Um blog sobre nada específico, escrito por quem ama gatos, design e gosta de fazer muitas coisas.
Eu estava no aeroporto, na Laselva, e um livro me escolheu. Juro que eu entrei pra comprar só uma Vogue pra sossegar a minha tensão por voar dali a uns instantes (Vogue é calmante, acreditem). Peguei a Vogue e esbarrei com uma pilha de livros. Li as primeiras páginas e quis comprar. Perguntei o preço, e deixei no caixa, passei o cartão. Pensei logo depois de digitar a senha, e decidi levar o livro. Comecei a ler no instante seguinte, enquanto o chá de aeroporto rolava solto. Entrei no avião, e continuei devorando o livro. Durante a semana de férias que tive (no começo de fereveiro), o livro disputava minha atenção com a praia. O li várias vezes na piscina e nos intervalos entre os passeios. O livro era “Wilson Simonal - Ninguém sabe o duro que dei”.
Conhecia muito pouco a obra do Simonal. Em 2005 meu pai me gravou um CD com algumas músicas brasileiras antigas, entre elas Wilson Simonal, Originais do Samba, Jorge Ben Jor e companhia. Adorava algumas, principalmente Sá Marina e Nem vem que não tem, cujo os nomes eu mal conhecia e faziam parte do meu casual listening.
Trombei com alguns vídeos do Simonal no YouTube, durante a divulgação do documentário “Ninguém sabe o duro que dei”, que ainda não assisti. Passei a ouvir bastante e a querer assistir o doc. O assunto morreu aí, e foi redescoberto no livro.
Em 2002, quando a saudosa Mythos completou 1 ano de vida, teve um show do Max de Castro. Na ocasião eu não sabia nem quem era, quando falaram que ele era filho do Simonal, continuou na mesma. Apenas 3 anos depois que conheci a obra de Simonal. E agora, 8 anos depois, o livro de Simonal veio me ensinar mais uma história de vida, superação e reflexões que falarei a seguir.
Mas antes, um vídeo histórico, de 1970.
Wilson Simonal e Sarah Vaughan dividem o palco.
Não precisa assistir o vídeo todo, os primeiros minutos já valem.
E já que estamos no contexto Dionne Warwick, Wilson Simonal cantando I´ll never fall in love again.
Essa versão é imperdível!!!
O livro, ao mesmo tempo que traça a biografia de Simonal, conta a história do cenário musical em uma época que todos os artistas brasileiros contemporâneos eram iniciantes em busca de um lugar ao sol. Fala bastante das épocas dos festivais e do fervor que Wilson Simonal provocava. Conta bastidores de shows e programas de televisão e transporta o leitor para as décadas de 60 e 70. Tv male-male, sem Internet, sem celular, sem MP3. O sucesso se espalhando pela TV, rádio e boca-a-boca. O livro fala bastante de quando e quanto Simonal atingiu o auge, feito bastante raro para um negro, pobre e nascido em condições com poucas perspectivas.
Simonal ascendeu, e seu sucesso subiu a sua cabeça. Um dos trechos mais marcantes do livro para mim é quando ele retrata que Simonal, visando mais lucro, resolve montar sua própria estrutura para organização de shows (uma empresa chamada Simonal Produções), resultando em uma máquina inflada, com pouca competência de gestão, uma grande desorganização financeira, que de forma indireta resultou na bola de neve e na decadência artística e moral de Wilson Simonal. Abre parênteses: já se fala de encargos trabalhistas altíssimos e competência administrativa. Fecha.
A Simonal Produções consumiu algumas conquistas de Simonal. Um de seus ex-funcionários, Viviani, foi um dos pólos de toda a merda, unindo desconfiança com a prepotência de Simonal, que acarretaram em sua fama de dedo-duro. Daí, muita gente já sabe a história.
Uma carreira, um talento, uma família, a moral, a realização plena, o sucesso, as conquistas. Não sobrou nenhuma dessas coisas inteiras para Wilson Simonal. Para se ter uma idéia, Roberto Carlos ainda não era conhecido e Simonal já ocupava o posto do maior cantor do país, e disputava o posto de “negro mais famoso” com o Pelé. O Brasil virou as costas para ele, por conta de boatos que tomaram proporções incontroláveis.
