Um blog sobre nada específico, escrito por quem ama gatos, design e gosta de fazer muitas coisas.
O documentário abaixo foi produzido pela produtora Cara de Cão sobre a Mercearia Paraopeba. Um armazém / mercadino à moda antiga, com produtos genuínos e meio que vendidos da pequena fonte para o ponto de venda. É uma lição de empreendedorismo, de que crescer é algo bastante relativo, de que o foco está nas pessoas e que um negócio tradicional pode ser bem sucedido se souber adotar uma boa estratégia. Veja o vídeo, e depois comento.
Ok, eu ia fazer alguns comentários, mas acho que serei redundante. Aqui tem um post sobre o mesmo vídeo, que eu assino em baixo. Minhas 3 observações:
1) Os caras cresceram sozinhos, sem aporte externo. Crescer com aporte externo não é mal, mas eles fizeram uma escolha e conseguiram se sustentar nela;
2) Olhar o negócio com humanidade. Não só pelo negócio, não só pelo sucesso, não só pelo dinheiro. Ponto. Vai demorar um pouco pra isso acontecer com o mercado em geral, mas todos devem trabalhar pra isso. Consciência sobre o que (e como) o trabalho impacta na vida das pessoas.
3) Oportunidades, alinhamento, movimentação, desenvolvimento de líderes e decisões rápidas.
Já assisti de novo, muito bom mesmo!
Eu na primeira foto. Na segunda meu amor, minha irmã e eu, na piscina de bolinhas do aniversário do Enrico e Isabela.
PS.: Saiu um ponto a mais na assinatura da foto, mas beleza.
Fiiz esse post há muito tempo, mas só tô publicando hoje…
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E aí que um belo dia, enquanto escolhia o presente da Alê em uma loja de perfumes no Balneário, me deparei com aquele quiosque-sonho da Shiseido. Comecei a fazer uns swatcheszinhos enquanto a vendedora embalava o presente, e fiquei chocada com a sombra Shiseido Hydro-Powder, cor H4 (Spring Plum). Eu sou fanática por duo-chrome e essa sombra é o duo-chrome mais incrível ever, um rosinha arroxeado com nuances verdes e douradinhas. A coisa mais linda… perguntei o preço e o sonho acabou. Cento e trinta e nove reais num potinho bem humilde.
Mas a sombra era tãoooo linda, e tão adequada ao meu uso (acabamento cream-to-powder com uma super duração, e com emolientes para deixar a pálpebra hidratada). Desencanei por uns dias. Até que recebi um e-mail marketing do StrawberryNet e pensei… ué, será que o Strawberry tem essa belezinha?
Advinhem? Claro que tinha, por U$ 27, peço ainda salgadinho para uma sombra, mas super justo pela cor e pelo produto. Recebi a minha. Perfeito. Não tô conseguindo usar outra coisa… como muitas vezes eu me maquio no carro, sempre corro atrás de produtos que sejam práticos, possam ser aplicados com os dedos e que não apresentem grandes “riscos” de manchas e borrões. A Hydro-Powder é tudo isso. Já tiinha falado do lápis sombra da Avon também, que é tão prático quanto. A diferença é que o lápis sombra da Avon tem uma tonalidade que não achei na cartela da Shiseido, além de não deixar o acabamento “pó” depois.
Dias depois acabei encomendando mais uma, a Tiger Eye, cor H3, pois estava sentindo falta de uma sombra cream-to-powder mais básiquinha. E essa atendeu os meus anseios, pois é um tonzinho marrom claro com pigmentos dourados, super fina, perfeita com qualquer batom. Mega ilumina o olho e dura muito! Minha pele é mista e sombra só com primer… a Hydro-Powder dá uma folga para o meu primer da Urban Decay e é mais prático de aplicar.
Semanas depois comprei a H6, que é um violeta chamado Violet Visions, que é maravilhosa para usar de dia ou de noite. Enfim, essas sombras disputam minha atenção na hora de me maquiar e confesso que tenho super deixado de lado as sombras em pó, principalmente nos dias de pressa. Não tem igual, sério… thanks Shiseido!
Vamos aos swatches…
Swatches da Shiseido Hydropowder nas cores:
H3 - Tiger Eye
H4 - Spring Plum
H6 - Violet Visions
Clica para aumentar!
Agora, abaixo as sombras aplicadas (só as sombras, sem corretivo e nem rímel).
Apenas a H3, um olho só com ela e o outro com um lápis marrom da Avon.
