Quando eu era mais nova vivia fazendo swaps com minhas penpals mundo afora. Cheguei a receber várias coisas de algumas meninas americanas, e me correspondia com 2 senhores com quem troquei livros, um americano e outro norueguês. Isso me ajudava demais a praticar o inglês, e a criatividade, sem contar em trabalhar a ansiedade e toda a poesia de receber cartas (sim, eu trabalho com internet e escrevo mais de 100 e-mails por dia, por isso valorizo as cartas).
O blog Pespontos vai fazer um swap entre blogs brasileiros e eu vou participar
É tipo, arrumar um pretexto para fazer amigo secreto fora de época! rs…
um cachecol - se você souber tricotar e puder preparar um cachecol prá sua amitroca, vai ser lindo!!! Mas se você não souber, vai lá e compra um, no problem! Lembrando que se a sua amiga mora num lugar muito quente, você pode enviar um lenço charmoso prá ela! O importante é aquecer o pescocinho de forma elegante!
um par de meias quentinhas prá esquentar os pés.
bebidas quentes! Esse item vai ao gosto da freguesa, pode ser chazinho, capuccino, sopinha de envelope, café instantâneo…
Um brilhinho labial hidratante, pode ser uma manteiguinha de cacau, um gloss, um lip balm, um batom. Amitrocas phynas não terão lábios ressecados nesse inverno!
uma receita beeem reconfortante!
um esmalte glamouroso, com aquela cor invernal e poderosa. Vermelhos, marrons, vinhos, cinzas… são muitas opções!
uma cartinha escrita com amor, prá aquecer a amizade.
um item surpresa! Não esqueça de contar na carta porque você escolheu esse item, OK?
Semana passada fui convidada pela Renata, que faz MBA na Unimonte em Santos para responder algumas perguntas sobre a Mkt Virtual e sobre a minha pessoa. O professor Santiago citou a Mkt Virtual como um case da região do ponto de vista do empreendedorismo jovem.
Quando recebi as perguntas da Renata, fiquei com vontade de publicá-las no meu blog, porque de fato isso é um exercício mental, de perguntas que você sabe a resposta, mas na hora de verbalizar de forma concisa… fodeu. E eu respondi abaixo, com total transparência visto que é um trabalho acadêmico. Ou seja, se é pra ensinar algo ou alguém, que seja genuíno para mim mesma.
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Quem é Ludmilla Rossi? Sua formação? Sou uma designer hiper entusiasmada com a possibilidade de escrever e fazer a história de uma empresa. Minha formação é o auto-didatismo, tanto em design como em empreendedorismo. Academicamente fiz 1 ano de publicidade e propaganda, tranquei para abrir a Mkt Virtual (este ano voltei a fazer faculdade, por hobby e estou cursando design de interiores). Meus pais foram neutros e levemente relutantes quando eu disse que abriria uma empresa, mas acho que ambos contribuiram muito para eu me “formar” como empreendedora.
O que faz a Mkt Virtual? Projetos de Internet, já fomos uma produtora de sites, hoje estamos na transição entre uma produtora e uma empresa de comunicação on-line. Desenvolvemos sites, serviços on-line, blogs e aplicativos multimídia em diversas tecnologias, além do desenvolvimento de estratégias de comunicação 100% focadas na web.
Como tudo surgiu? Qual foi a idéia inicial? Em 1996 comecei a ‘brincar’ com a web. Um amigo me ensinou a criar sites bem simples, através de um editor de textos. Alguns meses depois descobri o Photoshop, e comecei a prospectar clientes através de lista telefônica. A partir de 98/99 virei freelancer, enquanto estava no terceiro colegial. Na sequência arranjei um emprego em uma loja de produtos fotográficos e me ofereci para fazer o site da loja. O dono me indicou para alguns amigos dele, e assim ganhei uma experiência maior. Saí deste emprego, entrei na faculdade e já engatei um estágio, onde cuidava dos sites desta empresa (na época, uma editora). E este meu ex-chefe que acabou viabilizando o fato de nascer uma empresa chamada Mkt Virtual. Eu sempre quis ter uma empresa, comentei isso com ele algumas vezes. Como forma de reter a minha mão-de-obra (obviamente na época eu não sabia disso) e unindo isso com uma visão de mercado, ele alocou uma sala pequena atrás da empresa dele. A idéia era que ele cuidasse do administrativo e comercial, e eu ficaria com a área de criação, e precisávamos de mais um sócio para cuidar da área de tecnologia. Sugeri do meu namorado entrar na sociedade por já termos feito alguns freelas juntos, e na época ele estava iniciando na área de programação. A idéia sempre foi ser uma agência web. No mesmo ano “compramos” a parte do chefe-sócio da empresa, que hoje continua sendo um grande amigo e incentivador.
