Um blog sobre nada específico, escrito por quem ama gatos, design e gosta de fazer muitas coisas.

Archive for the ‘Diarinho’ Category


Design de serviços - Curso na live|work

Aug 1, 2010 Author: Ludmilla Rossi | Filed under: Diarinho, trabalho

Há 2 semanas atrás tive a oportunidade de fazer um curso na Live|Work de design de serviços. Como eu sempre fixo melhor as coisas quando eu as passo adiante, seja falando ou escrevendo, vou colocar aqui o resumo da oficina no meu ponto de vista, e que também sirva para as pessoas interessadas no tema ou mesmo em fazer esse treinamento.

O primeiro conceito, meio que óbvio para mim é o gráfico preço X valor percebido. Quanto menos valor percebido, menor precisa ser o custo, e vice versa. 2 exemplos: os hotéis Ibis (baratos, sem luxo ou grandes diferenciais) e as bolsas Louis Vuitton (desejadas e que emprestam aos seus usuários status, glamour, blablabla).

Independente dos casos, é importante oferecer uma boa experiência (tanto ao se hospedar o Ibis, quanto ao comprar uma it bag). Pasme que 80% das marcas/organizações pensam que entregam uma boa experiência, porém apenas 8% do público concorda com isso.

Falou-se da Disney X Zappos, onde na Disney o processo de admissão é rigoroso levando em conta um filtro por características pessoais (tipo de sorriso, de corte de cabelo, etc), e na Zappos, nde os funcionários tem muita liberdade para não seguir scripts. Nos 2 casos, os colaboradores dessas empresas estão perfeitamente alinhados, o funcionário que entrega o serviço sabe que e como oferecer uma boa experiência para o cliente.

A inevitável pergunta “O que é design?” surgiu. No Brasil, por razões obvias design está diretamente ligado à publicidade a ao design de produtos, interiores, moda, etc. Porém design vai além disso, design também pode ser ESTRATÉGIA, CAMINHO e PROCESSO CRIATIVO. Em resumo “Design é o processo de tornar algo melhor para alguém…”. Sem saber nos debatemos com isso todos os dias na hora de fazer escolhas, de uma roupa, de um cosmético, de um telefone celular. Geralmente associamos design à beleza do produto, embalagem e etc, mas na realidade a nossa compra é feita pensando na expectativa da experiência. Pode avaliar isso na próxima vez que for comprar um simples batom.

Depois, já que o curso era de design de serviços, fez-se a pergunta O que é serviço, e o Tenny fez a analogia da carteira. É só abrirmos nossa carteira e nos depararmos com uma infinidade se serviços: cartão de crédito, plano de saúde, carteirinha de locadora, notas de restaurantes, etc. E resumiu-se como serviço “o desempenho oferecido por uma parte à outra”.

Na sequência, falou-se de inovação, e resumindo inovação: o valor que as pessoas dão para algo. E que as marcas são uma promessa, de autenticidade, sonho, falta de racionalidade, etc. Abaixo um vídeo beeem legal.

 

Baseado nesse vídeo conclui-se que invenção, tecnologia e inovação são coisas bem diferentes, inovação transforma a percepção e a vida do usuário de algum produto ou serviço.

O design de serviços, então, entra no mundo para fazer uma pergunta simples: “O que as pessoas desejam?”. E para obter essas respostas, obviamente existem técnicas. Design de serviços busca que todos os pontos de contato do cliente com a outra parte funcionem perfeitamente, envolvendo pessoas que usam e prestam o serviço, testando, simulando, buscando criar serviços tão bons que as pessoas recomendem umas às outras.

É algo que extá explodindo em outros países.

Uma das teorias é o duplo diamante, usando o pensamento de discover, define, develop e deliver, e em cada “ápice” temos o insight > idéia > ação.

Algo interessante que foi apresentado (e serviu bastante para me ajudar a entender) é que lucro real está na lealdade, em desenvolver lealdade. E lealdade está diretamente ligado a associar conceitos à marcas. (aí entra o branding dizendo o que a marca transmite e o que é captado).