Após ler este livro, tenho a plena certeza que a maior parte das pessoas não fazem idéia de quão destrutiva pode ser uma de suas opiniões transformadas em boatos. Jaguar diz que não se arrepende de ter feito a tirinha em O Pasquim, e sustenta que ele não conseguiria destruir um astro como Simonal. Mas um humor fora de hora em cima de uma atitude fora de contexto por parte de Wilson Simonal foi o epicentro. Um comentário inocente, uma atitude errada podem ser transformar em percepções de terceiros bem graves. Um achismo destruiu a carreira de um artista de proporção nacional. O que pode fazer em menor escala, em uma família, uma escola, no meio corporativo?
Simonal morreu com uma angústia dolorosa e mal resolvida, tentando provar com papéis embaixo do braço (até no hospital), de forma psicótica, que não era um dedo-duro e que não entregava artistas para a ditadura. Óbvio, o livro também não coloca Simonal como santo, é imparcial. Seu ego, prepotência e posicionamentos são questionados mas apresentados de forma imparcial. O que não é colocado de forma imparcial: como julgamentos coletivos em cima de inverdades ou achismos podem afetar a relação de um país inteiro com um artista, que no fundo é uma pessoa, parte de uma família. O país inteiro continuou a viver, consumindo novos artistas e canções. Simonal não morreu nesta época, mas o país o matou psicologiamente sem ao menos ter pedido desculpas. Certamente os artistas que se afastaram de Simonal na época por conta do boato, se questionam hoje como tudo podia ter sido diferente.
O Brasil pede desculpas para Si.
Moral do livro: alô você, que imaginou algo e passou pra frente sem ter certeza, que ficou com raivinha e aumentou uma história, que fez uma fofoca ou passou um boato pra frente, tá na hora de pedir desculpas. Para você mesmo, e depois para quem foi vítima do seu achismo. Peça em silêncio. Ou cantando. Não importa.
Ahahahahahaha!
-”Vamos voltar a pilantragem.
Xá comigo, uma musiquinha
Prá machucar os corações”
Ontem foi o show da Dionne Warwick no HSBC Brasil, que eu estava super esperando. Não é a primeira vez que eu e o Maurício a assistimos ao vivo. A primeira foi em Santos, no Mendes Convention Center.
O que mudou desta fez foi que o filho da Dionne Warwick estava com ela no palco. Ele abriu o show, e fez um dueto com ela cantando That´s what friends are for (leia a história desta música), uma das letras mais fodas do Burt Bacharach (que aliás eu assisti há 1 ano atrás, em abril de 2009 no palco do HSBC Brasil também), resultando em uma puta apresentação. No total foram 25 músicas, e 2h de show.
Abaixo os 2 no programa do Jô, nesta semana, cantando I say a little pray for you (composição do Burt Bacharach também).
O resumo do show é o seguinte: ela cantou algumas músicas que ela não havia cantado em Santos. As que faltaram foram Close to you e The look of love. CTY ela cantou em Santos, e TLOL eu nunca a vi cantando. Os pontos altos foram Alfie, I know I´ll never love this way again, e a insuperável This guy in love with you. Todas composições do Burt Bacharach.
Abrindo um parenteses para uma leve frustração de não ter tocado Close to you, o vídeo abaixo conta um pouco da história da música. Dionne Warwick gravou antes dos Carpenters (por ser uma das vozes preferidas do Burt Bacharach, para não falar A VOZ PREFERIDA dele). Este vídeo conta um pouco mais profundamente sobre a música. Bem interessante, principalmente por saber que naquela mesma categoria, naquele mesmo ano estavam concorrendo ao grammy as músicas Let it be (The Beatles) e ABC (Jackson´s 5). Foda! O vídeo abaixo é pra ser visto e revisto inúmeras vezes.
Voltando ao show, a culpa é do Ivan Lins, que fez uma participação especial, gripado e chatinho, mas que eu acho que fui a única que não gostei. Pra mim foi dispensável ocupar 3 músicas com ele.
Outra curiosidade é que Dionne estava usando exatamente o mesmo vestido do show de 2007 em Santos. Hehehe, ok, isso é uma curiosidade fashionista, mas é engraçado pensar os porquês. Como em Santos acabou sendo um público pequeno e há 3 anos ela deve ter pensado que não teria problema repetir, ou melhor, aproxima Dionne Warwick diva de nós mortais que repetimos roupa simmmmm! Eu fui com o mesmo vestido que usei a umas semanas atrás no prêmio Converge, só adicionando alguns acessórios diferentes e trocando o sapato e adicionando uma meia calça verde fluor. Ou, a última possibilidade é que rola uma falha do figurinista.
