, que pode ser conferido aqui.
http://www.experimentario.com.br
Ok, agora eu quero minha cópia de verdade. Esse negócio fica muito mais legal no papel.
Ao som de “Carly Simon - Nobody does it better”, música que adoro, inspiradora. Vi um pedaço do DVD dela gravado no Queen Mary 2 quando visitei um cliente que tem um gosto musical em intersecção com o meu.
Nada como chegar em casa, depois de acordar às 6h da manhã, passar por 3 reuniões indescritíveis, almoçar sushi, jantar um divino brownie do America, celebrating stuff.
Preciso comprar um presente para uma pessoa super especial, e estou sem qualquer idéia decente. Eu não sei se gosto mais de comprar ou de ganhar presentes, mas faço uma analogia bem simples com trabalho. A gente pega um briefing, baseado no que conhecemos da pessoa e da sua situação atual, e tenta fazer filtros, baseado em nosso budget, para chegar na coisa certa a ser oferecida. A gerente consegue ver a reação do target ao vivo, e aí consegue avaliar na mesma hora se houve retorno sobre o investimento. Rs… geralmente funciona!
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Poxa, as visitas do meu blog não param de subir.
SUPER FASHION!
Cá estou eu. Com mais um desafio na mão. O frio na barriga bate… especialmente porque quando é a primeira vez ninguém tem muita expectativa sobre você. Parece que foi encomendada, e na boa, só coisa que tem a ver comigo de alguma forma cai na minha mão. Eu sempre detestei esoterismos - não que eu tenda para o ceticismo - mas para mim a gente traça os nossos planos e eu acho muito loser quem fica colocando a culpa de seus problemas em outras coisas e pessoas. Mas que eu ando vivendo uma fase deveras holística, eu ando.
A mesma história de falar que “a minha loja não foi pra frente por causa daquele cara”, ou “eu não consegui o emprego por causa daquela outra pessoa”. É muito fácil não assumir as nossas incompetências. Pronto. Um parágrafo para emendar no acidente da TAM, que vou citar mais lá pra frente. Na verdade a gente merece tudo o que tem, e sem parecer clichê - a lei da atração existe sim. Gente bosta atrai gente bosta. Gente boa atrai gente boa. Não importa que catalisadores existam aí no meio, e não importa também se isso já saiu em livro, filme, em Powerpoint. Não interessa, e não adianta a gente achar que a gente não merece - de fato existem exceções - mas as pessoas mais admiráveis e com mais caráter que conheço mereceram muitas coisas ruins que ajudaram-nas a se formar como excelentes seres humanos, e a atrair, a partir daquele momento - pessoas tão boas quanto elas.
Conheço inúmeros exemplos, que obviamente não sou ninguém para fazer uma avaliação pública deles. O resumo dessa ópera é que caiu na minha mão um lance maneiríssimo, onde tem tudo a ver com o momento, e que é um ótimo foco temporário para julho e agosto de 2007.
Enfim, agora vamos lá ao acidente da TAM - onde nada do que eu falei acima - de merecimento e etc está relacionado. Já tem muito blog, fotolog falando do acidente em si. Eu toquei no assunto do acidente para levantar um outro assunto que é:
NINGUÉM TOMA PARTIDO DE NADA NESSA PORRA!
Vou explicar: vejo uma puta galera criticando o governo, sentadinho na cadeirinha, fazendo nada, e fazendo a maior merda de todos: assumindo uma postura absolutamente neutra. O povo mediante a 2 caminhos a serem escolhidos, prefere assumir uma postura neutra, do tipo “ah, não quero me envolver…”, ou “ah, não sei, prefiro ficar quieto e usar uma determinada opção ao meu favor”. E o pior dos defeitos: a omissão. Omissão é, ter uma visão, opinião, e ficar quieto, permanecer quieto, neutro, ou seja, ser um AMARELÃO - que nem o Lula. Tudo que o Lula fez desde o acidente foi amarelar. E a partir do momento que o “exemplo” amarela ou age de forma totalmente controversa, não é possível que se tenha fé em grandes mudanças ou atitudes.
Eu estou falando isso sem qualquer conhecimento em política, especialmente por tem algo na política que eu não entendo. Todos os seres humanos lutam por qualquer tipo de reconhecimento. O ser humano tem sede de reconhecimento, e eu não vejo, melhor maneira de se obter o reconhecimento de milhões de pessoas a não ser através da política. Mas os caras só fazem merda atrás de merda, e ninguém toma partido (ou seja, voltando ao parágrafo lá de cima), eles assumem a posição neutra. Os caminhos que vejo que eles teriam:
1 - Vou receber um bom salário e ralar absurdamente nessa porra, arrumando treta com quem for para fazer o negócio direito e dar certo;
2 - Vou receber um bom salário, ficar na boa - na posição neutra. Vou jogar dos dois lados, ora eu me acomodo, ora eu finjo que trabalho - especialmente quando dá merda.
Nem é preciso falar qual a opção escolhida. E aí, que moral o povo tem para criticar o governo? Enfim, 200 pessoas morreram, as famílias se fuderam assistindo a uma pirotecnia onde seus próprios parentes fizeram parte da pólvora do espetáculo literalmente - de chorar. Fogo e um monte de carniceiro na frente do cenário assumindo a posição neutra - eu, você, todo mundo ligando a TV - e neste momento sendo neutro.
Pra mim neutro é sabonete. Literalmente ou figurativamente.
E, enfim, hoje o Fantástico estará cheio de historinhas veiculadas pela TV mais neutra do país (sim, neutra, sabonete, vaselina), que hoje não estará tão neutra assim, vai descer a lenha mas amanhã vai voltar ao seu estado de neutralidade (não confunda NEUTRALIDADE com IMPARCIALIDADE JORNALÍSTICA), equilibrando um sabonete nos assuntos PAN e TAM, afinal (foneticamente) muda uma letra só.
E na boa o “Malvadeza” tinha tudo de ruim, mas ele não era omisso em suas desavenças. O cara tomava partido, especialmente da Bahia, podendo parecer irônico - mas eu realmente admiro quem toca o foda-se para o sabonete e realmente luta contra ou a favor de seus ideais (por mais duvidosos, no caso do ACM).
É isso.
Que salve-se quem é neutro da linha da mediocridade, do meio termo e da amarelice!
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