O sonho virou realidade quando? Em 2001 saímos da sala incubada do meu ex-chefe, e aí a empresa tomou forma (e se tornou formal).
Você se considera… gerente, chefe ou líder? Um pouco dos três, dependendo do dia, do período do ano, da situação. Acho melhor fazer essa pergunta aos colaboradores da Mkt Virtual para ter uma resposta mais precisa.
E o futuro da MKT Virtual em 2 anos? Como vai ser? Difícil fazer previsões em um mercado como o nosso. Hoje não fazemos nada igual ao que fazíamos quando abrimos a Mkt Virtual em 2001. Imagino a Mkt Virtual continuar sua curva de crescimento de forma muito sustentável, e iniciando alguns novos núcleos de negócios que não existem hoje. Há cinco anos atrás não se falava em mídias sociais, hoje somos muito requisitados para este tipo de trabalho. O que queremos ter daqui a 2 anos e ainda por tempo indeterminado são determinados valores que nasceram conosco.
Sonho de consumo (pessoal e profissional)? Profissionalmente e pessoalmente é ter uma empresa que consiga viabilizar sonhos de todos os colaboradores (incluindo os meus) e implantar a “felicidade interna bruta” como um conceito global. Tudo isso tendo lucro, proporcionando um ambiente de trabalho humano e uma relação muito humana e amigável com clientes e fornecedores. Pessoalmente, nada megalomaníaco. Estabilidade, poder tirar férias e viajar, ter tempo para hobbies, tudo isso com plena satisfação no trabalho.
O fracasso ainda assusta? Nunca assustou pra valer pelo fato de eu sempre estar cegamente apaixonada pelo meu negócio, mas o fracasso precisa estar sempre presente em micro-escalas para ensinar lições. Fracasso não é falência, quebra e perda. Para mim o fracasso vai desde a perda de uma concorrência, passar uma percepção errada para os funcionários, até uma brincadeira fora de hora. Quando você é empreendedor, você não tem um chefe que te ensina ou reprime por uma atitude errada. Geralmente este “chefe” é abstrato e ele se chama fracasso.
Se você fosse recomeçar, como faria? Primeiro avaliaria o que deu errado. Depois provavelmente montaria um novo negócio, dentro da área de Internet, comunicação, artes mesmo.
Qual o seu lema atual? O que você leva como lição de vida? Difícil definir o meu lema, mas essa frase me inspira e é uma lição:
“Existem homens que lutam um dia e são bons; existem outros que lutam um ano e são melhores; existem aqueles que lutam muitos anos e são muito bons. Porém, existem os que lutam toda a vida. Estes são os imprescindíveis.”
Bertolt Brechet
ó, fazia tempo que eu não ficava contente de assistir um clipe. São poucos aqueles que me impactam pra valer.
O meu top top é de uma música desconhecida de um cantor que não pintou por aqui ainda, mas une uma direção de arte impecável, roteirinho engraçadinho e expressão de atuação.
Clique aqui e veja Kennedy - Your mama.
Mas, nesta semana descobri um videoclipe que disputa o posto de toptop. Ele é 70 Million da banda franco-americana Hold Your Horses.
