Um dia…
me ensinaram a comemorar mesmo em dias de pequenas derrotas. Que seja assim sempre.
me ensinaram a comemorar mesmo em dias de pequenas derrotas. Que seja assim sempre.
Não tenho asco a propaganda, juro. Não levanto a bandeira que a publicidade está morta, só acho que ela precisa ser menos estúpida, e a redução de sua estupidez não acompanhou a diminuição da estupidez da massa. A massa tá cada vez mais esperta, mas preparada, e também mais mimada. Muito se discutia em ética sobre a publicidade em geral, comerciais de tartaruguinhas fofas em bebidas para adultos, mulher estereotipada, e cowboys sensuais e tóxicos cavalgando por aí fazem parte de um passado publicitário enterrado. Se o cowboy aparece hoje, todo mundo vai pensar em Brokeback Mountain, nossas referências mudam muito rápido. A mulher estereotipada se multiplicou, e além de propagandas, apresentam programas de humor, de variedades e são consideradas inteligentes. Além, é claro dos nossos reality shows, revelando a relevância de pessoas irrelevantes, que são esperados a cada temporada. Não tenho o mínimo know-how para falar disso pois não sei em que edição o bbb está, ou quem venceu o último. Nesses intervalos da programação nos deparamos com anunciantes nacionais, e regionais. E como meu título sugere, foquemos em regionais, mais especificamente em universidades que nessa época do ano jogam suas redes (isso NÃO é uma metáfora) para pegar seus peixinhos.
Propaganda de vestibular me irrita. Sério gente. É estúpido. Se você por acaso fez algum roteiro, produziu, criou algum comercial de captação de alunos, sério, eu estou ofendendo seu trabalho publicamente. Me indigna a hipocrisia, o textinho bizarro e as falsas promessas. Vamos combinar de uma vez por todas? O mundo mudou. A educação não. O mercado sim. O vestibular não é mais o seu passaporte para o mercado, como pregam alguns comerciais. Ele é no máximo um bilhete de ônibus. Sim, ônibus, porque esqueça o seu carro. Ele vai ser transformado em algumas 48 mensalidades, antes mesmo de você comprá-lo. Sim, você vai de ônibus para o mercado, porque, se não depender de você, a faculdade não vai te ajudar a desenvolver skills essenciais para a sua contratação. Olha, basicamente os skills são, ter sagacidade, ser esperto, honesto, paciencia, saber LER, escrever e interpretar. No mínimo. Depois vem outros skills mais avançados, mais deixemos isso pra depois, pois varia de carreira para carreira. Os que estão acima, são universais, servem para um fisioterapeuta ou um físico.
Em se tratando de fisioterapeutas - sim, pode falar que é preconceito ou pré-julgamento. Mas prestenção no que eu vou contar agora… hoje eu fui pra aula, e só tinham 2 alunos na aula. Eu e mais um… os outros estavam montando um trabalho em outro ambiente, e a outra banda estava lá em baixo em um bota fora da turma de Fisioterapia apoiado pela faculdade. Uma algazarra do caralho, um som alto com muita buzina, pois os sem-noção se empilharam na rua no formato de poli-centopéia humana e ficaram berrando e ouvindo funk, pagode e whatever até chamarem a polícia depois das 22h. Claro que estava impossível ouvir o professor na minha aula né? Mas absurdo foi eu perguntar para o professor como a faculdade não tomava uma providencia e ele responder que a faculdade incentivava eles comemorarem o bota fora deles… e logo, num instante de pensamento maldoso, eu pensei: WHATAHELL esses caras estão comemorando? Tá, vou me poupar de falar o que eu pensei, mas vou resumir o seguinte. Eles assistiram o comercial tosco e acreditaram no passaporte para o mercado, passaram 4 anos estudando (muitos no bar), e agora estão comemorando o fim de uma etapa e começo da outra. A etapa profissional, achando que é o Greencard do mercado. Passam-se meses, e poucos arrumam um trabalho digno, que pague um salário bacana e com uma projeção de carreira estimulante. Bom, não demora para perceber que o passaporte vira o bilhete de entrada para um ônibus sujo e suado. Sim, o passaporte foi vendido da forma mais estúpida: “compre o que estamos vendendo e você ganha o passaporte”. Você pouco precisará se esforçar para isso, pois mesmo que você não saiba ler, escrever ou mesmo que não seja esperto, nós te damos ele. Nós te aceitamos como você é. Não cara, para tudo! Isso não é a cinta do Dr. Rey, nem as facas Ginsu. Infelizmente, a verdade é que não existe caminho fácil. Claro que tudo que eu cito aqui tem pesos e medidas para cada profissão e cada estudante, e um pouco da minha decepção com o meio acadêmico também conta. Hoje mesmo, dia terrivel e um stress do caralho para um grupo executar um trabalho, que a chance de dar merda é inversamente proporcional ao envolvimento das pessoas.