Basicamente para mim essa foi a parte I do curso. A parte II envolveu algumas dinâmicas práticas. Um dos objetivos foi aplicar a teoria a uma pesquisa de campo no Shopping Iguatemi (já que o escritório da Live|Work) era bem próximo. Vamos abrir um parênteses aí né, porque meu “portifólio” de horas/shopping é realmente considerável. Só que tínhamos que visitar o shopping Iguatemi com os olhos de outra “persona”, perceber como seria a experiência “shopping Iguatemi” para ela. Em resumo a idéia era entender a persona, fazer um trabalho de campo, mapear os pontos de vista no dia seguinte, fazer um brainstorming e depois visualmente ter idéias. Na sequência escolher uma idéia e prototipar (com materiais como Lego*, Durex, cartolina, etc), e apresentar.

É isso, foi bem legal no geral. Fotos da turma aqui.

Abaixo uma outra apresentação  do pessoal da Live|work, para um evento específico. Bem bacana também.

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* Falando em Lego, hoje entrou no ar um projeto que a Mkt Virtual desenvolveu para a Lego Brasil, o concurso Crie e Ganhe 2010.

Flower power, liberty e florais em geral!

Jul 31, 2010 Author: Ludmilla Rossi | Filed under: Diarinho, estilo, moda

Amo florais, não importa a época, a influência, nada. Sempre que vejo estampas florais fico meio perturbada, hehehehe!

O Liberty recentemente ganhou atenção de marcas de fast fashion, Renner, Target e uma infinidade de marcas apostaram e incluíram essas flores miudinhas em suas coleções. Até a Nike lançou um sneaker lindo de flores!

nike-dunk-liberty

O nome Liberty sugiu por conta dessa loja, em Londres chamada Liberty of London que produzia peças com essas florzinhas pintadas a mão. Também ouvi dizer que era mais associada ao lado da ideologia de liberdade, mas não achei nenhuma fonte que citasse isso.

Já o Flower Power é associado aos anos 60 e aos hippies, como uma reação à guerra do Vietnã e ao fortalecimento do desejo de paz.

Ao meu ver, em termos gráficos o que acredito que diferencie os 2 estilos, é que reconheço em uma estampa liberty pequenas flores mais aleatórias e sem muito padrão. No flower power dá para perceber flores maiorzinhas, mais geométricas, e em algumas estampas, reconhece-se um padrão maior.

Anyway, independente do estilo, sempre que acho uma peça florida que “orne” fico com vontade de levar pra casa para a minha coleção. Eis as minhas:

liberty-blusas-estampadas

Para fechar, um item que acabou de entrar para minha wishlist:

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São plataformas da Santa Lolla que chegam às lojas na segunda, 02/08! Combinam perfeitamente com esse visual Liberty/Floral sem deixar a composição ”ingênua” demais. Adorei!

Layout novo…

Jul 26, 2010 Author: Ludmilla Rossi | Filed under: Diarinho

Tava aqui tentando faezr um layout novo para o meu blog, mas como é difícil fazer algo pra gente mesmo!  Fiz um bem rápido, mas vou fechar agora e abrir amanhã, pra ver se eu simpatizo. Ou compro um template de WP bacaninha e customizo, ou trabalho em uma estrutura própria… não sei ainda, ó dúvida cruel!

Momento imagebank barato

Jul 25, 2010 Author: Ludmilla Rossi | Filed under: Coisas legais, Diarinho, Eventos

piscinadebolinhas_02

piscinadebolinhas_011

Eu na primeira foto. Na segunda meu amor, minha irmã e eu, na piscina de bolinhas do aniversário do Enrico e Isabela.

PS.: Saiu um ponto a mais na assinatura da foto, mas beleza.

Sex and the City e suas lições

Jun 9, 2010 Author: Ludmilla Rossi | Filed under: Diarinho, Filmes assistidos

Todo mundo fazia aquela cara de “como assim?” quando eu contava que nunca tinha visto nenhum episódio de Sex and the City, que eu não sabia quem era Carrie e Samanta. Pra mim isso nunca foi relevante, nunca fui chegada em seriados que sempre me pareceram novelinhas passadas em Nova York ao invés de no Leblon.

Mas era bem “frustrante” quando eu ouvia o “como assim?” junto do “é a sua cara, vc precisa ver o figurino”. E por isso hoje eu resolvi assistir esse filme. Sim, por causa da futilidade, do figurino cheio de hot brands e de vestidos escalafobéticos. Não esperava grande coisa, mas não assisto filmes esperando grande coisa de todos eles.

