Sex and the City e suas lições
Todo mundo fazia aquela cara de “como assim?” quando eu contava que nunca tinha visto nenhum episódio de Sex and the City, que eu não sabia quem era Carrie e Samanta. Pra mim isso nunca foi relevante, nunca fui chegada em seriados que sempre me pareceram novelinhas passadas em Nova York ao invés de no Leblon.
Mas era bem “frustrante” quando eu ouvia o “como assim?” junto do “é a sua cara, vc precisa ver o figurino”. E por isso hoje eu resolvi assistir esse filme. Sim, por causa da futilidade, do figurino cheio de hot brands e de vestidos escalafobéticos. Não esperava grande coisa, mas não assisto filmes esperando grande coisa de todos eles.
E lá fomos nós, assistir esse filme no friozinho debaixo do edredom. E alguns comentários serão registrados abaixo:
Primeiro, a relação da Carrie com sua assistente, principalmente a cena do presente. Achei muito foda a troca dela naquele momento, e o discurso dela sobre a funcionária ter feito alguma diferença na vida dela. Esse vídeo deveria sim ser usado como instrumento motivacional em empresas, hehehe. A assistente dela cumpre um papel essencial e fundamental para a reengenharia do momento.
A amizade entre as 4, franca, sincera, sem melindres. O debate entre os escapes e futulidades de cada uma. A cena de reencontro.
E, principalmente a libertação de rótulos, selos, embalagens e triagens das quais os seres humanos fazem questão de se classificar e se alojar em prateleiras sociais.
Tirando os clichês, realmente o filme é bem bacana, pelos seus pontos altos - e o figurino é só um deles.
“Some labels are best left in the closet.” ou “We were perfectly happy before we decided to live happily ever after.” são duas boas frases de Sex and the City.









