Ps: o tamanho das fotos vai zoar o layout do blog, mas eu ainda nao sei usar esse aplicativo corretamente, so sorry…
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Hoje mais um dia andando alucinadamente por Roma… Conhecido hoje os lugares que achei mais legal. Vou escrever rapinho pois já são meia noite e eu preciso dormir para amanha acordar cedo.
Hoje fomos no mercado trajano, q estava fechado…
Depois no Panteon, ateh agora meu favorito…
Na Fontana de Trevi, espetacular…
Na igreja Santa Maria Della Vitoria, a igreja mais foda que já entrei na vida, projetada pelo Bernini.
E depois uma descansadinha no hotel pra depois jantar num restaurante chamado A BARRIGA FELIZ, ou algo assim. Pelo menos no nome desse restaurante os italianos foram bem humorados, rs.
Bom, vou acabar pulando um post da viagem, mais especificamente do dia de ontem. Jah escrevi o post mas ficou no mac do mauricio, e hoje glamourosamente estou postando de um iPad. OMFG.
Passamos o dia zanzando por Roma, um tempao no vaticano que Eh caralhal de lindo, depois almocamos e chegamos a pagar DOZE EUROS em um coca de 330ml (eu quase trouxe a lata como souvenir, pq pagar 15 reais numa coca eh piada). Depois de muitas andancas (explico melhor o lado turistico em outro post) pegamos o metro e fomos encontrar a carla em um estacao que nao lembro o nome, e ela nos levou em um shopping pq o mauricio queria comprar o ipad dele. Bom, o shopping era enorme e eu nao tinha nada o que fazer lah, ateh q um sephora pulou na minha frente e eu quase tive um sincope e fiquei tao emocionada olhando os displays da sephora como fiquei ao olhar o coliseu. Que coisa linda de deus… Tah, vamos falar sobre a sephora, eu parecia um crianca em loja de doces, para quem gosta de maquiagens e produtos de beleza o lugar eh um surto, vc fica atordoado com tanta oferta de cor e tipo de produtos. Como eu estava com um tchurma nao consegui ficar o tempo q eu precisava la dentro pra investigar todos os swatches la loja, vou deixar isso para outra sephora. Mas para sentir o drama tinhamos urban decay, benefit, chanel, ysl, guerlain, dior, make up foreverm loreal, too faced, a marca propria sa sephora em um unico lugar. Sem descricoes para as um milhao de cores e texturas, magia pura…
Me controlei bastante, pq ja entrei consciente q era impossivel comprar tudo o q eu gostaria de ter. Eu soh nao sabia q eh impossivel ver tudo num dia soh… Eh meio como a basilica de sao pedro, por mais q vc olhe, observe e admire eh impossivel ver tudo numa visita…
Minha listinha ficou assim:
3 demaquilantes
1 removedor de esmalte
1 esmalte azul royal
Batom dior 277
Batom rosinha da marca da sephora
2 pinceis e 1 kabuki
Compras bem moderadas comparando com a oferta. Depois fomos dar um andada mais inocente pelo shopping e achamos um disney store maravilhosa e uma loja local chamada pull and bear, que vendia colares lindos e pecas meio boho a um precinho amigo do terceiro mundo. Esse shopping chamava rome est, fica longe do centro historico de roma, acho q nao teriamos conhecido se nao estivessemos com a carla e o stefano. Aqui se compra bijouterias a um preco ridiculo e que as camisetas custam entre 6 e 19 euros, muito barato perto do que vc paga em qualquer loja de departamento em santos. Comprei 3 colares por 8 euros cada, 1 bolsa boho de pelo fake por 19 euros (no brasil por um peca similar se pagaria 90 reais) e 2 camisetas, um delas do cachorrinho do family guy.
Bom, eu prometi para mim mesma que não ia começar o post de uma viagem que tem tudo para ser incrível reclamando, mas puta que me pariu, eh inevitável nao reclamar de passar 11 horas dentro de um avião, tensa, apertada, incomodada e assistindo os sorrisinhos sistemáticos e diagramados das aeromoças. Eh traumático, serio. Saimos de Santos as 11h da manha do dia 23/09, e chegamos em Roma 24h depois (nesse caso nao estou considerando o fuso).
Pegamos um vôo de Sao Paulo para Paris, e de Paris para Roma. A conexão durou soh uma hora, suficiente para dar uma bizoiada no FreeShop de Paris. Mas na boa, eu tava tao atordoada com 11 horas de vôo, e depois fiquei tao atordoada com tanta cor de batom que soh peguei 1 presente pra minha irma, um kit sobrevivencia da Clinique e 1 Touche Eclat. Soh. O Aeroporto de Paris tem uma arquitetura maravilhosa e impressionante. Um vao de assustar, lindo. Soh que fui tirar foto logo na area de deteccao de metal e tomei uma bronca, hehehehe.