E lá fomos nós, assistir esse filme no friozinho debaixo do edredom. E alguns comentários serão registrados abaixo:

Primeiro, a relação da Carrie com sua assistente, principalmente a cena do presente. Achei muito foda a troca dela naquele momento, e o discurso dela sobre a funcionária ter feito alguma diferença na vida dela. Esse vídeo deveria sim ser usado como instrumento motivacional em empresas, hehehe. A assistente dela cumpre um papel essencial e fundamental para a reengenharia do momento.

A amizade entre as 4, franca, sincera, sem melindres. O debate entre os escapes e futulidades de cada uma. A cena de reencontro.

E, principalmente a libertação de rótulos, selos, embalagens e triagens das quais os seres humanos fazem questão de se classificar e se alojar em prateleiras sociais.

Tirando os clichês, realmente o filme é bem bacana, pelos seus pontos altos - e o figurino é só um deles.

“Some labels are best left in the closet.” ou “We were perfectly happy before we decided to live happily ever after.” são duas boas frases de Sex and the City.

O propósito do meu blog

Jun 5, 2010 Author: Ludmilla Rossi | Filed under: Diarinho, Idiotices, Interessante

Comecei meu blog sem muito propósito. Era para ser um espaço, um diarinho descompromissado, para eu escrever algumas coisas, dividir umas músicas, desenhos, textos e referências da minha vida. Comecei a brincar de blog em 2007, já fazem 3 anos. Na real em 2002 tive um blog, onde era hostee de uma amiga virtual blogueira celebridade da época (Yael, que perdi contato). Durou pouco tempo, porque eu chamava de “blog” um HTM que eu atualizava na mão (hahaha).

Enfim, 5 anos depois criei esse blog. O seu nome faz todo sentido para mim, só não ouço tanto essa música como ouvia em 2007, mas ela permanece como um hino na minha vida. Ain´´t no mountain high enough, ain´t no river wide enough…

Cá estou querendo fazer um exercício mental do papel do meu blog hoje e cruzar isso com a minha idade, função e personalidade.

Tinha 20 anos quando inaugurei o meu primeiro blog. E 25 quando inaugurei esse. E agora tenho 28. Estou mais perto dos 30 anos, que tem se mostrado a idade mais assustadora (não para mim, mas para todos os meus amigos). Sinceramente eu tinha mais medo de fazer 15 do que de fazer 30. Tem coisa mais assustadora do que uma festa de 15 anos? Aquele vestido horroroso, aquelas roupas e cerimonial brega, a dancinha com um garoto na puberdade, as espadinhas e toda vibe “Back for good” dessas festas? Gente, obrigada pai, obrigada mãe por terem aceitado a minha “anarquia econômica” da época de ter banido festas de 15 anos da nossa família enquanto minhas amigas contavam cada segundo para “o grande dia”. Obrigada meu Deus por eu ter tido a brilhante idéia de viajar com mais 2 amigos e meu namorado + minha família como “troca” de uma festa que se transformaria em pó, constrangimento e fotos bizarras. Amém.

Voltando ao foco, de fato eu farei 3o anos em 2 anos. Isso não me alarma absurdamente, pois estou há 15 anos em processo de adultização, com frequentes recaídas. Às vezes, ou quase sempre, tenho toda a certeza do mundo que tenho 23 anos. E não sei explicar porque. Na realidade eu só percebo que vou fazer 30 anos quando vejo que a maior parte dos meus funcionários é mais nova do que eu. Sério, antes não era assim. Antes eu era mais nova que as pessoas que trabalhavam comigo. Hoje é o inverso…

Qual a diferença do meu blog aos 25 e aos 30? Antes eu anotava alguns pensamentos metafóricos, hoje eu prefiro escrever um pouco mais. Às vezes me poupo de escrever um pouco também, por considerar certos temas profundos, reflexivos ou partidários demais para um blog bastante fútil (futilidade é legal, acreditem!). Às vezes me poupo um pouco também por ter muita vontade de retratar fatos que acontecem na minha vida profissional, como empreendedora, fornecedora, e resumindo, chefe. Talvez esse post tenha a função de me encorajar a dividir essas coisas, ou apresentar pontos de vista, não sei. Acho que seria útil.

Não é o meu propósito tornar o blog formal, e deixar minhas meninices e futilidades de lado. Sim, adooooro maquiagens, comprinhas, moda, acessórios, pinturas, restaurantes gostosos, programas de índio entre outras coisas. Talvez eu precise de um novo layout, onde eu consiga segmentar isso de uma forma mais legal. Simples.