Pessoas que acreditam que já deram entrada no seu passaporte, e que ele estará disponível daqui a um ano para elas viajarem. Até elas descobrirem que a viagem é longa - e de ônibus.









Todas as fotos tiradas em Santos, na direção do Canal 5.
Yesterday, all my troubles seemed so far away.
Now it looks as though they’re here to stay.
Oh, I believe in yesterday.
Suddenly,
I’m not half the man I used to be,
There’s a shadow hanging over me,
Oh, yesterday came suddenly.
Why she had to go
I don’t know she wouldn’t say.
I said something wrong,
Now I long for yesterday.
Yesterday, love was such an easy game to play.
Now I need a place to hide away.
Oh, I believe in yesterday.
Why she had to go
I don’t know she wouldn’t say.
I said something wrong,
Now I long for yesterday.
Yesterday, love was such an easy game to play.
Now I need a place to hide away.
Oh, I believe in yesterday.
Mm mm mm mm mm mm mm.
——-
Fazem 2 anos que “Yesterday” me arrepia (ainda mais).
Coincidência Paul McCartney estar pelas redondezas.
I believe in yesterday.
Pensei bastante sobre isso nas últimas semanas. Por conta das mudanças recentes que estão acontecendo na Mkt Virtual, começamos a pensar em possibilidades para a ampliação da equipe, remanejamento de pesssoas para novos objetivos, e inevitávelmente a pasta “currículos” começa a chamar o meu olhar.
Além do processo seletivo para secretária (que parece simples mas não é), começamos a traçar metas para 2011. E quando ver a pergunta “qual o perfil desse profissional” que comecei a me questionar sobre as particularidades do nosso mercado.
Existem vários movimentos e especialistas disseminando a entrada da classe c e da terceira idade em massa na web. A vovó no Skype, as massas consumindo pela web, tudo isso já é ícone e derrubou aquela ultrapassada afirmação de que a web é o espaço dos jovens, ricos e nerds. Nerds ricos e jovens (ao mesmo tempo) são realidade (oi Zuckerberg!), mas são minoria perto de um universo cada vez mais pulverizado.
Porém, vamos pensar não em quem acessa e consome a web, mas em quem “constrói” a web, seja através de serviços, sites, aplicativos e inovações. O perfil de contratação para profissionais de internet começou há pouquíssimo tempo. Generalizando bastante, o começo era composto dos “carinhas de informática” que arrumavam a rede e os computadores “paus-velhos”, e como anfíbios passaram a sair do mar e andar sob uma nova terra, do html, da programação, dos ftps e blábláblá. Esses carinhas fizeram essas descobertas quando eram jovens, mas 14 ou 15 anos se passaram e a especialização de mão-de-obra para web apareceu com cursos, faculdades, conteúdo on-line, apesar de ainda ser um problema.
Existe uma escassez de profissionais e cada empresa escolhe que rumo quer seguir: algumas resolvem investir e lapidar preciosidades do mercado abandonadas por conta de um currículo, outras resolvem ter uma postura mais predatória e outras se contentam com o que aparece.