O clipe foi produzido pela francesa L´Ogre, e une a reconstrução de obras de arte consagradas (da “Marilyn” de Andy Wahrol até “A Lição de Anatomia do Dr. Tulp” de Rembrandt), unindo numa mesma obra estilos antagônicos mas que são relacionados pela expressão dos atores e pelos picos de bom-humor (o que é aquela Frida Kahlo, OMFG!). Para ver, rever e guardar. A música também é boa, e vou procurar mais sobre a banda.
And it hardly looked like a novel at all,
I hardly look like a hero at all
And I’m sorry, you didn’t publish this
And you were white as snow; I was white as a sheet
When you came down in this black dress
In your mom’s black maternity dress
And so,
Though it hardly looked like a novel at all,
And the city treats me, it treats me to you
And a cup of coffee for you
I should learn it’s language and speak it to you
And 70 million should be in the know
And 70 million don’t go out at all
And 70 million wouldn’t walk this street
And 70 million would run to a hole
And 70 million would be wrong wrong wrong
And 70 million never see it at all
And 70 million haven’t tasted snow
And we dance dance dance like the children dance
Imply thought are we taking the chance?
With the light still on, and will we ever reach the tower
And after you came down in this black dress
I don’t know what took so very long
And this,
And this isn’t a war, we don’t have to ration
Now wave white flag, and you kept it at home
And words I wrote from a foreign land
You’re holding my no longer foreign hand
And 70 million should be in the know
And 70 million don’t go out at all
And 70 million wouldn’t walk this street
And 70 million would run to a hole
And 70 million would be wrong wrong wrong
And 70 million never see it at all
And 70 million haven’t tasted snow
Eu estava no aeroporto, na Laselva, e um livro me escolheu. Juro que eu entrei pra comprar só uma Vogue pra sossegar a minha tensão por voar dali a uns instantes (Vogue é calmante, acreditem). Peguei a Vogue e esbarrei com uma pilha de livros. Li as primeiras páginas e quis comprar. Perguntei o preço, e deixei no caixa, passei o cartão. Pensei logo depois de digitar a senha, e decidi levar o livro. Comecei a ler no instante seguinte, enquanto o chá de aeroporto rolava solto. Entrei no avião, e continuei devorando o livro. Durante a semana de férias que tive (no começo de fereveiro), o livro disputava minha atenção com a praia. O li várias vezes na piscina e nos intervalos entre os passeios. O livro era “Wilson Simonal - Ninguém sabe o duro que dei”.
Conhecia muito pouco a obra do Simonal. Em 2005 meu pai me gravou um CD com algumas músicas brasileiras antigas, entre elas Wilson Simonal, Originais do Samba, Jorge Ben Jor e companhia. Adorava algumas, principalmente Sá Marina e Nem vem que não tem, cujo os nomes eu mal conhecia e faziam parte do meu casual listening.
Trombei com alguns vídeos do Simonal no YouTube, durante a divulgação do documentário “Ninguém sabe o duro que dei”, que ainda não assisti. Passei a ouvir bastante e a querer assistir o doc. O assunto morreu aí, e foi redescoberto no livro.
Em 2002, quando a saudosa Mythos completou 1 ano de vida, teve um show do Max de Castro. Na ocasião eu não sabia nem quem era, quando falaram que ele era filho do Simonal, continuou na mesma. Apenas 3 anos depois que conheci a obra de Simonal. E agora, 8 anos depois, o livro de Simonal veio me ensinar mais uma história de vida, superação e reflexões que falarei a seguir.
Mas antes, um vídeo histórico, de 1970.
Wilson Simonal e Sarah Vaughan dividem o palco.
Não precisa assistir o vídeo todo, os primeiros minutos já valem.
E já que estamos no contexto Dionne Warwick, Wilson Simonal cantando I´ll never fall in love again.
Essa versão é imperdível!!!
O livro
O livro, ao mesmo tempo que traça a biografia de Simonal, conta a história do cenário musical em uma época que todos os artistas brasileiros contemporâneos eram iniciantes em busca de um lugar ao sol. Fala bastante das épocas dos festivais e do fervor que Wilson Simonal provocava. Conta bastidores de shows e programas de televisão e transporta o leitor para as décadas de 60 e 70. Tv male-male, sem Internet, sem celular, sem MP3. O sucesso se espalhando pela TV, rádio e boca-a-boca. O livro fala bastante de quando e quanto Simonal atingiu o auge, feito bastante raro para um negro, pobre e nascido em condições com poucas perspectivas.