Enfim, voltando ao foco do show foi uma noite hiper especial, com minha família e meu amor, que certamente não será esquecida. Como eu adoro esses shows, são memoráveis e valem cada centavo. Apesar de não termos ficado num super próximo (igual ficamos no do Burt Bacharach), a visibilidade foi perfeita.
Precious seconds.
Algumas fotos:
Dionne Warwick comanda!
Claro que eu vou falar que tá corrido né? Óbvio. Mas tá mesmo… essa semana não vou nenhum dia na faculdade. Hoje fiquei até mais tarde na Mkt Virtual preparando uns materiais, amanhã e quinta tem curso e quarta vou dar uma palestra junto com o Danilo na Unimes. E sexta é feriado… gezuis… espero que alguém esteja assinando a lista no meu nome…
Sábado foi aniversário do meu amor. De manhã fomos no Educandário Anália Franco com a Érika, primo dela e o Mad entregar umas doações organizadas pela Érika. Tinham 7 meninos no local, 2 eram crianças e um deles conversou um pouco com a gente sobre oportunidades e etc. Bem foda.
Depois eu e o Maurício fomos para o Santa Marta tomar um café da manhã, fomos para a casa dele e fiquei o dia todo com ele e com o Quenny (my favorite puppy), e a noite fomos no Nagasaki comemorar. A surpresa foi o Luiz Ponce aparecer, chegando antes de todos (haha), fato inédito quando se trata do Luiz. Olha onde chega a evolução do “cerumano”, Luiz chegando cedo e a gente chegando atrasado!!!
E hoje a semana começou… e tô contando os dias para o show da Dionne Warwick que vai rolar dia 10/04! Can´t wait! Só tomara que o Ivan Lins fique preso no engarrafamento ou a gasolina do carro dele acabe, heheh (HELL!). Ou que se nada disso acontecer, ele se contente em cantar 1 música só. Mal aê Ivan, mas vc não tem naaaaada a ver com a diva!
Essa semaninha foi esgotante, mas não significa que foi ruim. Pelo contrário, aconteceu muita coisa boa! Correria no trabalho, pendências para resolver em pouco tempo pois está sendo um mês bem intenso, além da faculdade está rolando o curso, e a academia. Nunca fiz tantas atividades paralelas junto ao trabalho, mas vambora.
Terça e quinta tivemos palestras bem legais no curso da ESPM. As que mais gostei pela relevância dentro do meu trabalho: Gilberto, Anamaiê / Viviane Vivela, Sebrae / Marcia Matos, Sebrae. Colocar empreendedorismo em pauta é fundamental, deveria ser ensinado logo após uma criança ser alfabetizada, e bem antes das fórmulas de física (que provavelmente só o Google lembra). É difícil explicar as palestras aqui, até porque o discurso do palestrante interfere e muito no impacto que elas tem.
A palestra da Viviane foi marcante por retratar um Brasil que poucos conhecem, e que muitas vezes a Internet o mostra. Como por exemplo um grupo de mulheres em Manaus, empreendedoras, que fornecem sabonete para a The Body Shop, ou a lavanderia Mamute em Pernambuco que lava jeans da maior parte das marcas como Alexandre Herchcovitch, entre outras. Os caras lavam 37% do jeans produzido no Brasil.
Outro ponto interessante foi o fato de que Viviane disse que é ultra procurada no Sebrae por pessoas perguntando: O que dá dinheiro? E, obviamente essa é a pergunta que ninguém sabe responder. As pessoas querem empreender com as condicionais “quero algo que me dê muito dinheiro, rápido, sem muito esforço”. E, quero conhecer algum empreendedor bem sucedido que tenha começado seu negócio com essas premissas.
Além dessas aulas interessantes, na quarta-feira fomos ao 1º Prêmio Converge, onde inscrevemos os projetos:
www.cinemenu.com.br
www.avonmaquiagem.com.br
www.telabr.com.br
Cinemenu e Avon Maquiagem foram premiados nas categorias Rede social/Comunidade e B2C respectivamente! Foi muito bom ganhar esses 2 prêmios com esses 2 clientes que, numa relação de mutualismo ensinaram muito e aprenderam também com a Mkt Virtual. Depois da premiação rolou um coquetelzinho, e um happy-hour no Outback. Juntamos 15 pessoas em uma mesa, com origens, perfis, conhecimentos completamente diferentes, mas juntas em uma noite comemorando o sucesso das suas iniciativas. Os clientes e nós da Mkt Virtual, falando besteira e dividindo histórias de vida engraçadas e interessantes.
