Ain´t no mountain high enough

25 July, 2007

Nobody does it better

Filed under: Diarinho — Ludmilla Rossi @ 4:08 am

Ao som de “Carly Simon - Nobody does it better”, música que adoro, inspiradora. Vi um pedaço do DVD dela gravado no Queen Mary 2 quando visitei um cliente que tem um gosto musical em intersecção com o meu.

Nada como chegar em casa, depois de acordar às 6h da manhã, passar por 3 reuniões indescritíveis, almoçar sushi, jantar um divino brownie do America, celebrating stuff.

Preciso comprar um presente para uma pessoa super especial, e estou sem qualquer idéia decente. Eu não sei se gosto mais de comprar ou de ganhar presentes, mas faço uma analogia bem simples com trabalho. A gente pega um briefing, baseado no que conhecemos da pessoa e da sua situação atual, e tenta fazer filtros, baseado em nosso budget, para chegar na coisa certa a ser oferecida. A gerente consegue ver a reação do target ao vivo, e aí consegue avaliar na mesma hora se houve retorno sobre o investimento. Rs… geralmente funciona!

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Poxa, as visitas do meu blog não param de subir.
SUPER FASHION!

22 July, 2007

Tenho tantos títulos para hoje que é mellhor não colocar nenhum aqui.

Filed under: Diarinho — Ludmilla Rossi @ 9:01 pm

Cá estou eu. Com mais um desafio na mão. O frio na barriga bate… especialmente porque quando é a primeira vez ninguém tem muita expectativa sobre você. Parece que foi encomendada, e na boa, só coisa que tem a ver comigo de alguma forma cai na minha mão. Eu sempre detestei esoterismos - não que eu tenda para o ceticismo - mas para mim a gente traça os nossos planos e eu acho muito loser quem fica colocando a culpa de seus problemas em outras coisas e pessoas. Mas que eu ando vivendo uma fase deveras holística, eu ando.

A mesma história de falar que “a minha loja não foi pra frente por causa daquele cara”, ou “eu não consegui o emprego por causa daquela outra pessoa”. É muito fácil não assumir as nossas incompetências. Pronto. Um parágrafo para emendar no acidente da TAM, que vou citar mais lá pra frente. Na verdade a gente merece tudo o que tem, e sem parecer clichê - a lei da atração existe sim. Gente bosta atrai gente bosta. Gente boa atrai gente boa. Não importa que catalisadores existam aí no meio, e não importa também se isso já saiu em livro, filme, em Powerpoint. Não interessa, e não adianta a gente achar que a gente não merece - de fato existem exceções - mas as pessoas mais admiráveis e com mais caráter que conheço mereceram muitas coisas ruins que ajudaram-nas a se formar como excelentes seres humanos, e a atrair, a partir daquele momento - pessoas tão boas quanto elas.

Conheço inúmeros exemplos, que obviamente não sou ninguém para fazer uma avaliação pública deles. O resumo dessa ópera é que caiu na minha mão um lance maneiríssimo, onde tem tudo a ver com o momento, e que é um ótimo foco temporário para julho e agosto de 2007.

Enfim, agora vamos lá ao acidente da TAM - onde nada do que eu falei acima - de merecimento e etc está relacionado. Já tem muito blog, fotolog falando do acidente em si. Eu toquei no assunto do acidente para levantar um outro assunto que é:

NINGUÉM TOMA PARTIDO DE NADA NESSA PORRA!

Vou explicar: vejo uma puta galera criticando o governo, sentadinho na cadeirinha, fazendo nada, e fazendo a maior merda de todos: assumindo uma postura absolutamente neutra. O povo mediante a 2 caminhos a serem escolhidos, prefere assumir uma postura neutra, do tipo “ah, não quero me envolver…”, ou “ah, não sei, prefiro ficar quieto e usar uma determinada opção ao meu favor”. E o pior dos defeitos: a omissão. Omissão é, ter uma visão, opinião, e ficar quieto, permanecer quieto, neutro, ou seja, ser um AMARELÃO - que nem o Lula. Tudo que o Lula fez desde o acidente foi amarelar. E a partir do momento que o “exemplo” amarela ou age de forma totalmente controversa, não é possível que se tenha fé em grandes mudanças ou atitudes.