Simonal ascendeu, e seu sucesso subiu a sua cabeça. Um dos trechos mais marcantes do livro para mim é quando ele retrata que Simonal, visando mais lucro, resolve montar sua própria estrutura para organização de shows (uma empresa chamada Simonal Produções), resultando em uma máquina inflada, com pouca competência de gestão, uma grande desorganização financeira, que de forma indireta resultou na bola de neve e na decadência artística e moral de Wilson Simonal. Abre parênteses: já se fala de encargos trabalhistas altíssimos e competência administrativa. Fecha.
A Simonal Produções consumiu algumas conquistas de Simonal. Um de seus ex-funcionários, Viviani, foi um dos pólos de toda a merda, unindo desconfiança com a prepotência de Simonal, que acarretaram em sua fama de dedo-duro. Daí, muita gente já sabe a história.
Uma carreira, um talento, uma família, a moral, a realização plena, o sucesso, as conquistas. Não sobrou nenhuma dessas coisas inteiras para Wilson Simonal. Para se ter uma idéia, Roberto Carlos ainda não era conhecido e Simonal já ocupava o posto do maior cantor do país, e disputava o posto de “negro mais famoso” com o Pelé. O Brasil virou as costas para ele, por conta de boatos que tomaram proporções incontroláveis.
Após ler este livro, tenho a plena certeza que a maior parte das pessoas não fazem idéia de quão destrutiva pode ser uma de suas opiniões transformadas em boatos. Jaguar diz que não se arrepende de ter feito a tirinha em O Pasquim, e sustenta que ele não conseguiria destruir um astro como Simonal. Mas um humor fora de hora em cima de uma atitude fora de contexto por parte de Wilson Simonal foi o epicentro. Um comentário inocente, uma atitude errada podem ser transformar em percepções de terceiros bem graves. Um achismo destruiu a carreira de um artista de proporção nacional. O que pode fazer em menor escala, em uma família, uma escola, no meio corporativo?
Simonal morreu com uma angústia dolorosa e mal resolvida, tentando provar com papéis embaixo do braço (até no hospital), de forma psicótica, que não era um dedo-duro e que não entregava artistas para a ditadura. Óbvio, o livro também não coloca Simonal como santo, é imparcial. Seu ego, prepotência e posicionamentos são questionados mas apresentados de forma imparcial. O que não é colocado de forma imparcial: como julgamentos coletivos em cima de inverdades ou achismos podem afetar a relação de um país inteiro com um artista, que no fundo é uma pessoa, parte de uma família. O país inteiro continuou a viver, consumindo novos artistas e canções. Simonal não morreu nesta época, mas o país o matou psicologiamente sem ao menos ter pedido desculpas. Certamente os artistas que se afastaram de Simonal na época por conta do boato, se questionam hoje como tudo podia ter sido diferente.
O Brasil pede desculpas para Si.
Moral do livro: alô você, que imaginou algo e passou pra frente sem ter certeza, que ficou com raivinha e aumentou uma história, que fez uma fofoca ou passou um boato pra frente, tá na hora de pedir desculpas. Para você mesmo, e depois para quem foi vítima do seu achismo. Peça em silêncio. Ou cantando. Não importa.
Ahahahahahaha!
-”Vamos voltar a pilantragem.
Xá comigo, uma musiquinha
Prá machucar os corações”
Abaixo os 2 no programa do Jô, nesta semana, cantando I say a little pray for you (composição do Burt Bacharach também).
O resumo do show é o seguinte: ela cantou algumas músicas que ela não havia cantado em Santos. As que faltaram foram Close to you eThe look of love. CTY ela cantou em Santos, e TLOL eu nunca a vi cantando. Os pontos altos foram Alfie, I know I´ll never love this way again, e a insuperável This guy in love with you. Todas composições do Burt Bacharach.