Duas horas a mais de aviao depois (UI!) chegamos em Roma - e a Carla e o namorao italiano dela foram buscar a gente no aeroporto. Eu tava hiper cansada pois praticamente virei. Das 11h do aviao, eu nem dormi nem 2. E depois, na conexao de 2h tb nao dormi, e na Italia nao tive saco de ir pra Freeshop na chegada.
A Carla me entregou o meu brinquedo novo, e ja fui me adaptando a ele no caminho.
Chegando no Hotel, ou melhor, no B&B (Bed and Breakfast), tive uma agradavel surpresa… eu ja tava me preparando para o minimo de conforto (que na minha situacao de chegada, cansada e estrupiada pelo aviao seria dramatico), tive uma agradavel surpresa. O Emozione Romana me emozionou. Super arrumadinho, e bem decoradinho, quarto no tamanho minimo do conforo, banheiro pequeno com um chuveiro espetacular e um secador de 2000w. Gente, milagre! A Simone me deixou tao feliz com essa escolha dela, foi praticamente achar uma peca de roupa incrivel em liquidacao.
Chegamos, tomamos banho, e non-stop. Fomos anda a pe, pra descobrir algum lugar pra comer, e outra surpresa boa… a proximidade do hotel com o Vaticano. EH GRUDADO NO VATICANO! Muito legal… a primeira impress’ao da cidade a noite foi otima, comemos num restaurantezinho simpatico e depois tomamos um gelatto de avela delicioso. Depois, dormir e hotel.
Licoes do dia: 1) nao tenha medo de usar CROCS, eles nao sao esteticamente incriveis, mas a etiqueta diz que combinam com a classe economica da Air France. 2) Nao da pra entender o que os italianos falam. 3) Nao peca para provar o sorvete antes de escolher o sabor.
PS.: Sem acentos, usar MAC eh tenso pra mim.
Algumas fotos, poucas porque a Internet do hotel eh lenta e mal funciona.
Há 2 semanas atrás tive a oportunidade de fazer um curso na Live|Work de design de serviços. Como eu sempre fixo melhor as coisas quando eu as passo adiante, seja falando ou escrevendo, vou colocar aqui o resumo da oficina no meu ponto de vista, e que também sirva para as pessoas interessadas no tema ou mesmo em fazer esse treinamento.
O primeiro conceito, meio que óbvio para mim é o gráfico preço X valor percebido. Quanto menos valor percebido, menor precisa ser o custo, e vice versa. 2 exemplos: os hotéis Ibis (baratos, sem luxo ou grandes diferenciais) e as bolsas Louis Vuitton (desejadas e que emprestam aos seus usuários status, glamour, blablabla).
Independente dos casos, é importante oferecer uma boa experiência (tanto ao se hospedar o Ibis, quanto ao comprar uma it bag). Pasme que 80% das marcas/organizações pensam que entregam uma boa experiência, porém apenas 8% do público concorda com isso.
Falou-se da Disney X Zappos, onde na Disney o processo de admissão é rigoroso levando em conta um filtro por características pessoais (tipo de sorriso, de corte de cabelo, etc), e na Zappos, nde os funcionários tem muita liberdade para não seguir scripts. Nos 2 casos, os colaboradores dessas empresas estão perfeitamente alinhados, o funcionário que entrega o serviço sabe que e como oferecer uma boa experiência para o cliente.
A inevitável pergunta “O que é design?” surgiu. No Brasil, por razões obvias design está diretamente ligado à publicidade a ao design de produtos, interiores, moda, etc. Porém design vai além disso, design também pode ser ESTRATÉGIA, CAMINHO e PROCESSO CRIATIVO. Em resumo “Design é o processo de tornar algo melhor para alguém…”. Sem saber nos debatemos com isso todos os dias na hora de fazer escolhas, de uma roupa, de um cosmético, de um telefone celular. Geralmente associamos design à beleza do produto, embalagem e etc, mas na realidade a nossa compra é feita pensando na expectativa da experiência. Pode avaliar isso na próxima vez que for comprar um simples batom.
Depois, já que o curso era de design de serviços, fez-se a pergunta O que é serviço, e o Tenny fez a analogia da carteira. É só abrirmos nossa carteira e nos depararmos com uma infinidade se serviços: cartão de crédito, plano de saúde, carteirinha de locadora, notas de restaurantes, etc. E resumiu-se como serviço “o desempenho oferecido por uma parte à outra”.
Na sequência, falou-se de inovação, e resumindo inovação: o valor que as pessoas dão para algo. E que as marcas são uma promessa, de autenticidade, sonho, falta de racionalidade, etc. Abaixo um vídeo beeem legal.
Baseado nesse vídeo conclui-se que invenção, tecnologia e inovação são coisas bem diferentes, inovação transforma a percepção e a vida do usuário de algum produto ou serviço.
O design de serviços, então, entra no mundo para fazer uma pergunta simples: “O que as pessoas desejam?”. E para obter essas respostas, obviamente existem técnicas. Design de serviços busca que todos os pontos de contato do cliente com a outra parte funcionem perfeitamente, envolvendo pessoas que usam e prestam o serviço, testando, simulando, buscando criar serviços tão bons que as pessoas recomendem umas às outras.
