Ain´t no mountain high enough

28 January, 2008

Múltiplos assuntos

Filed under: Clientes, Diarinho, Livros — Ludmilla Rossi @ 1:32 am

Hoje lembrei que em 2007 eu prometi a mim mesma que leria 30 livros. Eu não cumpri o acordo. Quando isso acontece me sinto muito loser. Muito mesmo. Leitura é um KY cerebral. Eu disse KY, não QI. Não entendam errado. Lubrifica os neurônios, e faz as idéias deslizarem.

Eu li alguns em 2007. Não sei se conto aqui quais. Não vou contar não. É dar informação demais. Quem quiser me pergunta pessoalmente, se eu gostar de você, eu até te empresto. Foram 6 livros no total.

Bom, em janeiro li 1. Proporcionalmente estou melhor que em 2007. A meta é 2 por mês, no mínimo 1. E não vale livrinho idiota e fininho, aliás, pode até ser idiota, mas o mínimo que tem que rolar, como eu já disse é lubrificar o cérebro. Passei o domingo dedicada a essa atividade, deitada na cama com uma roupa velha, e descansando da festa de ontem.

Foi bem legal, aliás… para quem não sabe foi aniversário de Santos (e da minha cunhada Simone, jornalista e ilustradora - momento do merchan, CLICA AQUI). O aniversário de Santos é um dia depois do aniversário de São Paulo. E estava na capa do UOL, uma pesquisa que dizia que 55% das pessoas que moram em São Paulo, se tivessem oportunidade, morariam em outro lugar. Fiquei meio assustada, mas certamente eu estaria nessa maioria se fosse entrevistada. Adoro São Paulo, para fazer negócios, para consumir, jantar e me divertir. Mas para respirar, eu prefiro Santos mesmo, obrigada.

O fato é que como ontem era feriado e aniversário da cidade, fui para o “baile da cidade”. Um evento muito bacana, idealizado pela Atrium Eventos, do caprichoso Fernando, cliente da Mkt Virtual. É interessante a gente fazer reunião de briefing, entender o que o cliente quer, construir o site da empresa dele. Diferente é estar dentro do serviço que ele presta e se surpreender com isso.

O jantar estava maravilhoso, com destaque para batatas duchese na frigideira de prata, e farofa de ervas. E a sobremesa genial. Foi divertido, especialmente que em bailes onde tocam Sinatra, eu me sinto em casa, com todas as letras decoradas. A-D-O-R-O.

O Mad, vulgo Gabriel, tem um blog. E eu já fui citada no primeiro post! Uhuu…

15 January, 2008

Ain´t no mountain high enough

Filed under: Diarinho — Ludmilla Rossi @ 1:51 pm

Ontem estava eu, sentada na recepção de um cliente (sem citar nomes), para fazer uma reunião rápida. O cliente acabou atrasando e eu aproveitei para tomar um café, ler um jornal, e desfrutar de uma recepção cheia de mármore e cadeiras estilosas. A música do ambiente estava uma bosta… Gal Costa, Simone e coisas derivadas. Detesto!

Bom, aquilo estava me deprimindo. Música que eu não gosto me deprime… eu não sei que raio eles fizeram, mas quando eu estava dando brecha pra tristeza, começou a tocar Ain´t no mountain high enough. UAU! Lembrei de tudo de bom que tive, tenho e tenho possibilidade de ter… e aí fiquei mega-feliz de novo, e o ambiente ficou muito mais legal, e eu esqueci que eu estava há vários minutos esperando o cliente.

Lá vai a letra, do hino e da música que dá nome a esse blog.

‘Cause baby,
There ain’t no mountain high enough
Ain’t no valley low enough
Ain’t no river wide enough
To keep me from getting to you

No wind, no rain

My love is alive
Way down in my heart
Although we are miles apart
If you ever need a helping hand
I’ll be there on the double
As fast as I can

Letra completa

7 January, 2008

Informação e Carlitos

Filed under: Diarinho — Ludmilla Rossi @ 8:00 pm

Carlitos continua vivo… e famoso. Meus gatos fazem jus ao nome que têm.

E o Carlitos, através do post que fiz pra ele, está trazendo ao meu contato várias pessoas que estão com gatinhos com algum problema relacionado ao maldito fibrossarcoma. Hoje mesmo chegaram várias visitas através das palavras tratamento de fibrossarcoma em felinos, fibrossarcoma e fibrossarcoma em felinos.