Pensando num universo que conheço bem - o de promover a evolução do profissional depois que ele já está na empresa - refleti sobre o seguinte: Se pessoas mais velhas e de classes sociais absolutamente diferentes já estão acessando a web, será que não está na hora também de repensar o perfil de contratação em termos de idade, classe social e cultural das pessoas? Essa pergunta me veio na cabeça pela seguinte razão: sempre ouvi que era difícil ter uma primeira oportunidade, que as empresas não queriam gente sem experiência, que jovem demais não funcionava, etc. Apesar disso ainda ser uma realidade, e muita gente não estar tendo chance de entrar no mercado, acredito que um dos mercados que mais ajudou a aliviar isso foi o da “publicidade” e o da web, pois mão de obra jovem nesses mercados é sim valorizada, bastando ter talento e empenho. E passa a acontecer uma grande inversão nesse ponto, pois pessoas “mais velhas” que querem ingressar no mercado de produção para web são algumas vezes limadas por terem passado dos 35-40 anos. Sim, antes que me acusem de estar falando bobagem, excessões existem, mas basta observar e perceber que as pessoas “mais velhas” desse nosso mercado estão em cargos elevados (algumas vezes pulando direto e não conhecendo os pormenores do dia-a-dia de produção) ou em áreas mais focadas em negócios, administração, finanças e etc.
E aí que entra o que eu quero dizer: existe uma infinidade de entusiastas que construiram uma carreira em outras áreas e despertam para alguns encantamentos que a web trouxe (ok, existem muitos oportunistas também que acham que a web é um poço de dinheiro). É justo ter preconceito com esses currículos por causa da idade? Será que em breve não teremos uma inversão de valores com a subvalorização da experiência e a supervalorização da idade no nosso mercado? Será que a geração digital que nasceu imersa na web terá esse ponto de vantagem em relação aos profissionais que chegam depois? Será mesmo que em alguns anos tudo não vai parecer tão normal que esse papo de “Before Internet” e “After Internet” será irrelevante?
Não tenho a resposta para essas perguntas. Mas acho que ao ler um currículo, ao contrário do que faço hoje, assim como diplomas e títulos deixam (pra mim sempre foram) de ser relevantes devido à uma volatilidade imensa, idade será irrelevante quanto sotaque, cor, nacionalidade ou religião. Talvez deixemos de dar boas chances à grandes pessoas pelo seu ano de nascimento. Com o “envelhecimento” e matiuridade do mercado on-line, com a perda da percepção on-off, espero que todo esse questionamento desapareça em pouquíssimo tempo, e que todo tipo de documento seja queimado. Por mais que eu não tenha tido uma experiência positiva nas vezes que pensei assim, vale continuar tentando. Os anos passam para todos, bons ou maus profissionais.
Florença é um verdadeiro paraíso para quem ama:
BOLSAS
JÓIAS
PAPELARIA
ACESSÓRIOS
Ok, that’s me! Vamos começar o relato pela Ponte Vecchio, um lugar só de joalherias, uma ao lado da outra. A ponte Vecchio é a que está ilustrada nas fotos. A vista é maravilhosa em todos os sentidos, vale a pena parar em cada joalheira para olhar as vitrines. São muitas, uma ao lado da outra, não contei, mas devem ser umas 30-40 na mesma rua, todas as vitrines abarrotadas, com um estoque enorme. O preço do ouro é bem menor do que no Brasil, 40% menos em média.
Tinha uma argola maravilhosa que usei como comparação, no Brasil o preço seria uns 3000 reais pelo número de brilhantes. Aqui dava uns 600 euros considerando taxfree. Quem tem grana faz a festa por aqui. Infelizmente como não estamos com uma folga muito grande e como ainda temos Paris e Freeshop pela frente teve que rolar uma contenção…
Mas isso não me impediu de caroçar todas as vitrines. Vale a pena, como vc pode ver nas fotos.