Eu estou falando isso sem qualquer conhecimento em política, especialmente por tem algo na política que eu não entendo. Todos os seres humanos lutam por qualquer tipo de reconhecimento. O ser humano tem sede de reconhecimento, e eu não vejo, melhor maneira de se obter o reconhecimento de milhões de pessoas a não ser através da política. Mas os caras só fazem merda atrás de merda, e ninguém toma partido (ou seja, voltando ao parágrafo lá de cima), eles assumem a posição neutra. Os caminhos que vejo que eles teriam:

1 - Vou receber um bom salário e ralar absurdamente nessa porra, arrumando treta com quem for para fazer o negócio direito e dar certo;

2 - Vou receber um bom salário, ficar na boa - na posição neutra. Vou jogar dos dois lados, ora eu me acomodo, ora eu finjo que trabalho - especialmente quando dá merda.

Nem é preciso falar qual a opção escolhida. E aí, que moral o povo tem para criticar o governo? Enfim, 200 pessoas morreram, as famílias se fuderam assistindo a uma pirotecnia onde seus próprios parentes fizeram parte da pólvora do espetáculo literalmente - de chorar. Fogo e um monte de carniceiro na frente do cenário assumindo a posição neutra - eu, você, todo mundo ligando a TV - e neste momento sendo neutro.

Pra mim neutro é sabonete. Literalmente ou figurativamente.

E, enfim, hoje o Fantástico estará cheio de historinhas veiculadas pela TV mais neutra do país (sim, neutra, sabonete, vaselina), que hoje não estará tão neutra assim, vai descer a lenha mas amanhã vai voltar ao seu estado de neutralidade (não confunda NEUTRALIDADE com IMPARCIALIDADE JORNALÍSTICA), equilibrando um sabonete nos assuntos PAN e TAM, afinal (foneticamente) muda uma letra só.

E na boa o “Malvadeza” tinha tudo de ruim, mas ele não era omisso em suas desavenças. O cara tomava partido, especialmente da Bahia, podendo parecer irônico - mas eu realmente admiro quem toca o foda-se para o sabonete e realmente luta contra ou a favor de seus ideais (por mais duvidosos, no caso do ACM).

É isso.

Que salve-se quem é neutro da linha da mediocridade, do meio termo e da amarelice!

15 July, 2007

Brand new stuff

Filed under: Diarinho — Ludmilla Rossi @ 6:22 am

Eu conheci há 22 anos atrás… há muito tempo. Fizemos algumas promessas… eu desenharia e ela escreveria.
Eu consegui cumprir, mas agora me vejo no dever, e também com a vontade de escrever.

Com tudo que foi passado, vi que a vontade de escrever brotava devido a fatores que aconteciam. E eu vejo que cada um nasce de um jeito, e vai se transformando… até que a promessa é esquecida, mas corre nas veias.

Ainda sinto a vontade, de depois de tantos anos conseguir editar um projeto desse tamanho. Para mostrar para mim mesma que nada é em vão - apesar de eu saber disso.

Foi ontem, 14 de julho o dia em que se completou, e eu continuo desenhando, com a mesma paixão de 1985.

12 July, 2007

Bubbles in my brain

Filed under: Diarinho — Ludmilla Rossi @ 9:02 am

São cinco da manhã…

E isso não é o começo de uma música do KLB.
Pra falar a verdade são 5:53.

Cheguei agora em casa… de uma reunião. :)
O que pode parecer assustador, para mim é uma sensação de alívio e de preparação para o que vem por aí. Meu cérebro borbulha, fervilha. Idéias. Preciso de tempo, de milhares de segundos de ócio. A coisa ferve. Eu preciso de respostas. Respostas de verdade.

E falando em verdade…

A verdade é que os opostos de atraem mas os opostos são iguais em muitas coisas. Holisticamente. Acontece aqui. Acontece lá. E a conversa rola… a gente percebe que os pontos de vista são iguais em dimensões diferentes. Acontece bixo. Simplesmente acontece… tem que ter peso. Tem que ser coeso. Na reunião…

Não se assuste, I´m just looking at my own bellybutton.