A H4 no primeiro olho, e a H6 no outro. Tirei na luz do sol, mas é muito difícil de ver o real efeito dela… a H4 é duochrome, linda. A H6 é um violeta menos duochrome, fica incrível se combinada com sombra em pó roxa.
Todas as minhas vieram do StrawberryNet, e não fui taxada em nenhuma.
Preguiça de ler. Preguiça de escrever. Preguiça de contar a verdade. Preguiça de levantar. Preguiça de descarregar as fotos da máquina. Preguiça de organizar os arquivos. Preguiça de organizar as canetas. Preguiça de colocar as coisas organizadas na pasta. Preguiça de lavar a louça. Preguiça de revisar. Preguiça de entender. Preguiça de fazer certo. Preguiça de pensar, de mudar. Preguiça de cuidar do bicho. Preguiça de cuidar da ferida. Preguiça de levar o guarda-chuva. Preguiça de pegar o casaco que a mãe mandou. Preguiça de lembrar da educação. Preguiça de dizer obrigada e desculpe-me pela grosseria de ontem. Preguiça de fazer orçamento. Preguiça de ler o orçamento. Preguiça de trabalhar. Preguiça de viver. Preguiça de suar na academia e ter que tomar banho depois. Preguiça de dormir. Preguiça de acordar. Preguiça de esquecer o passado. Preguiça de viver o presente. Preguiça de pensar no futuro. Aí não é só preguiça, é medo também. Preguiça de deixar para amanhã, e acabar pensando depois. Preguiça de agir certo, pois talvez as pessoas achem estranho. Preguiça de realização. Preguiça de demitir. Preguiça de ser polêmico. Preguiça de escrever no blog. Preguiça de organizar. Preguiça de ter mais trabalho. Preguiça de esperar e de ter paciência. Preguiça de fazer o que não se quer. Preguiça de fazer o que sempre quis. Preguiça de guardar as memórias que nos condenam e nos colocam em situações onde sabemos que estamos errados. Preguiça de viver coisas novas com as mesmas pessoas. Preguiça de gente. Preguiça de se importar. Preguiça de ganhar dinheiro. Ou preguiça de gastá-lo com o que interessa. Preguiça de sair. Preguiça de passar o hidratante nosso de cada dia. Preguiça de lavar os pincéis. Preguiça de sujar para não ter que limpar depois. Preguiça de trocar as lâmpadas queimadas. Preguiça de arrumar o armário. Preguiça de resolver. Preguiça de colocar as cartas na mesa. Preguiça de fazer boas propostas. Preguiça de se vestir pelo frio. Ou de se lavar pelo calor. Preguiça de declarar. Preguiça de dizer. Preguiça de admirar. Preguiça de tentar.
Se tem preguiça de tudo hoje. Devo confessar que devido à certos momentos decisivos da educação que recebi, minhas tardes pouco foram ocupadas pelo sentimento de preguiça. Falta de ócio, talvez. E pela falta excessiva de momentos de preguiça, durante uma curta fase da minha vida adulta me dei ao direito de ser preguiçosa. Eu achava que eu não conseguiria incluir algum tipo de atividade paralela na minha rotina, e hoje consigo estudar, fazer academia e retomar (recentemente) alguns hobbies. Na realidade o “achar que não” é preguiça de ter iniciativa para tentar. Acima eu não listei as minhas preguiças. Listei preguiças de vários amigos, família, pessoas que convivem comigo no geral. As minhas estão aí no meio, misturadas. São algumas poucas e escrever no blog é uma delas. Gosto e faço isso bem menos do que deveria, algumas vezes por conta da preguiça que se instala.
Ninguém é super, que consegue fazer tudo. Fracassar faz parte da nossa vida… desde que a preguiça não seja a principal razão do fracasso. E desde que não se tenha preguiça de admití-lo.
Palavras tabus: preguiça, maldita e desgraça. Detesto as 3.
E chegou a hora de receber e postar as caixinhas das amitrocas de inverno de 2010! A minha amiga foi a Roberta Dias, e recebi a caixinha dela na sexta-feira!
As coisinhas que tinham dentro:
1) Brinco de gatinho (acertou em cheio!)
2) Cachecol feito a mão por ela, preto (eu não tinha um preto coringa ainda :O)
3) Manteiga de cacau líquida da Vult, não está na foto porque já estava no meu case! Eu ainda não conhecia essa!