Nós ficamos hospedados em uma localização excelente na Via Cavour, que pelo que eu entendi é uma das principais ruas de Florença. Nela estão várias lojas entre elas a própria Sephora… Ui. Consegui sair de lá sem um batonzinho sequer. Na mesma rua ficava uma outra loja de maquiagem chamada Kiko Milano, preços suuuuper bens e cores lindas. A rua era dividida em 2 partes, antes da igreja e depois da igreja. Antes estava Sephora, lojas de celular, alguns cafés. Chegava na igreja e na pracinha tinha Swatch, Ben & Jerry e uma loja de esportes bem legal. Depois da. Igreja dava uma fervida com a Coin, uma loja de departamentos amazing, a Disney Store, várias lojas de Bijous, cafés charmosos, Calzedonia (que é uma loja de meias bem legal) entre outras.
Na rua paralela ficavam Sisley, Miu-miu, H&M, Zara, e zilhões de lojas de bolsas.
Quanto a bolsas não comprei nenhuma em loja. Uma comprei na feirinha internacional, ela tem uma cara de vintage 70s, e não de feira hippie. As outras comprei numa feira muito grande que rola das 9h da manhã às 19h, diariamente. Vale muito a pena olhar esse mercadinho, é mas barato que a feirinha que fica do lado da H&M.
Nesse mercado a céu aberto tem muitos brasileiros trabalhando, dá pra falar bastante em português. E ele aceitam cartão de crédito… Iuhu! Pra quem é louca por uma Birkin pode ir direto pra lá, além de vc achar em tooooodas as cores, vc acha em vários tamanhos. Eu vi preços variantes de 50 a 80 euros. O que impressiona é o acabamento das bolsas que é amazing, inédito… E vamos combinar que uma bolsa legalzinha na Le Postiche custa mais de 150 reais, com um acabamento bem mais simples. Toda vez que fui nesse mercadinho saí sem a câmera, por isso não tirei fotos. Olhe todas as barracas, e se puder passa na barracas do Edson, número 12 acho. Ele dá desconto pra brasileiros e atende super bem.
Couro em Florença nunca vi igual na minha vida, em temos de variedade, preço e qualidade.
Florença é sensacional!!!!!!!!!!! Chegamos aqui no dia 01/10 por volta das 15h. Fomos recebidos pelos donos do bed & breakfast que está nos abrigando por aqui. Um casal de jovens idosos muito simpáticos, o cara é médico e a espora advogada. Parecem super bem de vida e que montaram esse negócio num imóvel de família. Almoçamos num restaurante em baixo do hotel e fomos desbravar a cidade. De cara já encantou. Em alguns passos do hotel fica uma igreja super famosa chamada Santa Maria del Fiore, de 85 metros de altura e toda detalhada em mármore.
No dia seguinte, logo pela manhã resolvemos subir na cúpula da igreja… Foram 463 degraus, em escadinha medieval, naipe de filme, sem janela, efeito claustrofobia total. Uma booons minutos depois de subida, chegamos ao domo e tivemos uma vista foda de Florença. Deu pra cansar bastante, cheguei lá em cima cheia de sede e não tinha uma gota de água sequer…
A tarde fomos na Galeria degli Ufizzi e eu vi algo surreal… Várias obras muito famosas, e vários Boticcelis, incluindo o “Nascimento de Vênus” (http://pt.wikipedia.org/wiki/O_Nascimento_de_Vênus). Essa imagem me acompanhou por tantos e tantos anos toda vez que eu abri o Photoshop e eu me arrepiei de poder vê-la pessoalmente. Haviam outros quadros bem importantes da Galeria, como Anunciação de Da Vinci, e The Holy Family de Michelangelo… Também estava rolando uma exposição do Caravaggio na parte inferior do museu, e deu pra ver a Medusa. Foi a galeria que mais tinham quadros relevantes para mim…
Depois de Ufizzi caminhamos pela calçada paralela ao rio Arno e fomos ver outra igreja, bastante grande onde estam os tumulos de Dante, Michelangelo, Maquiavel e mais uma turminha aí. Na frente dessa igreja estava rolando uma feira popular vendendo doces, queijos, pães, artesanato, acessórios e etc. Muito bacana pois cada barraquinha tinha seu país. Acabei arrematando uma bolsa tipo 70s, por 55 euros, de couro de Avestruz. Isso foi outra coisa que me surpreendeu por aqui, couro é excessivamente barato, mesmo comparado a nossa vizinha Argentina… Se comparado ao Brasil então… essa bolsa que comprei saiu em real algo próximo de 120. no brasil, custaria algo perto de 300 pela qualidade do couro e estrutura da bolsa. Ainda na feira como chocolates belgas incriveis por 4 euros e provei queijos de várias regiões da França, tomei Sangria, enfim, algo bem regional mesmo… Adoro.