Abrindo um parenteses para uma leve frustração de não ter tocado Close to you, o vídeo abaixo conta um pouco da história da música. Dionne Warwick gravou antes dos Carpenters (por ser uma das vozes preferidas do Burt Bacharach, para não falar A VOZ PREFERIDA dele). Este vídeo conta um pouco mais profundamente sobre a música. Bem interessante, principalmente por saber que naquela mesma categoria, naquele mesmo ano estavam concorrendo ao grammy as músicas Let it be (The Beatles) e ABC (Jackson´s 5). Foda! O vídeo abaixo é pra ser visto e revisto inúmeras vezes.
Voltando ao show, a culpa é do Ivan Lins, que fez uma participação especial, gripado e chatinho, mas que eu acho que fui a única que não gostei. Pra mim foi dispensável ocupar 3 músicas com ele.
Outra curiosidade é que Dionne estava usando exatamente o mesmo vestido do show de 2007 em Santos. Hehehe, ok, isso é uma curiosidade fashionista, mas é engraçado pensar os porquês. Como em Santos acabou sendo um público pequeno e há 3 anos ela deve ter pensado que não teria problema repetir, ou melhor, aproxima Dionne Warwick diva de nós mortais que repetimos roupa simmmmm! Eu fui com o mesmo vestido que usei a umas semanas atrás no prêmio Converge, só adicionando alguns acessórios diferentes e trocando o sapato e adicionando uma meia calça verde fluor. Ou, a última possibilidade é que rola uma falha do figurinista.
Enfim, voltando ao foco do show foi uma noite hiper especial, com minha família e meu amor, que certamente não será esquecida. Como eu adoro esses shows, são memoráveis e valem cada centavo. Apesar de não termos ficado num super próximo (igual ficamos no do Burt Bacharach), a visibilidade foi perfeita.
Claro que eu vou falar que tá corrido né? Óbvio. Mas tá mesmo… essa semana não vou nenhum dia na faculdade. Hoje fiquei até mais tarde na Mkt Virtual preparando uns materiais, amanhã e quinta tem curso e quarta vou dar uma palestra junto com o Danilo na Unimes. E sexta é feriado… gezuis… espero que alguém esteja assinando a lista no meu nome…
Sábado foi aniversário do meu amor. De manhã fomos no Educandário Anália Franco com a Érika, primo dela e o Mad entregar umas doações organizadas pela Érika. Tinham 7 meninos no local, 2 eram crianças e um deles conversou um pouco com a gente sobre oportunidades e etc. Bem foda.
Depois eu e o Maurício fomos para o Santa Marta tomar um café da manhã, fomos para a casa dele e fiquei o dia todo com ele e com o Quenny (my favorite puppy), e a noite fomos no Nagasaki comemorar. A surpresa foi o Luiz Ponce aparecer, chegando antes de todos (haha), fato inédito quando se trata do Luiz. Olha onde chega a evolução do “cerumano”, Luiz chegando cedo e a gente chegando atrasado!!!
E hoje a semana começou… e tô contando os dias para o show da Dionne Warwick que vai rolar dia 10/04! Can´t wait! Só tomara que o Ivan Lins fique preso no engarrafamento ou a gasolina do carro dele acabe, heheh (HELL!). Ou que se nada disso acontecer, ele se contente em cantar 1 música só. Mal aê Ivan, mas vc não tem naaaaada a ver com a diva!
Essa semaninha foi esgotante, mas não significa que foi ruim. Pelo contrário, aconteceu muita coisa boa! Correria no trabalho, pendências para resolver em pouco tempo pois está sendo um mês bem intenso, além da faculdade está rolando o curso, e a academia. Nunca fiz tantas atividades paralelas junto ao trabalho, mas vambora.
Terça e quinta tivemos palestras bem legais no curso da ESPM. As que mais gostei pela relevância dentro do meu trabalho: Gilberto, Anamaiê / Viviane Vivela, Sebrae / Marcia Matos, Sebrae. Colocar empreendedorismo em pauta é fundamental, deveria ser ensinado logo após uma criança ser alfabetizada, e bem antes das fórmulas de física (que provavelmente só o Google lembra). É difícil explicar as palestras aqui, até porque o discurso do palestrante interfere e muito no impacto que elas tem.
