Ain´t no mountain high enough

9 June, 2009

1975 - The past and all it´s tears behind me

Filed under: Coisas bonitas, Coisas legais, Letras de Música, Videos — Tags: , , , — Ludmilla Rossi @ 1:28 am

Recomendo clicar em play pra ler o post.

“Feels like maybe things will be all right
Baby, Baby
Your love’s made me
Free as a song singin’ forever”

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Minha vó faleceu em 7 de novembro de 2008. No domingo, 7 de junho, fui na casa dela, exatos 7 meses depois, separar as coisas e ver se havia algo do passado que eu gostaria de resgatar. Aquele armário, que sempre pareceu um universo enorme para uma menina de 6 anos de idade, virou um guarda-roupa comum, aromatizado com naftalina e cheiro de madeira velha. Não acho esse cheiro ruim, e nem sei se é bem de naftalina. Mas era um cheiro típico da casa da minha avó. Depois de muitas horas, separei algumas roupas, algumas jóias, 3 óculos de sol (minha avó só tinha 3 óculos de sol!) e uma bolsa authentic vintage. Algumas fotos e cartas que abrirei daqui a um tempo.

Foi uma volta ao passado, de coisas que eu via esporadicamente quando vinha da Bahia para a casa dela. Aquele armário sempre foi um mundo paralelo. Eu tinha um medo inconsciente dele. A penteadeira eu abria minha vida inteira, e vasculhava cada canto. Os batons eu usava em 1986. Joguei fora umas sombras de bastão, apodrecidas que eu usava para me maquiar quando criança. Se eu soubesse teria arranjado umas sombras Renew pra minha avó.

Ela tinha mania de guardar coisas. Sabiamente ela guardou uma saia florida que não devia servir nela há anos, e acabou ficando perfeita em mim. Muitas coisas serão doadas. Dentre tudo que eu trouxe e herdei da minha avó, a maior parte das coisas não se guardam em caixas ou em armários.

Hoje minha mãe voltou na casa dela. Alguns cantos não haviam sido explorados ontem, um deles, em cima do armário. Minha mãe achou uma coleção de revistas Geração POP, de 1973, 1974, 1975… Ok, qual é a graça em cima dessas revistas amareladas? Um parênteses para essas coisas que a gente não encontra, mas encontram a gente. É clichê falar que a gente não é do nosso tempo. É chato falar como um velho rabugento que afirma que as coisas eram melhores antigamente. Mas é fato que a música hoje não me encanta como a música florescida em décadas passadas.

Sempre comento com o Maurício que eu me imagino ligando um toca-fitas antigo, num carro antigo, ouvindo o último hit dos Carpenters. Ou indo além, como deve ter sido mágico viver numa época em que Carpenters e Diana Ross disputavam as primeiras posições da Billboard. Imagine entrar em qualquer boteco que você entre estar tocando Only Yesterday ao invés de Calypso ou Ivete Sangalo. Não é uma questão de viver DO ou NO passado, mas sim de realmente admitir que a criatividade musical da humanidade já teve o seu ápice nos últimos 100 anos (ou 1000 anos). E que se é pra este ápice ser superado, que seja se forma convincente. O ATARI está no passado, mas não é o ápice dos videogames. Mas musicalmente a humanidade ainda não superou as 3 décadas de 60 a 90. Sorry.

Voltando a revista Geração POP, minha mãe me trouxe essas revistas, sobre as quais eu jamais tinha ouvido falar. Sou de 82, a revista nasceu uma década antes de mim, em 1970 pela Editora Abril. Me emocionei ao abrir os exemplares e meus olhos encontrarem a estética que eu facilmente adotaria hoje para viver. Me senti mais confortável e ambientada com o mundo que eu encontrei na Geração POP do que o que eu encontro na NOVA. Eu conhecia todos os artistas que estampam a revista: Cat Stevens, Diana Ross, Barry Manilow… pensei comigo que seria simplesmente fabuloso achar uma revista que trouxesse os Carpenters como matéria central. E foi o que aconteceu quando eu tirava as revistas da caixa.