Voltamos para o hotel e saímos para jantar na praça da igreja mesmo. Algo legal de falar de Florença é que a arte está em todo lugar, existem muitos artistas vendendo aquarelas nas ruas, tudo muito bem feito. Na cidade, que é super pequena, existem 66 museus, desse galerias de arte gigantes até o museu criminale, que fica na rua do nosso hotel.
Nosso bed & breakfast se chama Le Stanze De Medici, e fica na rua Camillo Cavour 42. A localização eh super boa, perto de tudo e o atendimento até agora foi ótimo.
Não consegui cumprir minha meta de fazer um post por dia relatando a viagem. Agora estou aproveitando o tempo em trânsito que teremos ateh florença. Estou no trem ultrarápido Freccia Rosa, que está saindo agora de Roma, ao meio dia e quinze.
Vou tentar resumir como foram os dias por aqui, chegamos as 17h da tarde no horário local de Roma, a Carla pegou a gente no aeroporto e fomos para o Bed&Breakfast que a Simone arranjou. Eu tava com medo do hotel ser tosquinho, mas era super arrumadinho, limpo, com um chuveiro absolutamente digno. E um secador idem.
Nesse dia a noite saimos para jantar, a pé. Passamos pelo meio da praça São Pedro, muito lindo a noite. Descobrimos que é bem tranquilo andar em Roma com máquina fotográfica no pescoço, tipo turistāo mesmo. E eu aproveitei bastante isso, hehehe.
No dia seguinte fomos até o Coliseu, muito legal. Quero até assistir o filme Gladiador de novo. Depois fomos até o monte Palatino onde tudo começou, pelo que eu entendi o inicio de Roma se deu ali. Um depois depois a Carla e o Stefano pegaram a Gente e nos levaram para conhecer areas nos arredores de Roma, onde fica a cada de férias do Papa, um vulcão que virou lago. Saindo de lá eles nos levaram a um restaurante incrivel, com uns antepastos divinos. Eu nem jantei, só como antepastos, hehehe. Chamava Osteria L’aricciola, na boa, não vou esquecer esse restaurante nunca, rs.
No segundo dia em Roma fomos até o Roma Est, um shopping bem legal que não andamos praticamente nada, mas foi suficiente para comprarmos os iPads, passar na Sephora, e descobrir umas lojas locais legais. Tinha uma Disney store muito linda tambem. Saindo de la fomos comer sorvetenum lugar chamado Zodiaco, que tinham um monte de cadeados em um poste, para simbolizar o amor dos namorados. Colocamos um cadeado nosso la, muito bonitinho. A vista desse lugar era linda…
No dia seguinte, que era o dia 27/09, aniversário da minha sogra tivemos um dia hiper corrido, começando pelo mercado de trajano que estava fechado, depois encontramos a Carla e fomos até o Panteon, MARAVILHOSO, um dos lugares que mais adorei visitar, a sensacao lá eh incrivel.no caminho do Panteon achamos uma loja de material de pintura chamada Poggi, que existe desse 1825. Absurdo!!!!! Na própria praça do Panteon achei uma ótica e arrematei um Wayfarer super diferente por 115 euros. Depois do Panteon fomos até a Fontana de Trevi, muito legal tambem. Uma fonte enorme, imponente, sempre lotada.