4) Chá-de-camomila, pra dar aquela acalmadeenha…
5) Esmalte da coleção Penélope, eu ainda não tinha.
6) Meia de coraçõezinhos, acertou em cheio de novo
7) Bilhetinho
Coisinhas de ganhei da Roberta, na troquinha do Pespontos.
Missão cumprida e o começo de uma nova amizade
bjs Rô, adorei tudo!
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Post da Rô sobre a caixinha que ela me enviou! A foto dela ficou mais bonita que a minha!
Clique aqui e leia.
Hoje já é quase quinta mas vou falar de sábado passado, quando eu e minha mãe fomos até São Paulo dar uma voltinha, olhar vintrines e dar aquela caroçadinha básica. Caroçar é uma arte! Adoro olhar vitrines, buscar referências, experimentar coisinhas e só comprar o que me interessa. Ou ás vezes, nem comprar o que me interessa por conta de algum fator X.
É o caso deste sapato abaixo (prepare seu coração).
Achei incrível! Pena (ou graças a Deus) que não tinha o meu número.
O sapato é feito todinho de couro, sola super grossa, bem artesanal mesmo.
Salgadinho o preço, mas valia por ser super feito à mão. Tinha esse rosa de couro e o preto de verniz.
Preço: R$ 240.
Eles aceitam encomendas, e sugiro (por causa do formato) que você peça 1 número maior que o seu. A forma parece pequena…
A loja é a Melancia Acessórios, tudo muito lindo!
Galeria Ouro Fino
Rua Augusta 2690 - 1° Piso- loja 206 (Jardins, São Paulo)
Tel: (11) 3081-1239
Fiz questão de divulgar aqui porque a vendedora foi suuuper simpática e me deixou a vontade para olhar tudo com as mãos. Cada coisa SUPER FOFA!
Eu nem estava planejando dar um pulo na galeria Ouro Fino. Acabamos indo para a Av. Faria Lima em uma tentativa frustrada de ir no Instituto Tomie Othake. Eram antes das 9h da manhã e as exposições só abriam às 11h. Então, saímos andando pra frente, olhando umas vitrines de lojas de decoração ali perto, enrolando, enrolando. E fomos até a Oscar Freire, na minha opinião um dos pontos mais econômicos de São Paulo. Na maioria das vezes eu só olho, rs.
Bom, eu queria mostrar o Mercadinho Chic para minha mãe, mas só abria meio-dia. E aí ficamos enrolando, entramos na Augusta e tchanan! Apareceu a Galeria Ouro Fino bemmm na minha frente. Fazia uns 10 anos que não entrava naquele lugar, ouvi uns boatos que tava tudo meio caidinho e tal… e aí resolvi entrar. Cortei o cabelo no impulso no Mundorama (salgadinho o preço do corte, mas muito bom!), entrei em algumas lojas, entre elas a Melancia e uma outra de peças em prata chamada Cohn.
Conheci a dona de Cohn que é uma moça hiper simpática e que ammmmaaa gatos. Aliás, muitas coisas que ela faz são cat inspired total. O que mais amei foi um anel com 2 orelhinhas de gato e um colar com uma flâmula escrito Cat Lover. A minha cara.
Saindo de lá voltamos no Mercadinho Chic e para minha surpresa os expositores eram outros e tinham umas coisas AMAZING. Comprei um brinco de prata que não resisti, da Fernanda Spilborghs. Um bom gosto fora de série e peças super esculpidas em prata. Vimos muita coisas e lálálá, e saímos de lá procurando algum lugar bom e barato para almoçar nas redondezas.
Achamos um restaurante no final (ou no começo?) da R. Augusta chamado Comida dos Anjos. É um restaurante por kilo com pratos super incríveis. Eu e minha mãe gastamos (juntas!) trinta réau, e comemos lasanha ao funghi, linguado ao molho roquefort e outras coisas de um patamar complexo da culinária. Muito bom!
Depois dessa saga nos Jardins fomos até o Museu da Casa Brasileira (super pequeno o acervo) e estava rolando uma exposição sobre Brasília. O que mais gostei de saber foi que Brasília foi “feita” através de um processo de concorrência onde participaram 4 arquitetos. Bem legal esse fato, pois é algo ligado ao mundo da comunicação que eu não imaginava que tinha rolado com a seleção de um fornecedor para idealizar uma cidade!