“Nós ainda acreditamos no amor” - Os Carpenters é a matéria de capa de um dos exemplares. Coloquei Only Yesterday pra tocar e por uma fração de segundos eu me transportei 20 anos atrás. Curiosamente procurei na internet sobre o que aconteceu com a revista Geração POP, e aí vai…

A Geração Pop – também conhecida apenas como pop, já que o logotipo põe esta palavra em destaque – era de música pop em geral. Seu estilo era mais comportamental, mainstream, não se prendendo ao rock, mas a outras tendências populares da música jovem, como a soul music (Jackson Five, Stevie Wonder) e o pop romântico (Carpenters, Elton John). A decadência da revista se deu porque ela não conseguiu acompanhar as tendências musicais atuais. Sobre o punk rock, arriscou-se a fazer matéria fictícia, com dois meninos de rua, aparentando pivetes, que seriam integrantes de um inexistente grupo de punk rock. Foi sua sentença de morte.
Fonte

Depois de 36 anos, que mantiveram sacos plásticos e a rotina afastando as revistas dos meus olhos, a Geração POP não conseguiu acompanhar as tendências musicais atuais. Mas ela nunca precisou mesmo fazer isso. Ela encontrou seu nicho, chegou ao seu target com um atraso de quase quatro décadas. A maior parte dos artistas presentes em suas páginas não deveriam ser substituídos por tendências atuais. Ler essa revista hoje não é voltar ao passado, mas sim reconhecer que o passado não é obrigatoriamente substituído pelo presente apenas pelo frescor do seu tempo, mas sim pelo frescor de sua criatividade. Tomorrow may be even brighter than today.

(Eu disse, maybe).

Letra completa de only yesterday dos Carpenters

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24 May, 2009

Louis Vuitton aguçando

Filed under: Coisas legais, Compras — Tags: , , — Ludmilla Rossi @ 12:01 pm

Nunca estive plenamente convencida a comprar uma bolsa dessa marca pelo custo/benefício, mas digamos que esse vídeo é mega sensorial e dá uma aguçada em qualquer micróbio fashion que exista.

Que movimentação de câmera!
PS.: O vídeo é de 2003 mas só achei agora, portanto, é novo!

18 May, 2009

Keep calm and carry on

Filed under: Coisas bonitas, Coisas legais — Ludmilla Rossi @ 4:09 am

Ok, escrever isso às 4 da madrugada é foda, eu sei… mas…

keepcalm1

keepcalm2

keepcalm3

Desde que vi esse poster num espaço decorado com peças do Johnathan Adler, eu pirei. Vou fazer um desses para colocar aqui no novo espaço da Mkt Virtual.

Eu não sabia, mas até tem um site especializado em souvenirs deste genial slogan, que foi inventado em meados de 1939. Aqui tem a história dele.

É tão velho, mas se mantém tão atual né? Vamos nos manter calmos e seguir em frente, mesmo depois de virar uma madrugada na empresa.

Brechós on-line e a arte da renovação

Filed under: Coisas legais, Compras, Diarinho — Ludmilla Rossi @ 3:24 am

Sempre tive uma atração pelos brechós físicos, sempre gostei de velharias e adorava passar horas nas araras tentando imaginar a quantidade de história atrás daquelas peças. Ás vezes eu queria ser uma câmera para documentar toda a viagem de uma peça da fábrica, até o ponto de venda, até o comprador e depois até o brechó, e quem sabe até um novo comprador.

Vintage

Semana passada fiz a minha primeira compra de algo usado pelo Mercado Livre. Dei sorte (aliás tenho um olho clínico pra achadinhos) de achar uma bolsa incrível e a um preço super super barateenho. Fiquei com aquele pézinho atrás de receber um produto zoado, mas não. recebi uma bolsa Santa Marinella de couro vermelho completamente trabalhado em tressé, uma obra prima. A alça, regulável e de nózinho também é um charme. Uma bolsa que no mínimo foi comprada por uns 300 a 500 reais vendida por 64 já com o frete incluso. Uma pechincha. Uma bolsa “não tão digna” na Renner ou Riachuelo custa isso. Dignidade pra mim é acabamento, matéria-prima e final look.