Saindo da fontana de trevi, no mesmo dia fomos até a igreja Santa Maria Della Vitoria, feita pelo Bernini. Sensacional, crowdeada de detalhes incriveis, uma riqueza visual absurda. Até então, foram as 2 coisas que mais gostei de Roma, achei essa igreja ainda mais incrivel que o vaticano. Quem for a Roma não pode deixar de conhecer…
No dia 28/09 fomos até o Museu do Vaticano. Gente, muita gente, lugar abarrotado de gente, fila quilometrica. Não pegamos uma fila muito grande visto que compramos o ticket antes pela internet. Mas tinha gente saindo pela culatra, tipo 25 de marco antes do natal. O museu do vaticano merece um post exclusivo, mas eu posso não conseguir fazer isso, soooo vou tentar descrever aqui. Gente, eh demais! Surreal a quantidade de coisas para ver, e a riqueza dos afrescos e etc. Não da pra conhecer esse museu em 1 dia, chega a cansar de falar “olha que lindo” pq tudo eh lindo e tem muita coisa o tempo todo. Ficamos uma 4h la dentro, vimos as camaras de rafael, capela sistina e tudo mais. Capela sistina era sonho de infancia, gente. Não dava pra tirar foto la mas eu direito escondida e espero que eu não seja amaldicoada pra sempre. Ehehehe. Incrivel o lugar, muito alto, muito foda. Descrever assim fica impossivel, não da pra descrever na real, eh aquele tipo de coisa q todo mundo já sabe que eh foda, mas vc soh descobre de fato quando ve pessoalmente. Depois andamos por uma rua gigante, cheia de óticas onde achei um Rayban Clubmaster com 30% de desconto. Encontramos a Carla e jantamos num restaurante muito bom chamado La Grotta Azzurra.
No dia 29 fomos para Pompeia, uma cidade antiga devastada pelo museu Vesuvio. Para chegar lá pegamos um trem hiper rápido e bem ajeitado, e depois um segundo trem em Napoli. Esse era do gueto total, suburbio italianos total. Chegamos entao na estacao Pompei Vila de Misteri, e finalmente mas ruinas. Esse dia eu me cansei aburdamente, 5h de caminhada sem sentar. O lugar eh bem curioso, vale a pena visitar mas cansa pacas. Esse dia cheguei morta…
No último dia inteiro em Roma fomos visitar o museu Villa Borghese, que fica num jardim incrivel. O museu abrigava esculturas e afrescos impressionantes, e quadros perfeitos. Esculturas famosas de Bernini estavam lá, e o quadros de Leonardo da Vinci que adoro Da mulher com o unicórnio. Nesse mesmo dia rolou um tour pela VIA DEL CORSO, que não tem museus mas tb eh ponto turistico. Adoooooro descobrir ruazinhas, brechos e lojas formosas em cidade que não moro. Bom, nem preciso falar que fiquei doida da rua com meu cartão tremilicando… Aí a simone vou uma sacola da H&M dando uma voltinha e fomos atras da loja… Essa dispensa comentarios, foram 6 peças de roupa por menos de 30 reais cada, incluindo blusas de tricot e um casaco biker de couro ecológico. Preços bizaramente baixos. A noite, depois do povo estar quase me xingando por eu colar em todas as vitrines encontramos a Carla, Stefano e Matheus para um jantar de despedida, num boteco italiano. Como esse povo come meu Deus… Foram entradas deliciosas e um macarraozao… Nos despedimos e viemos para o hotel arrumar as malas.
Foram 6 dias que passaram muito rápido, com muita hospitalidade da Carla e Stefano. Roma é uma cidade linda, que realmente faz jus ao título de a cidade eterna. Recomendadíssima.
Powered by WordPress