Anti-Diversion - o que a gente tem a ver com isso?
Outro dia fiz algo que faço bem pouco - gastar uma grana com produto pros cabelos. Todo mundo sabe que meus investimentos são em grande parte canalizados para bijoux, maquiagens e roupas. O cabelo fica lá de ladinho, no máximo ganha um Phytoervas ou Ecologie de vez em quando. Recentemente na viagem que fiz comprei 2 shampoos Vichy só pq o preço era similar aos Phytoervas da vida, mas não faço grandes esforços em shampoos e condicionadores não. Outro dia, depois da festa lá do escritório que envolveu piscina, meu cabelo tava um lixo (cloro + loiro + sol) não combina, e arrumei uma desculpa pra dar aquela hidratada power em casa, e comprei uma máscara da Schwarzkopf. Fui ler o rótulo e dei de cara com a seguinte frase: “Venda exclusiva em salões de beleza”. Pelo que li toda a linha Schwarzkopf é de uso profissional, e eu não comprei em salão. Pensei com meus botões empreendedores “ah, mas essa loja deve estar cadastrada como salão de beleza também na Jucesp”, quanta inocência!
Foi que lendo meus feeds me deparei com o vídeo abaixo, que explica bem essa questão. É uma briga das marcas para que essas produtos não cheguem em lojas para o consumidor final, que nem sempre consegue dar o melhor diagnóstico para si mesmo. E que, a maioria chega nas lojas de formas não-oficiais, contrabandeados, contaminados, com a data de validade próxima do vencimento, etc.
Deixar de comprar bons produtos para comprar em salão? Ficar com os “placebinhos” e produtos menos fortes? Eis a questão…





