Sei que é completamente anti-sustentável mas só vejo 2 tipos de bolsas na minha vida:
1) Couro legítimo
2) Tecido
(Aí depois abrimos para uma terceira categoria de bolsas de paetê e pelo e materiais mais extravagantes, que são exceções.)

Abomino couro sintético. Não sei explicar a razão. Tinha uma bolsinha de couro sintético que eu amava e estragou, e depois (acho que pelo trauma) passei a desprezar todas as bolsas de couro sintético do mundo. Só que esse desejo por bolsas de couro custa bem caro, e é quase inatingível ter uma boa coleção. Empatar algumas centenas de reais numa bolsa não rola. E aí, o mercado de brechós on-line podem resolver esse problema facinho facinho.

Não tenho problemas em comprar coisas usadas (exceto roupas, aí não rola nem ferrando), se estiverem limpinhas e ultra bem conservadinhas. Como foi o caso da bolsa que comprei. Não usei brechó on-line nesse caso, usei o Mercado Livre e a experiência foi bem bacana. No caso, acho que eu só compraria bolsas, jóias ou bijoux. Roupas e sapatos, never.

Só que, assim, eu vi váaaaarios brechós que compram coisas de sites de fora do Brasil - leia-se sites que vendem coisas legais e hiper baratas - por preços até 10x maior! Foi o caso de um óculos de U$ 5 que comprei no Bleudame, e vi pra vender por R$ 180 no conhecido B.Luxo. Conclui-se que é muito mais saudável para a conta bancária ir direto no Bleudame e contar com o cartão de crédito internacional. Não só no Bleudame, como na Asos ou no ModCloth. Todas essas belezinhas entregam no Brasil e o frete mais baratinho é o do Bleudame.  (Já pedi óculos do Bleudame e a qualidade deles é MUITO BOA. A Chillibeans apanha bonito deles em preço e acabamento).

Assinei o RSS de alguns brechós on-line. Vamos ver se realmente aparecem produtos legais, bem conservados e a preços dignos. Acho isso é bacana porque além da idéia de troca, é dar longevidade na vida de um produto que passa a deixar de servir um, e passa a servir um universo completamente diferente.

10 May, 2009

‘Cause I’m never gonna stop the rain by complainin’

Filed under: Coisas legais, Diarinho, My stuff — Tags: , — Ludmilla Rossi @ 2:21 am

Existem coisas que fazem diferença, para o bem ou para o mal. Existe a crítica. Existe a palavra doce. Existe o gesto. Existe o pensamento. Existe o cuidado. Existe a motivação. O que faz a diferença na minha vida é ver como tudo tende a andar para a frente. É ver como crítica, autocrítica, doçura, gestos, pensamentos sempre positivos e cuidado com a negatividade são as coisas que me inspiram todos os dias.

Em novembro do ano passado perdi uma pessoa muito importante, mas que desde criança me ensinou que ‘I’m never gonna stop the rain by complainin’. Ok, o título do meu blog é o nome de outra música, mas essa anda me guiando bem mais. Começa a chover, e não é porque a gente reclama que a chuva vai parar. Não é porque a coisa não sai exatamente como queremos que a gente deve reclamar, seja gratuitamente ou seja para conseguir o que se quer. A gente precisa saber ser crítico sem reclamar. E a nossa autocrítica precisa estar ligada no máximo para ter a plena consciência que nosso poder de realização sempre será maior quando pararmos de achar que estamos completamente certos em nossas limitadas visões. Isso é muito cansativo de se praticar, pois acaba sendo conflitante com você mesmo.

O que faz a diferença? O que faz você deixar alguém feliz? O que alguém faz que deixa você feliz? E o pior, será que alguém ou algo precisa se preocupar em deixar você feliz o tempo todo? Será que isso não deveria vir de dentro? Quando penso assim, passo a ser muito mais feliz, sem depender de nada ou de ninguém. Ok, sei que tenho muitos motivos para ser muito feliz. Mas também tenho vários que poderiam me puxar para baixo, e me fazerem reclamar 7 dias por semana. Só que a chuva vai continuar caindo, o mundo vai continuar girando, as pessoas ao redor vão continuar do meu lado, e eu posso escolher entre reclamar, agir e/ou ver tudo por um prisma positivo. Tudo isso é muito bonito, não? Só que eu gostaria muito de ter aprendido isso antes, com problemas menores. Hoje tenho alguns problemas maiores com muito menos impacto em mim do que probleminhas pequenos que te tiravam do sério. Talvez por imaturidade, talvez por um processo natural de aprendizado (é ótimo detectar cada item de aprendizado a cada dia, e melhor ainda é documentá-los).