Resolvi fazer este post pois quando eu pesquisei sobre o assunto, em julho de 2004, a maioria dos resultados eram PDFs ou trabalhos científicos intraduzíveis, e eu, através da história do Carlitos quis ajudar essas pessoas que buscam este conteúdo, que nem sempre os veterinários, médicos ou whatever são claros em explicar.

—-

Foi o primeiro Natal e Ano Novo em 13 anos que passei sem ele.

 Passei com Ângelo e Zoinho. E o comportamento deles foi completamente diferente… o Carlitos ficava parado embaixo da árvore como se ele fosse O presente. O Ângelo e o Zoinho preferiram anarquizar geral e tentar destruir o hemisfério sul da árvore. O Zoinho aliás, por alguns segundos se enforcou numa sacolinha da Le Postiche quando foi tentar sair dela, mas nós salvamos ele.

16 December, 2007

Franqueza

Filed under: Diarinho — Tags: , , , , , , , — Ludmilla Rossi @ 8:34 pm

Ok, vamos ser francos.

Barry Manilow nessa performance parece querer ser uma espécie de Elvis Presley com a cara do Rowan Atkinson e a cor de cabelo da Carla Perez (PELOAMOR DE DEUS, CUIDADO AO CLICAR, INSTRUÇÕES ABAIXO EM BOLD*) no início de sua carreira.

A franqueza: eu adoro essa música na voz do Barry, e sei que isso arranha minha reputação musical. Mas é que essa música cantada por The Carpenters é outra catiguria.

* CARACAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAS, EU ENTREI NO SITE DA CARLA PEREZ! EU ENTREI NO SITE DA CARLA PEREZ! EU ENTREI NO SITE DA CARLA PEREZ! Ainda bem que ela me avisou que Jesus me ama através de um adorável alerta Javascript, só que há um porém! Alguma força do mal dominou o site dela, e do nada começa a cantar uma música I-N-S-U-P-O-R-T-Á-V-E-L.

OMG, OMJ, save me!

4 December, 2007

Muitas coisas…

Filed under: Diarinho — Ludmilla Rossi @ 1:59 am

Bom, cá estou. Um dia atípico.

Ia ser a “great hair day”. Meu cabelo saiu ótimo de casa, uma lavagem com shampoo vagabundo (pois ando reduzindo a cota para os shampoos purpurinados, são coisinhas divertidas de comprar, mas em mês de 13º eu coloco o pé no freio pois nada pode ir pelo ralo), uma secada rápida.

Cheguei no escritório, pepino. Depois velório. Nunca tinha ido a um velório na vida. Vou confessar o óbvio, mas não gosto. Recentemente passei pela triste experiência de ver meu companheiro de 13 anos parado, gelado, parecendo que ia levantar a qualquer momento. O triste é isso, a cena de ver algo morto, seja um passarinho, um gato, ou uma pessoa é ter a sensação de que vai reviver. Mas ao mesmo tempo é idiota pensar isso. Game over.

Depois do velório reunião rápida. Almocei uma coxinha e um eclair de creme, a única coisa que deu tempo. Depois a tarde inteira no ralo de e-mails, reunião de novo e detalhes pra resolver. Gente nova aqui na empresa hoje, espero que dê tudo certo. Depois reunião, e outra reunião, até as 21:58. Os outros 2 minutos tentei convencer o balconista do McDonalds a me vender um lanche, mas foi em vão. Ele tava mais a fim de fechar a loja e pegar seu bonde pra casa, e eu tive que me contentar com uma pizza do Sevilha.

O Gustavo veio fazer uma supresa aqui hoje. Depois de 2 anos sem vê-lo ele apareceu no meio da tarde todo aloprado aqui e me trouxe um Lindt. Essa parte do dia foi boa.

Enfim, um dia atípico mas meu cabelo permaneceu intacto até o fim do dia.

25 November, 2007

Compra-se

Filed under: Diarinho — Ludmilla Rossi @ 1:30 am

Compro tempo. Pago bem e à vista.
Interessados, postem aqui.

 Ok, isso parece coisa do Pedro.