A palestra da Viviane foi marcante por retratar um Brasil que poucos conhecem, e que muitas vezes a Internet o mostra. Como por exemplo um grupo de mulheres em Manaus, empreendedoras, que fornecem sabonete para a The Body Shop, ou a lavanderia Mamute em Pernambuco que lava jeans da maior parte das marcas como Alexandre Herchcovitch, entre outras. Os caras lavam 37% do jeans produzido no Brasil.
Outro ponto interessante foi o fato de que Viviane disse que é ultra procurada no Sebrae por pessoas perguntando: O que dá dinheiro? E, obviamente essa é a pergunta que ninguém sabe responder. As pessoas querem empreender com as condicionais “quero algo que me dê muito dinheiro, rápido, sem muito esforço”. E, quero conhecer algum empreendedor bem sucedido que tenha começado seu negócio com essas premissas.
Cinemenu e Avon Maquiagem foram premiados nas categorias Rede social/Comunidade e B2C respectivamente! Foi muito bom ganhar esses 2 prêmios com esses 2 clientes que, numa relação de mutualismo ensinaram muito e aprenderam também com a Mkt Virtual. Depois da premiação rolou um coquetelzinho, e um happy-hour no Outback. Juntamos 15 pessoas em uma mesa, com origens, perfis, conhecimentos completamente diferentes, mas juntas em uma noite comemorando o sucesso das suas iniciativas. Os clientes e nós da Mkt Virtual, falando besteira e dividindo histórias de vida engraçadas e interessantes.
Foto da premiação:
Eu e Carol (de preto) e Ricardo com o prêmio na mão!
Na van (ida e volta) rolaram várias risadas. Tava doendo de tanto rir. Odeio falar isso, mas tem piada interna impublicável.
Bom, agora bora dormir que amanhã tem subida para São Paulo… aula no Jardim Botânico de manhã, almoço com amigos, exposição do mestre Andy Wahrol a tarde. Ufa!
Tô cansada! Sério, esses dias tem sido uma loucura… tudo bem que isso é discurso padrão no meu caso, mas ultimamente não tô conseguindo tempo para respirar. Fazia tempo que eu não estava trampando aos sábados, mas pelo visto vou ter que retomar essa rotina durante as próximas semanas para dar cabo no checklist de coisas que tenho para resolver. Estou trabalhando durante menos tempo na Mkt Virtual, o que me dá uma angústia enorme de saber que a minha listinha de coisas não diminui tão rapidamente. Por mais que eu esteja chegando mais cedo, estou conciliando reuniões + Mkt Virtual + academia no mínimo 4x por semana + faculdade. E isso não é tão simples, mas vambora.
Essa semana eu e o Mad começamos um curso na ESPM em São Paulo chamado Ações inovadoras em comunicação digital. Ontem foi o primeiro dia, uma aula mais sobre sensibilização mesmo. Espero que no final eu fique contente com o que vou aprender pois será beeeeem cansativo subir às 17h e descer 11:30h da noite. O curso é com o Gil Giardelli. Nós já tínhamos visto uma palestra dele em 2009 no EDTED da Arteccom. Se der tempo vou postando coisas aqui que aprendi.
A faculdade está indo, tem poucas aulas que eu penso “caraleo, como isso foi legal”, mas descobri já uma meia dúzia de materiais novos e alternativos que espero que me sejam úteis em um próximo processo de ampliação. As aulas de história da arte são bem legais tb. Amanhã vou passar o dia em SP por conta da faculdade (e estou bem irritada de não ir trabalhar). Vou na Expo Revestir, feira voltada para inovações em materiais usados por arquitetos e designers de interiores, e na seqüencia no Museu da Casa Brasileira. Em seguida já vou para o curso da ESPM, e vou chegar em casa 1 e tanta da manhã morta, certamente!