Ain´t no mountain high enough

29 November, 2007

Me & Ray Zoinho Charles

Filed under: Uncategorized — Ludmilla Rossi @ 12:53 am

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28 November, 2007

Coisas que me emocionam I

Filed under: Coisas bonitas — Ludmilla Rossi @ 1:58 am

Essa música por Faith no More é uma coisa de arrepiar.

A melodia dessa música é sensacional. Colocou a letra, fudeu.

Acho que a original é de 1968, mas “This Guy’s In Love With You” foi consagrada definitivamente pela diva Dionne Warwick, que na versão dela é “This Girl’s In Love With You”.

25 November, 2007

êeeee, que legal! Tá na modinha!

Filed under: Uncategorized — Ludmilla Rossi @ 2:17 am

Que legal… tá na modinha falar mal em blog de O MAGNATA, o filme do Chorão.

Vamos lá, vamos posar de intelectuais, entendidos pra-caraleo de cinema, de arte e de coisinhas inteligentes tipo design, linguagem, estética, e blá blá blá.

Que legal… é realmente produtivo e interessante criticar o cinema nacional! Êeeeeeeee! Vamos juntar nossos coleguinhas e fazer isso, pois afinal é polêmico e realmente divertido dar uma zoada no trabalho alheio.

Vi poucas críticas condizentes de O MAGNATA. Muitas tentam ser engraçadinhas, fazer metáforas bestas e comparar. Ninguém realmente analisa sem comparar e metaforar, e com isso acham que provocam risadinhas do tipo “Nossa, como esse cara que escreveu é foda”.

Vi 1 ou 2 críticas que chacoteavam o filme fazer algum sentido. Li umas 20 essencialmente patéticas. E o pior é que as críticas tinham exatamente a mesma essência que elas reportavam em O Magnata: mal escritas e óbvias, elas tinham como um único objetivo a comercialização da imagem eu-não-gosto-do-Chorão. E não há absolutamente nada de inteligente nisso.

Óbvio que o filme tem problemas, mas analisando o geral é um filme bom, sim. Cumpre um papel único no cinema nacional de trazer um quê de produção diferente do cult, estigma que pelo menos para mim, ficou impregnado nas produções Brasileiras. Selei isso quando assisti Durval Discos, achando que iria ser um filme para cumprir o papel do cinema, nessa ordem:

1- Diversão
2- Cultura

Eu vou no cinema para me divertir, e acredito que a maioria dos cineastas façam filmes com esse propósito. Divertir não é dar risadinha, e sim destinar um tempo para se envolver em algo (uma história) que proporciona momentos de atenção, concentração e envolvimento. Isso é diversão, entretenimento desenfreado.

Durval discos não me divertiu. Vi o trailer e achei que ia ser divertidíssimo. Achei cult, ou pelo menos cult-wannabe.

O Magnata diverte. Envolve. O trunfo do filme é esse. Todo mundo sabia que o filme seria criticado, e mesmo assim ter peito de lançar o projeto e trombar os “intelectualóides de la frustración”, abrindo suas bocas para escrever e chacotear o filme. Quem duvida vá ao cinema, e verá um filme bem-feito, envolvente, com bons atores, espontâneidade, experimentação (misturando personagens reais com inventados).

Paulo Vilhena manda bem, Murilo Salles idem. Gosto da cara de idiota que a Priscila Sol faz, eu diria que era não atuou bem mas depois pensando melhor dá pra sacar que ela força a vibe de prima idiotinha e bestinha, enquanto a Rosane vende a imagem de menina bacana e bem-resolvida como Dri.

Não aprecio o excesso de gírias, mas isso tenho que concordar que é uma demanda do filme. Enfim, assista e antes de criticar pense na qualidade e quantidade dos profissionais que estiveram envolvidos nesse projeto. Não estigmatize o filme só porque você não curte Charlie Brown Jr., ou porque seu amiguinho acha que você será um babaca se assistir. Pense que grandes nomes do cinema nacional estão integrados na ficha técnica desse filme, além dele realmente cumprir seu papel: Divertir despretenciosamente, pautando que tudo tem limite, inclusive minha paciência com gente escrota e faladora que só sabe olhar com inveja grandes realizações alheias.

O Magnata é uma delas.

Compra-se

Filed under: Diarinho — Ludmilla Rossi @ 1:30 am

Compro tempo. Pago bem e à vista.
Interessados, postem aqui.

 Ok, isso parece coisa do Pedro.

The right answers

Filed under: Diarinho — Ludmilla Rossi @ 1:28 am

Bom, momento do auto-exercício. Há tempos estou para escrever algo decente nesse blog, mas não conheço todos os meus leitores. E alguns que conheço, talvez não gostaria que lessem o que eu escreveria aqui. Pode causar má digestão e provocar polêmicas e pensamentos errados. Por mais que eu evite, existe falador em tudo que é canto, e apesar não existir nenhuma para ser vestida, a carapuça serve e ainda fica folgada. Detesto essa sensação de “eu escrevi mas entenderam errado”. Por fim, um post polêmico sobre respostas certas na hora certa. Isso muda tudo.