The right answers

Filed under: Diarinho — Ludmilla Rossi @ 1:28 am

Bom, momento do auto-exercício. Há tempos estou para escrever algo decente nesse blog, mas não conheço todos os meus leitores. E alguns que conheço, talvez não gostaria que lessem o que eu escreveria aqui. Pode causar má digestão e provocar polêmicas e pensamentos errados. Por mais que eu evite, existe falador em tudo que é canto, e apesar não existir nenhuma para ser vestida, a carapuça serve e ainda fica folgada. Detesto essa sensação de “eu escrevi mas entenderam errado”. Por fim, um post polêmico sobre respostas certas na hora certa. Isso muda tudo.

Estou falando isso devido às diversas entrevistas que tenho feito. However, é algo divertido que vem ocupando minhas tardes e horários de almoço. Fiz muitas já, e como eu falei anteriormente minha pastinha de currículos é algo que amo hoje em dia, pois apesar de não achar isso bacana, qualquer empregador precisa se armar com todos os dentes e dedos, para qualquer situação - seja de muito trabalho, pouco trabalho, aumento ou redução de equipe, ou troca. Como falei anteriormente se trata tudo de achar pecinhas para lapidá-las como pedras de xadrez. Você acaba achando rei, torre, cavalo… e peão achando que é rei, cavalo se achando rainha e o mais raro… rei se achando peão! Incrível você analisar contrastes e ver gente vendendo o que não é, e gente com um potencial fudido e encondendo-o através de trabalhos insuficientes.

Pois bem, meu auto-exercício e a curiosidade de muitos talvez fosse como eu responderia as perguntas do nosso formulário de RH. Fiquei respondendo hoje, uma a uma. E vi que se trata de respostas certas. Ninguém é perfeito, mas apesar de ser dissertativo existe a resposta certa. Poucos acertaram, por medo ou por quererem responder o que uma pessoa de RH gostaria de ouvir. Nada de teoria… eu gosto de respostas práticas, com um português intacto, uma caligrafia dançante e, enfim, a resposta certa.

A resposta certa é aquela que é um deleite de se ouvir. Que você pensa, “puta merda, preciso contratar esse cara para ver no que dá”. Aí eu pensei: como eu responderia esse questionário cheio de perguntas como intenções analíticas?

E fiquei brincando de mentalmente responder. Foi divertido. Tentei pensar se eu estivesse passando por uma entrevista, qual bandeira eu levantaria. Enfim, respondi tudo. Se estava certo, eu realmente não sei.

Who knows?

17 November, 2007

The cats

Filed under: Diarinho, Gatos — Ludmilla Rossi @ 2:40 pm

O Zoinho está aqui. Ele é um gato que merece descrição. Ele está na frente do monitor agora tentando pegar as letras enquanto eu digito. O Angelo prefere ficar ao meu lado tentando mordiscar um sapato qualquer. O nome dele é glamour. Mas voltemos ao Zoinho, um gato magrelo, preto, com peito branco, uma pequena mancha grisalha no dorso e patinhas brancas. No escuro só dá pra ver as patas mas quando acendemos a luz nos deparamos com dois olhos desalinhados montados em uma pequena cabeça acabadas por orelhas bem grandes. O Zoinho não é bonito, mas ele não é feio. Ele é exótico, digamos. Ele não tem nada de fofo, mas de fato ele é bem fofo. Ele olha para todos com uma carinha de criança de orfanato, de piedade, de coitadinho. Uma criancinha ranhentinha e linda, que gosta de beber água de todos os lugares, menos do pote dele. Seus passatempos favoritos são carregar coisas com a boca, destruir guardanapos e correr atrás de uma bola de lã improvisada.

 O Angelo tem o talento de sempre fazer pose quando para. Eita gato bonito. Porte de lorde inglês, comportamento de traficante de comida molhada de gato. O Angelo adora vento e sapatos Arezzo. Loosho, glamour, poder. Ele também compartilha do gosto por bolinhas de lã, e qualquer coisa que quicar.

Estou feliz com meus gatos, fiz boas escolhas. Dois gatos particulares e paradoxais, opostos em suas origens. E a vida é assim mesmo… Zoinho e sua nova vida de magnata, Angelo convivendo com um irmão muito diferente dos irmãos biológicos… but who cares?

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