Isso tem a ver com a minha função. Difícil definir a minha função, mas acho que já fiz tanta coisa que a define. Muita coisa profissionalmente, muita coisa executada, tantas situações, vontade de resolver coisas, de ajudar pessoas, de contar histórias. Acho que essa é minha função, e pouco compartilhei 9 anos de experiência e muito auto-didatismo e aprendizado com funcionários. Aliás, poucas pessoas que lêem esse blog sabem o que realmente sou e faço. Meu about não diz muita coisa, e eu também nunca fiz muita questão de explicar claramente aqui meus papéis nesse mundo.

Isso tem a ver com a minha personalidade. Ok, um pouco atabascada, assumo. Quando as pessoas me falam isso “você tem personalidade forte” eu reluto um pouco, mas às vezes passo a acreditar lentamente nisso. Não gosto por ser um rótulo, mas olhando para trás sei o quanto isso trouxe de bom, e ás vezes de ruim. Prefiro focar no que trouxe de bom, e trazer um pouco mais de auto-controle para lapidar os erros que cometi por excesso de sinceridade, de falar o que eu realmente penso ou de agir da forma que eu acreditei ser a mais correta para o momento. Essa é a principal vantagem de fazer 30 anos: você poder assumir isso e foda-se. Afinal, agora, literalmente sou eu (e o meu trabalho) que paga as minhas contas, não é mesmo? O lado bom da minha personalidade também pode ser útil por aqui. Falar o que penso funcionou na maioria dos casos e faço isso bastante, falar tudo o que penso pode ser avaliado.


Um adendo, eu adorava falar isso quando tinha 18 anos e agora vejo como eu fui idiota, já que eu não pagava as minhas contas, e sim as minhas futilidades, hahaha. Ok, com 18 anos a gente se acha muito esperto, é um consenso coletivo da minha geração.

Por fim, a minha grande conclusão. Preciso transpor a realidade do meu blog para quem realmente sou hoje, sem omitir tanta coisa. Uma “garota” de 30 anos, em processo de adultização contínuo e eterno, e que acredita que isso não precisa ser chato. Uma profissional com uns bons anos de estrada, vivência na carne e crânio rachado por isso. E com uma função, na qual eu acredito muito, que é fazer as coisas que eu acredito, como eu acredito, com outras pessoas que acreditam.

Amitrocas 2010 - Troquinhas de inverno!

Jun 1, 2010 Author: Ludmilla Rossi | Filed under: Coisas legais, Diarinho

E chegou a hora de receber e postar as caixinhas das amitrocas de inverno de 2010! A minha amiga foi a Roberta Dias, e recebi a caixinha dela na sexta-feira!

As coisinhas que tinham dentro:

1) Brinco de gatinho (acertou em cheio!)

2) Cachecol feito a mão por ela, preto (eu não tinha um preto coringa ainda :O)

3) Manteiga de cacau líquida da Vult, não está na foto porque já estava no meu case! Eu ainda não conhecia essa!

4) Chá-de-camomila, pra dar aquela acalmadeenha…

5) Esmalte da coleção Penélope, eu ainda não tinha.

6) Meia de coraçõezinhos, acertou em cheio de novo :D

7) Bilhetinho

amitrocas2010

Coisinhas de ganhei da Roberta, na troquinha do Pespontos.

Missão cumprida e o começo de uma nova amizade :D

bjs , adorei tudo!

—–

Post da Rô sobre a caixinha que ela me enviou! A foto dela ficou mais bonita que a minha!
Clique aqui e leia.

Andanças, cultura e futilidades por aí!

May 20, 2010 Author: Ludmilla Rossi | Filed under: Coisas legais, Compras, Diarinho

Hoje já é quase quinta mas vou falar de sábado passado, quando eu e minha mãe fomos até São Paulo dar uma voltinha, olhar vintrines e dar aquela caroçadinha básica. Caroçar é uma arte! Adoro olhar vitrines, buscar referências, experimentar coisinhas e só comprar o que me interessa. Ou ás vezes, nem comprar o que me interessa por conta de algum fator X.

É o caso deste sapato abaixo (prepare seu coração).

melancia

Achei incrível! Pena (ou graças a Deus) que não tinha o meu número.
O sapato é feito todinho de couro, sola super grossa, bem artesanal mesmo.
Salgadinho o preço, mas valia por ser super feito à mão. Tinha esse rosa de couro e o preto de verniz.