Tenho a sorte de conviver (muito ou esporadicamente) com algumas pessoas que são verdadeiras lições de vida, cada uma em um quesito. Algumas já viveram coisas que eu não faço idéia. E mesmo sem elas saberem, ou terem idéia disso, muitas vezes o que nos une é o “never gonna stop the rain by complaining”. Como eu amo isso num coro de vozes, e como não é utopia que muitas vezes o mundo é assim.

29 April, 2009

Stabilis Móveis, Saarinen a preço justo

Filed under: Coisas legais, Compras, Mkt Virtual — Tags: , , , — Ludmilla Rossi @ 1:43 am

Na saga da reforma, precisamos comprar mesas, right? E aí já que tínhamos comprar mesas, que tal unir a demanda a um sonho de consumo de longa data? A mesa tulipa (depois descobri o nome próprio dela, Saarinen) era uma paixãozinha antiga guardava em alguma gaveta materialista do meu cérebro.

Depois de um longo processo de convencimento (e de auto-convencimento, eu preciso, sério!), pronto, vamos comprar a mesa. E lá vai a Tok&Stok me dar um balde de água fria. Pronto. No Saarinens at all. Esperei, esperei. Nenhuma ligação. Desisti.

Fui atrás de um fabricante de mesas Saarinen. Foi meio chato de achar no Google, mas achei um chamado Stabilis. Comprei no escuro. Hoje recebi as mesas. Foi um processo simples, comprei por telefone, negociei, os caras entregaram exatamente o que eu queria.

Se você quiser comprar uma Saarinen fora de medida, os caras fazem também. E isso foi mais im ponto favorável a eles, pois a medida customizada ajudaria bastante no aproveitamento de espaço. Em 1 semana tudo foi resolvido. Se eu esperasse a Tok&Stok…

A diferença entre as mesas: A da Tok&Stok tem a base original de fibra de vidro e mistura de pedras, mais leve. A que eu comprei tem a base de alumínio fundido, mais nobre e pesada. Ambas as mesas tem o mesmo tampo de mármore branco nacional. No caso da Stabilis eu fui meio chata e passei um briefing da pedra e eles escolheram bem. É um mármore branquinho, levemente manchado de cinza. Casou perfeitamente no escritório e adorei. A mesa é super imponente e pesadona, linda! Ainda bem que deu certo…

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A Stabilis fica em São Paulo. O site deles poderia ser bem melhor e explicativo, mas passando a mão no telefone e ligando, resolve-se.
http://www.stabilis.com.br/

24 April, 2009

Batom Avon Renew

Filed under: Beleza, Coisas legais, Compras, avon — Tags: , , — Ludmilla Rossi @ 8:13 pm

Não tenho nenhuma dúvida em falar que este é o melhor batom da AVON. A fixação é boa, as cores (boca e rosa) são lindas, a embalagem é loosho e o preço é ótimo. É o que tem tabém a melhor matéria prima, a textura é suave, brilhosinha, fofa.

BATOM RENEW

Essa nova embalagem é perfeita, linda. As cores estão bem mais legais que a linha anterior. Peguei 2 = cor de boca e o rosa. O rosa combina perfeitamente, o cor de boca fica levemente laranjinha, hype mas eu vou ter que aprender a combinar.

Momento eu amo meu cliente: www.avonrenew.com.br

Tá concorrendo ao posto de “meu batom favorito” concorrendo com o Syrup e o Lustre da MAC.

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Momento diquinha: Sacks baixando preços da linha YSL. E tem BabyDoll no estoque!