FOCO. FOCO. FOCO.

11 July, 2007

Holistic Shopping

Filed under: Diarinho — Ludmilla Rossi @ 10:05 pm

3 macaquinhos japoneses.

Aqueles que não enxergam, não escutam e não falam.

Vi para comprar no shopping na Relicário e fiquei com vontade.

Holístico.

5 July, 2007

Azeitonas chilenas…

Filed under: Diarinho — Ludmilla Rossi @ 5:58 am

A sensação de um viciado em drogas, álcool ou whatever deve ser a mesma sensação de estar sedenta por azeitonas chilenas e elas estarem a kilômetros e horas de distância da sua geladeira. Juro que eu abri a geladeira querendo que azeitonas chilenas bem gordas se materializassem na minha frente.

Óbvio que isso não aconteceu.

Para alegria das calorias debitadas em virtude da academia.

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Ok, às vezes as pessoas me preocupam seriamente.
Muito seriamente.

Devo simplesmente fechar os olhos e fingir que não é comigo ou deixá-los BEM abertos? 

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Acertar é muito bom, satisfação garantida para todas as partes envolvidas.

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Tchau, beijos para o Carlitos.

15 June, 2007

Sentido

Filed under: Diarinho — Ludmilla Rossi @ 12:56 am

Meu olfato não funciona direito, apenas com cheiros muito bons (ou muito ruins). Por isso a minha quedinha por perfumes.
Meu tato há quem diga que não funciona, mas eu acredito piamente que funciona sim.

Mas olha, esse papo de sexto sentido é bem babaca - mas o meu nunca falhou. As vezes ele foi anulado por alguma crença ou ingenuidade. Algumas vezes… mas a assertividade dele é bem grande.

Ou seja, não precisa se preocupar.
Existem coisas que a gente não precisa saber verbalmente, mas nossa percepção descobre.

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Ontem foi um exemplo.
Não havia comemorado o dia dos namorados com ele, e saindo de uma reunião em São Paulo fomos até um shopping jantar. Um sushi light e delicioso, perto da Fnac do Morumbi. Quando no café da Fnac um cara começa a tocar gaita e músicas que eu simplesmente amo, inclusive uma de minhas favoritas…

Just the way you are e Isn´t she lovely.
entre outras.

Qual a explicação disso?

12 June, 2007

Open it

Filed under: Diarinho — Ludmilla Rossi @ 5:06 am

Bom, já vieram comentar semana passada que meu blog possui entrelinhas. De fato. Mas não é proposital, acho que eu devia ser menos transparente muitas vezes. Eu não falo, mas muitas vezes falo sem falar. O fato é que amargurar coisas dá câncer, consciência pesada e doenças inexplicáveis. Eu prefiro ser transparente mesmo, transpirar sinceridade por mais que isso não precise ser falado.

 Mas enfim, tinha muita coisa pra transpirar mas é melhor eu usar a caneta e o papel pra isso. Aqui só quero deixar registrado que hoje é dia dos namorados, ganhei presentes fofésimos e dei presentes merecidíssimos e fofos. E, tirando o lado material (que eu aprecio também of course), existe o lado da cumplicidade, do amor, da amizade, da fidelidade, e repito da cumplicidade. Do equilíbro. E juro, a cada dia me lembro que não me sinto nada vazia com uma pessoa ao meu lado que compartilha sonhos, metas e propósitos morais comigo.

Lisa Stansfield é sábia (e foda)

I’ve found what the world is searchin’ for
Here, right here my dear I don’t have to look no more
And all of my days I hoped and I prayed
For someone just like you to makes me feel the way you do

Clipe dessa música
http://www.youtube.com/watch?v=2YixPmhOmnE

Comentário sobre o clipe
De teor levemente apelativo, Lisa Stansfield foi pioneira no gênero pra quem acha que Fergie, Beyoncé e suas companheiras de escova progressiva (ou regressiva) são o máximo em videoclipes “sexys”. Ela é um ícone dos anos 80, sabe bancar a vagaba mas não é vulgar e ainda consegue ser diva. Parabéns para Lisa, em contar o cabelo dela que a-r-r-a-s-a e ela canta muito.

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