É algo que extá explodindo em outros países.
Uma das teorias é o duplo diamante, usando o pensamento de discover, define, develop e deliver, e em cada “ápice” temos o insight > idéia > ação.
Algo interessante que foi apresentado (e serviu bastante para me ajudar a entender) é que lucro real está na lealdade, em desenvolver lealdade. E lealdade está diretamente ligado a associar conceitos à marcas. (aí entra o branding dizendo o que a marca transmite e o que é captado).
Basicamente para mim essa foi a parte I do curso. A parte II envolveu algumas dinâmicas práticas. Um dos objetivos foi aplicar a teoria a uma pesquisa de campo no Shopping Iguatemi (já que o escritório da Live|Work) era bem próximo. Vamos abrir um parênteses aí né, porque meu “portifólio” de horas/shopping é realmente considerável. Só que tínhamos que visitar o shopping Iguatemi com os olhos de outra “persona”, perceber como seria a experiência “shopping Iguatemi” para ela. Em resumo a idéia era entender a persona, fazer um trabalho de campo, mapear os pontos de vista no dia seguinte, fazer um brainstorming e depois visualmente ter idéias. Na sequência escolher uma idéia e prototipar (com materiais como Lego*, Durex, cartolina, etc), e apresentar.
Amo florais, não importa a época, a influência, nada. Sempre que vejo estampas florais fico meio perturbada, hehehehe!
O Liberty recentemente ganhou atenção de marcas de fast fashion, Renner, Target e uma infinidade de marcas apostaram e incluíram essas flores miudinhas em suas coleções. Até a Nike lançou um sneaker lindo de flores!
O nome Liberty sugiu por conta dessa loja, em Londres chamada Liberty of London que produzia peças com essas florzinhas pintadas a mão. Também ouvi dizer que era mais associada ao lado da ideologia de liberdade, mas não achei nenhuma fonte que citasse isso.
Já o Flower Power é associado aos anos 60 e aos hippies, como uma reação à guerra do Vietnã e ao fortalecimento do desejo de paz.
Ao meu ver, em termos gráficos o que acredito que diferencie os 2 estilos, é que reconheço em uma estampa liberty pequenas flores mais aleatórias e sem muito padrão. No flower power dá para perceber flores maiorzinhas, mais geométricas, e em algumas estampas, reconhece-se um padrão maior.
Anyway, independente do estilo, sempre que acho uma peça florida que “orne” fico com vontade de levar pra casa para a minha coleção. Eis as minhas:
Para fechar, um item que acabou de entrar para minha wishlist:
São plataformas da Santa Lolla que chegam às lojas na segunda, 02/08! Combinam perfeitamente com esse visual Liberty/Floral sem deixar a composição ”ingênua” demais. Adorei!
Tava aqui tentando faezr um layout novo para o meu blog, mas como é difícil fazer algo pra gente mesmo! Fiz um bem rápido, mas vou fechar agora e abrir amanhã, pra ver se eu simpatizo. Ou compro um template de WP bacaninha e customizo, ou trabalho em uma estrutura própria… não sei ainda, ó dúvida cruel!
Todo mundo fazia aquela cara de “como assim?” quando eu contava que nunca tinha visto nenhum episódio de Sex and the City, que eu não sabia quem era Carrie e Samanta. Pra mim isso nunca foi relevante, nunca fui chegada em seriados que sempre me pareceram novelinhas passadas em Nova York ao invés de no Leblon.
Mas era bem “frustrante” quando eu ouvia o “como assim?” junto do “é a sua cara, vc precisa ver o figurino”. E por isso hoje eu resolvi assistir esse filme. Sim, por causa da futilidade, do figurino cheio de hot brands e de vestidos escalafobéticos. Não esperava grande coisa, mas não assisto filmes esperando grande coisa de todos eles.
E lá fomos nós, assistir esse filme no friozinho debaixo do edredom. E alguns comentários serão registrados abaixo:
Primeiro, a relação da Carrie com sua assistente, principalmente a cena do presente. Achei muito foda a troca dela naquele momento, e o discurso dela sobre a funcionária ter feito alguma diferença na vida dela. Esse vídeo deveria sim ser usado como instrumento motivacional em empresas, hehehe. A assistente dela cumpre um papel essencial e fundamental para a reengenharia do momento.
A amizade entre as 4, franca, sincera, sem melindres. O debate entre os escapes e futulidades de cada uma. A cena de reencontro.
E, principalmente a libertação de rótulos, selos, embalagens e triagens das quais os seres humanos fazem questão de se classificar e se alojar em prateleiras sociais.
Tirando os clichês, realmente o filme é bem bacana, pelos seus pontos altos - e o figurino é só um deles.
“Some labels are best left in the closet.” ou “We were perfectly happy before we decided to live happily ever after.” são duas boas frases de Sex and the City.