Estou falando isso devido às diversas entrevistas que tenho feito. However, é algo divertido que vem ocupando minhas tardes e horários de almoço. Fiz muitas já, e como eu falei anteriormente minha pastinha de currículos é algo que amo hoje em dia, pois apesar de não achar isso bacana, qualquer empregador precisa se armar com todos os dentes e dedos, para qualquer situação - seja de muito trabalho, pouco trabalho, aumento ou redução de equipe, ou troca. Como falei anteriormente se trata tudo de achar pecinhas para lapidá-las como pedras de xadrez. Você acaba achando rei, torre, cavalo… e peão achando que é rei, cavalo se achando rainha e o mais raro… rei se achando peão! Incrível você analisar contrastes e ver gente vendendo o que não é, e gente com um potencial fudido e encondendo-o através de trabalhos insuficientes.

Pois bem, meu auto-exercício e a curiosidade de muitos talvez fosse como eu responderia as perguntas do nosso formulário de RH. Fiquei respondendo hoje, uma a uma. E vi que se trata de respostas certas. Ninguém é perfeito, mas apesar de ser dissertativo existe a resposta certa. Poucos acertaram, por medo ou por quererem responder o que uma pessoa de RH gostaria de ouvir. Nada de teoria… eu gosto de respostas práticas, com um português intacto, uma caligrafia dançante e, enfim, a resposta certa.

A resposta certa é aquela que é um deleite de se ouvir. Que você pensa, “puta merda, preciso contratar esse cara para ver no que dá”. Aí eu pensei: como eu responderia esse questionário cheio de perguntas como intenções analíticas?

E fiquei brincando de mentalmente responder. Foi divertido. Tentei pensar se eu estivesse passando por uma entrevista, qual bandeira eu levantaria. Enfim, respondi tudo. Se estava certo, eu realmente não sei.

Who knows?

19 November, 2007

Rocking Around The Christmas Tree

Filed under: Letras de Música — Ludmilla Rossi @ 9:54 pm

Rocking around the Christmas tree
At the Christmas party hop
Mistletoe hung where you can see
Every couple tries to stop
Rocking around the Christmas tree,
Let the Christmas spirit ring
Later we’ll have some pumpkin pie
And we’ll do some caroling.

You will get a sentimental
Feeling when you hear
Voices singing let’s be jolly,
Deck the halls with boughs of holly
Rocking around the Christmas tree,
Have a happy holiday
Everyone dancing merrily
In the new old-fashioned way.

17 November, 2007

The cats

Filed under: Diarinho, Gatos — Ludmilla Rossi @ 2:40 pm

O Zoinho está aqui. Ele é um gato que merece descrição. Ele está na frente do monitor agora tentando pegar as letras enquanto eu digito. O Angelo prefere ficar ao meu lado tentando mordiscar um sapato qualquer. O nome dele é glamour. Mas voltemos ao Zoinho, um gato magrelo, preto, com peito branco, uma pequena mancha grisalha no dorso e patinhas brancas. No escuro só dá pra ver as patas mas quando acendemos a luz nos deparamos com dois olhos desalinhados montados em uma pequena cabeça acabadas por orelhas bem grandes. O Zoinho não é bonito, mas ele não é feio. Ele é exótico, digamos. Ele não tem nada de fofo, mas de fato ele é bem fofo. Ele olha para todos com uma carinha de criança de orfanato, de piedade, de coitadinho. Uma criancinha ranhentinha e linda, que gosta de beber água de todos os lugares, menos do pote dele. Seus passatempos favoritos são carregar coisas com a boca, destruir guardanapos e correr atrás de uma bola de lã improvisada.

 O Angelo tem o talento de sempre fazer pose quando para. Eita gato bonito. Porte de lorde inglês, comportamento de traficante de comida molhada de gato. O Angelo adora vento e sapatos Arezzo. Loosho, glamour, poder. Ele também compartilha do gosto por bolinhas de lã, e qualquer coisa que quicar.

Estou feliz com meus gatos, fiz boas escolhas. Dois gatos particulares e paradoxais, opostos em suas origens. E a vida é assim mesmo… Zoinho e sua nova vida de magnata, Angelo convivendo com um irmão muito diferente dos irmãos biológicos… but who cares?

7 November, 2007

Saudades

Filed under: Diarinho, Gatos, Letras de Música — Ludmilla Rossi @ 4:29 am

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Incrível como a saudade não passa.

Elza Soares - Bambino
Ernesto Nazareth E Zé Miguel Wisnik

E se o ferro ferir
E se a dor perfumar
Um pé de manacá
Que eu sei existir
Em algum lugar

E se eu te machucar
Sem querer atingir
E também magoar
O seio mais lindo que há

E se a brisa soprar
E se ventar a favor
E se o fogo pegar
Quem vai se queimar
De gozo e de dor

E se for pra chorar
E se for ou não for
Vou contigo dançar
E sempre te amar amor

E se o mundo cair
E se o céu despencar
Se rolar vendaval
Temporal carnaval
E se as águas correrem
Pro bem e pro mal

Quando o sol ressurgir
Quando o dia raiar
É menino e menina
Bambino, bambina
Pra quem tem que dar
No final do final

E se a noite pedir
E se a chama apagar
E se tudo dormir
O escuro cobrir
Ninguém mais ficar

Se for pra chorar
E uma rosa se abrir
Pirilampo luzir
Brilhar e sumir no ar

Se tudo falir
O mar acabar
E se eu nunca pagar
O quanto pedi
Pra você me dar

E se a sorte sorrir
O infinito deixar
Vou seguindo seguir
E quero teus lábios beijar

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