Foto da premiação:

Eu e Carol (de preto) e Ricardo com o prêmio na mão!
Na van (ida e volta) rolaram várias risadas. Tava doendo de tanto rir. Odeio falar isso, mas tem piada interna impublicável.
Bom, agora bora dormir que amanhã tem subida para São Paulo… aula no Jardim Botânico de manhã, almoço com amigos, exposição do mestre Andy Wahrol a tarde. Ufa!
Tô cansada! Sério, esses dias tem sido uma loucura… tudo bem que isso é discurso padrão no meu caso, mas ultimamente não tô conseguindo tempo para respirar. Fazia tempo que eu não estava trampando aos sábados, mas pelo visto vou ter que retomar essa rotina durante as próximas semanas para dar cabo no checklist de coisas que tenho para resolver. Estou trabalhando durante menos tempo na Mkt Virtual, o que me dá uma angústia enorme de saber que a minha listinha de coisas não diminui tão rapidamente. Por mais que eu esteja chegando mais cedo, estou conciliando reuniões + Mkt Virtual + academia no mínimo 4x por semana + faculdade. E isso não é tão simples, mas vambora.
Essa semana eu e o Mad começamos um curso na ESPM em São Paulo chamado Ações inovadoras em comunicação digital. Ontem foi o primeiro dia, uma aula mais sobre sensibilização mesmo. Espero que no final eu fique contente com o que vou aprender pois será beeeeem cansativo subir às 17h e descer 11:30h da noite. O curso é com o Gil Giardelli. Nós já tínhamos visto uma palestra dele em 2009 no EDTED da Arteccom. Se der tempo vou postando coisas aqui que aprendi.
A faculdade está indo, tem poucas aulas que eu penso “caraleo, como isso foi legal”, mas descobri já uma meia dúzia de materiais novos e alternativos que espero que me sejam úteis em um próximo processo de ampliação. As aulas de história da arte são bem legais tb. Amanhã vou passar o dia em SP por conta da faculdade (e estou bem irritada de não ir trabalhar). Vou na Expo Revestir, feira voltada para inovações em materiais usados por arquitetos e designers de interiores, e na seqüencia no Museu da Casa Brasileira. Em seguida já vou para o curso da ESPM, e vou chegar em casa 1 e tanta da manhã morta, certamente!
Em 2 de fevereiro de 2010 fomos para Maragogi, Alagoas. Deu mais ou menos 1h e 20 de ônibus saindo de Ipojuca, percorrendo os hotéis para pegar a “galera CVC”, até chegar ao destino. Chegando lá, num ponto de apoio marromenos que eu nem lembro o nome, compramos 2 passeios de catamarã até as galés. Desde o ônibus eu já estava com um mal-estarzinho de razões desconhecidas, mas mesmo assim entrei no barco, e depois de 20 minutos em alto mar, chegamos, e vimos este cenário:
Logo depois de chegar, para a alegria dos peixinhos, eu dei uma mini-vomitadcheenha. Formou-se um círculo de peixinhos ao meu redor, hahaha. Alguns instantes depois, eu já estava recuperada e fui mergulhar, de cilindro! Não queria ir in fact, mas tomei coragem e fui. E valeu muito a pena. A profundidade deve chegar a uns 5 metros, e dá pra ver muita coisa legal. Vimos, inclusive uma lagosta bem grande em seu habitat natural, muitos peixes, e pasmem, um linguado! Até agora não sei como o Maurício conseguiu enxergá-lo tão bem disfarçado em baixo da areia.
Algumas fotos do mergulho:

Os peixinhos conversando e me encarando
Mergulhamos com o cilindro de oxigênio por uns 20 minutos, e depois por mais uma hora com o snorkel. Voltamos para o barco, depois para o ponto de apoio e lá eu passei super mal. Argh!
Quem for pra Porto de Galinhas não deve deixar de conhecer esse lugar. E levar junto uma máscara, snorkel e uma câmera fotográfica a prova d´água ou bolsa estanque para fotografar mergulhando!