Preço: R$ 240.
Eles aceitam encomendas, e sugiro (por causa do formato) que você peça 1 número maior que o seu. A forma parece pequena…

A loja é a Melancia Acessórios, tudo muito lindo!
Galeria Ouro Fino
Rua Augusta 2690 - 1° Piso- loja 206 (Jardins, São Paulo)
Tel: (11) 3081-1239

Fiz questão de divulgar aqui porque a vendedora foi suuuper simpática e me deixou a vontade para olhar tudo com as mãos. Cada coisa SUPER FOFA!

Eu nem estava planejando dar um pulo na galeria Ouro Fino. Acabamos indo para a Av. Faria Lima em uma tentativa frustrada de ir no Instituto Tomie Othake. Eram antes das 9h da manhã e as exposições só abriam às 11h. Então, saímos andando pra frente, olhando umas vitrines de lojas de decoração ali perto, enrolando, enrolando. E fomos até a Oscar Freire, na minha opinião um dos pontos mais econômicos de São Paulo. Na maioria das vezes eu só olho, rs.

Bom, eu queria mostrar o Mercadinho Chic para minha mãe, mas só abria meio-dia. E aí ficamos enrolando, entramos na Augusta e tchanan! Apareceu a Galeria Ouro Fino bemmm na minha frente. Fazia uns 10 anos que não entrava naquele lugar, ouvi uns boatos que tava tudo meio caidinho e tal… e aí resolvi entrar. Cortei o cabelo no impulso no Mundorama (salgadinho o preço do corte, mas muito bom!), entrei em algumas lojas, entre elas a Melancia e uma outra de peças em prata chamada Cohn.

Conheci a dona de Cohn que é uma moça hiper simpática e que ammmmaaa gatos. Aliás, muitas coisas que ela faz são cat inspired total. O que mais amei foi um anel com 2 orelhinhas de gato e um colar com uma flâmula escrito Cat Lover. A minha cara.

Saindo de lá voltamos no Mercadinho Chic e para minha surpresa os expositores eram outros e tinham umas coisas AMAZING. Comprei um brinco de prata que não resisti, da Fernanda Spilborghs. Um bom gosto fora de série e peças super esculpidas em prata. Vimos muita coisas e lálálá, e saímos de lá procurando algum lugar bom e barato para almoçar nas redondezas.

Achamos um restaurante no final (ou no começo?) da R. Augusta chamado Comida dos Anjos. É um restaurante por kilo com pratos super incríveis. Eu e minha mãe gastamos (juntas!) trinta réau, e comemos lasanha ao funghi, linguado ao molho roquefort e outras coisas de um patamar complexo da culinária. Muito bom!

Depois dessa saga nos Jardins fomos até o Museu da Casa Brasileira (super pequeno o acervo) e estava rolando uma exposição sobre Brasília. O que mais gostei de saber foi que Brasília foi “feita” através de um processo de concorrência onde participaram 4 arquitetos. Bem legal esse fato, pois é algo ligado ao mundo da comunicação que eu não imaginava que tinha rolado com a seleção de um fornecedor para idealizar uma cidade!

Na sequência andamos umas booooas quadras pela Av. Europa até chegar no MuBe, onde estava rolando uma exposição sobre Victor Brecheret (patrocinada pela Renner) e aproveitei para dar uma estudada em coisas que estou aprendendo na faculdade. Deu para ver algumas esculturas, e os rascunhos e roughs do Brecheret.

Saindo de lá fomos até a Shoestock que estava fervendo de mulheres alucinadas ladeadas por pilhas de sapato. O esquema é auto controle no talo, olhar tudo, experimentar o que for possível e pensar 2339 vezes antes de pensar em levar. E foi isso que eu fiz, naaaada de comprar uma ankle-boot-havana-perfurada-linda-que-ficaria-incrível-para-ser-usada-com-vestidos. Nada disso.

Quando saímos de lá eram umas 18h, ou seja, fazendo as contas nós estávamos andando desdes as 8 e meia da manhã. E fomos esperar o Maurício no shopping Vila Olímpia. Mais de 12h de camelação sem destino definido. Mas foi um dia super legal, só eu e minha mãe curtindo um friozinho de leve. Levemente, assim, parecendo que não há nada com o que se preocupar. Adoro.

Flickr photostream


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