19 April, 2009

Maquiagem mineral Contém 1g - Review

Filed under: Beleza, Coisas legais, Compras, Maquiagem, avon — Tags: , , , , — Ludmilla Rossi @ 3:51 pm

1 - Pó Contém 1g Maquiagem Mineral
2 - Corretivo Contém 1g Maquiagem Mineral
3 - Rímel Extension Tubes L´Oreal

Eu estava bem curiosa quanto a maquiagem mineral, mas não tinha coragem de pagar pelas marcas gringas, e também minha expectativa era bem pequena sobre a diferença que ia ser da maquiagem comum. Antes dos 22 anos maquiagem para mim era só em dia de festa, mas depois que a olheira não some com uma boa noite de sono e que os radicais livres já começaram uma micareta na sua pele, a gente precisa apelar para o make de dia, de noite e algumas vezes até pra ir na padaria comprar pão se você mora em uma cidade pequena (eu corro o risco de fechar um negócio enquanto eu peço uma média no balcão, hahaha).

Voltando ao tópico, a maquiagem mineral da Contém 1g foi um achado pra mim. Eu acho bemmm difícil acertar a mão na maquiagem, o balanço entre o leve e o heavy é uma linha tênue. No aniversário do Maurício esqueci o blush e tava parecendo um fantasma, mesmo usando uma base hiper sensacional da Clinique. Eu acabei errando a mão e passei a base da Clinique com um pincel do Boticário e usei “tinta demais”. Essa história de ter que ter um arsenal de pincéis e instrumentos diferentes me enche o saco.

Eu gostei da praticidade da maquiagem mineral porque tanto na base, corretivo e pó, já vem um pincel acopladinho. Ou seja, MARAVILHA, não tem que andar com várias pelas separadas pra aplicar. Viva! A sensação da maquiagem pra mim é ótima também porque sempre que uso base sinto a minha pele (mesmo não sendo super oleosa) pesada e morro de vontade lavar o rosto de 10 em 10 minutos. O que é muito bom na make mineral é que o trio base, corretivo e pó é todo em pó solto, mais uma vantagem porque me sinto com a pele de tia quarentona quando uso pó compacto, mesmo sendo o MAC StudioFix que é perfeito nas fotos, mas bem pesado ao vivo.

Não vou dizer que a cobertura da maquiagem mineral é super lisa, mas para mim funciona numa boa, especialmente nas olheiras que é o meu foco maior de atenção. A sensação é de que vc não está maquiada, apenas corrigindo os defeitos. Abaixo o make que fiz para ir a um show, e particularmente eu curti o resultado

Para preparar a pele usei a maquiagem mineral, e de resto tudo da Avon - delineador roxo Avon Color Trend que é luxo e o quarteto de sombras cor Flores que é lindão. O rímel é o da L´Oreal da foto (3) que é de longe o melhor rímel que já conheci, mesmo tendo no meu case 2 da Lâncome (presentinhos da Carol) e 1 da MAC que comprei na promo, que é bom mas não se compara ao da L´Oreal.

Para a pele usei, nessa ordem.


Base Contém 1g Maquiagem Mineral, Cor Encantada


Corretivo Contém 1g Maquiagem Mineral, Cor Encantada


Pó Contém 1g Maquiagem Mineral, Véu de Diamante

Curiosidade interessante: Os 3 produtos equivalem mais ou menos ao preço normal do pó StudioFix da MAC. Tô cada vez mais desestimulada a consumir produtos da MAC direto nas lojas do Brasil, especialmente depois do StrawberryNet ter aparecido na minha vida. Estou aguardando ansiosamente os produtos que comprei lá chegarem pra poder testar.

Comentário: com essas novas maquiagens a Contém 1g subiu no meu conceito de percepção de marca. Sei que eles estão propositalmente fazendo isso, mas a imagem deles que eu tinha era da loja que vendia os perfumes alternativo e a maquiagem bem teen, especialmente aquelas sombrinhas que encaixavam uma nas outras. Ainda bem que eles perceberam que podiam oferecer produtos melhores, e que o mercado brasileiro siga essa linha e não nos roube nos preços (como OBoticário tá tentando fazer com a linha nova de pó de diamante).

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