Sempre tive uma vontade enorme de conhecer Porto de Galinhas em Pernambuco, e no final do ano passado resolvi presentear meu amor com uma viagem de mimo de Natal. Passado 1 mês, embarcamos para Ipojuca/PE. Todo mundo fala que vai pra Porto de Galinhas, mas o nome real da cidade é Ipojuca.
Chegamos no domingo de madrugada, dia 31/01, mortos de cansaço, depois de uma maratona de aeroporto, stress de voar de avião (odeio!), 1 horinha de traslado, finalmente chegamos à praia de Muro Alto, onde ficamos hospedados. Nesse dia, não dava pra fazer nada a não ser dormir pra acordar tarde.
Acordamos, fomos curtir o hotel e dar uma caminhada na praia.

Praia de Muro Alto, em Ipojuca.
DIA 2, passeio de Ponta-a-Ponta
Foi de fato o dia que começamos a conhecer mais o lugar. Fechamos na recepção do hotel um passeio de buggy, onde o bugueiro ficaria disponivel o dia todo para nós e percorreríamos o litoral de ponta a ponta. Saímos de Muro Alto para mergulhar nas piscinas naturais de Porto de Galinhas. Aliás, demos uma mega sorte pois chegamos em semana de maré baixa, essencial para quem (como nós) quer mergulhar e usufruir das piscinas. Antes de comprar a viagem tem que se ligar nisso!!!
E aí que começam os lugares mais amazing.

Mão do Maurício e os peixinhos esperando a comida.

A cor da água é impressionante :O
Depois de irmos até a praia de Porto de Galinhas, fomos na sequência ao Pontal de Macaraípe, onde o rio encontra o mar. Entramos no rio através de uma jangada, para mergulhar e ver cavalos marinhos. Nesse caso a água não era tão clara, mas valeu a pena anyway pois é algo diferente do que estamos acostumados.

Eu e o cavalo marinho, devolvido ao rio na sequência.
Na sequência almoçamos em um restaurante chamado Cozinha da Praia. A apresentação do prato estava bem bonita, e o sabor muito bom também.
Na sequência fomos até Muro Alto mergulhar, mas a maré tava bem alta e a correnteza forte. Ficamos um tempo lá e chegamos ao hotel umas 16:30h. E dali pra frente ficamos descansando e curtindo o hotel.
(…continua)
Bom, esse look pra formatura do meu cunhado em Biomedicina foi meio no improviso. Aliás, exceto o make-up que deu tempo de fazer direitinho. Tirei o vestido (roxo) do armário em cima da hora, e quando fui ver, a fivela de strass estava com vários deles caídos. Vários mesmo! Minha mãe arrumou para mim em tempo record. Além disso, o vestido estava com aquele cheirinho insuportável de armário, e lá foi minha mãe de novo passar aquele ferro umidificador para dar um jeito. Eu até estava cogitando de ir com outro vestido, mas deu certo no final. Comprar um novo nem pensar… o que pega é diluir o investimento das roupas de festa, que são hiper pouco usadas no final das contas.
No cabelo também tive que improvisar. Fiz um topetinho e um rabo de cavalo (que ficou bem marromenos). Mas era o que eu tinha né?
Já o make-up ficou melhorzinho. O melhor de tudo é que fui salva pelo gongo. Fiquei até umas 20:30h fazendo minha mão e pé no salão, e minha mãe ligou dizendo que pacotinhos que esperavam quando eu chegasse em casa. E neles estavam o meu iluminador e bronze 2 em 1 da Benefit (item 3 da foto abaixo), ótima oportunidade pra estreá-lo.
1 - Pó Renew, o meio do caminho entre um pó compacto e o StudioFix
2 - Base Chanel Mattlumiére, A BASE
3 - Benefit Highlighting & Bronzing face powder Duo
4 - Sombra Vult
5 - Duo de sombras Color Trend (nova cor!)
6 - Batom M.A.C Vegas Volt
7 - Lápis Urban Decay (Zero)
8 - Eyeko Bigeyes Mascara
9 - Eyeshadow Potion Primer Urban Decay
Como ficou:

Sombrinha da Avon Color Trend é um mimo. Essa cor nova é apaixonante.

Essa foto ficou bem estranha, mas o que importa é que está mostrando beeeem o glamour do iluminador da Benefit.
PS.: Quem quiser esse produtinho genial da Benefit, recomendo que procure no E-bay. Paguei menos de R$ 30 com o frete gratuito. E eu já vi várias meninas vendendo por R$ 80 sob encomenda.