Na sequência andamos umas booooas quadras pela Av. Europa até chegar no MuBe, onde estava rolando uma exposição sobre Victor Brecheret (patrocinada pela Renner) e aproveitei para dar uma estudada em coisas que estou aprendendo na faculdade. Deu para ver algumas esculturas, e os rascunhos e roughs do Brecheret.
Saindo de lá fomos até a Shoestock que estava fervendo de mulheres alucinadas ladeadas por pilhas de sapato. O esquema é auto controle no talo, olhar tudo, experimentar o que for possível e pensar 2339 vezes antes de pensar em levar. E foi isso que eu fiz, naaaada de comprar uma ankle-boot-havana-perfurada-linda-que-ficaria-incrível-para-ser-usada-com-vestidos. Nada disso.
Quando saímos de lá eram umas 18h, ou seja, fazendo as contas nós estávamos andando desdes as 8 e meia da manhã. E fomos esperar o Maurício no shopping Vila Olímpia. Mais de 12h de camelação sem destino definido. Mas foi um dia super legal, só eu e minha mãe curtindo um friozinho de leve. Levemente, assim, parecendo que não há nada com o que se preocupar. Adoro.
Há alguns finais de semana eu tenho me esforçado para não trabalhar e me divertir um pouco. Os 2 últimos foram bem legais. No feriado de primeiro de maio fiz com a Renata e Juliana (que conheci no curso Ações Inovadoras da ESPM) um tour em Santos como turista! Passeamos no Centro Histórico de Santos, no Monte Serrat, comemos Meca Santista, etc etc. Fotos aqui.
Neste final de semana ficamos em São Paulo. Sexta fomos no show do Johnny Rivers, dormimos na Flávia e sábado fizemos um passeio emulando paulistanos bem nascidos, com brunch na Bella Paulista pra começar o dia.
Vitrine do mal, cheia de doces de váaarios tipos. Entre eles um brigadeiro de copinho com mousse de limão que eu adorei.
Na Bella Paulista eu e o Maurício dividimos um sanduíche de Gorgonzola com uva, azeitona e espinafre. Amazing, um dos melhores sandubas que já comi até hoje.
Depois fomos dar uma andada na Oscar Freire pois eu queria comprar uma Melissa para minha mãe na Galeria Melissa. A loja é muito foda, sempre tem umas Melissas diferentes. Eu já tinha ouvido falar dessa Lady Dragon aqui abaixo, mas ainda não tinha visto pra vender pessoalmente.
Todas as cores são lindas, mas eu resisti e não trouxe pra casa pois já tenho uma Lady Dragon exótica.
Depois de lá fomos no Mercadinho Chic, espaço na Oscar Freire que eu ainda não conhecia. É uma espécie de feirinha-hippie-prime (hipprime?), com peças artesanais feitas por gente de muito bom gosto. Muita coisa de prata e Swarovski, e em alguns stands achei peças de ouro e outro branco, tudo criado por jovens designers. Todo mundo sabe que eu adoro descobrir essas coisas e sou fãzoca de coisas artesanais, fofas e genuínas, pra vestir e pendurar nas orelhas e no pescoço.
Rolou um auto-controle, mas tive que trazer isso pra casa:

Um gatinho e um laço feitos artesanalmente. O gatinho é da designer Ana Barcellos (www.anabarcellos.com) e o laço na fitinha de camurça é da Gabriela Ricca (gabiricca arroba hotmail ponto com). Ambos irresistíveis.
Depois fomos até a Fnac dar uma volta e olhar uns eletrônicos. Lá em cima no café tinham uns quadros bemmm lindos expostos, do André Gonzaga (da Lata). Pesquisei mais sobre ele e tem uns quadros bem fodas, surrealistas em todos os sentidos! Flickr dele, aqui.

Depois da Fnac pegamos a Flávia no teatro, e antes de voltar para Santos, uma paradinha na Shoestock. Eu ia fotografar uns modelos de sapato que tinha amado mas não compraria, só que a loja tava fechando. Tinham uns super bonitos, super invernais, mas super altos tb - que para quem andar muito a pé (como eu) não rolam. Pra mim não há nada mais bizarro do que sair de casa sabendo qe vai andar muito com um puta saltão.
Por isso comprei uma sapatilha café meio craqueladinha em prata, que estava fazendo falta no meu armário. Peguei uma com vintão de desconto, e com pedrarias charmosinhas.
Por fim, dia das mães com almoço em família. Resumo de um final de semana com pessoas que amo, reais a menos e algumas calorias a mais. Ô coisa boa!