Ain´t no mountain high enough

3 January, 2011

Malandro é o gato…

Filed under: Livros — Tags: , , — Ludmilla Rossi @ 11:51 pm

sebastiao

…que se esquenta no conversor da TV a cabo.

Sebastião curte um calorzinho. Ao seu lado um livro fofíssimo que ganhei da minha tia - “Os 100 gatos que mudaram a civilização”. Leitura descompromissada e deliciosa.

30 December, 2009

As 100+, de Nina Garcia. Excelente leitura e ilustrações!

Filed under: Diarinho, Livros, moda — Tags: , , , , , , — Ludmilla Rossi @ 1:00 am

No domingo comprei o livro as 100+ da Nina Garcia, e de tanto que eu gostei, eu acabei na segunda-feira. Adoro livro dos quais eu não quero desgrudar e com esse foi assim. Leitura leve, envolvente, com textos fáceis e informativos acompanhado de ilustrações magníficas.

Eu não poderia querer mais nada né? Une tudo que eu gosto em um livro de capa dura (adoro), que reúne moda, cultura, história da arte e da moda, vintage, compras e design.

A CAPA
as100mais1

Uma das páginas, com uma das ILUSTRAÇÕES FOFAS
as100mais2

Paguei 47 reais na Fnac e valeu cada centavinho. Apesar do livro parecer meio bobo e estar porcamente localizado perto da seção de auto-ajuda, ele não tem nada de auto-ajuda barata, mas sim, é uma experiência enriquecedora que torna seu repertório de história da moda um pouco mais rico. Se isso for auto-ajuda, quero ser auto-ajudada todos os dias por livros como esse.

Uma das coisas que achei super legais do livro e vou reproduzir aqui (página 133)
Em 1916 o joalheiro Jacques Cartier comprou a loja de Manhattan trocando um fio duplo de pérolas cultivadas pelo prédio inteiro! (!)

O livro é cheio de curiosidadeszinhas assim. Amei!

2 July, 2009

Já pensou?

Filed under: Coisas bonitas, Coisas legais, Diarinho, Livros, Maquiagem, moda — Tags: , , , — Ludmilla Rossi @ 11:13 pm

Quem assina esse texto abaixo é Cristiana Guerra do blog “Hoje eu vou assim“. Cristiana virou  um fenômeno na blogosfera depois de criar o Para Francisco, um blog para o seu filho ter recordações do pai que não chegou a conhecer. Por trás de toda essa história triste tem uma redatora criativa, inspirada e inspiradora. Seus textos são muito bons. Por isso, de toda essa história saiu um livro (homônimo do blog PARA FRANCISCO), que eu li em uma tarde. MARAVILHOSO.

Já pensou? Já parou pra pensar que você é sua própria estilista? Que ao acordar você se prepara para um desfile diário, voluntário ou não, e ao se vestir faz suas escolhas? Já parou pra pensar que, assim como o estilista elege cores, formas, texturas, estampas, você seleciona as suas entre o que está disponível por aí? Que, como os estilistas, você também é influenciada pelo mundo que está à sua volta e pelo seu próprio humor, pelas alegrias e tristezas, dias de tédio ou paixão? Que ao fazer uma simples combinação de cores, texturas, estilos, você está mostrando a sua forma de ver a vida? Já parou pra pensar que a moda pode ser futilidade quando dela somos escravos, mas pode ser arte quando a usamos como forma de expressão? Que a escolha de uma roupa para vestir não precisa se pautar por ela ser ou não tendência, mas por combinar ou não com você? Já parou pra pensar em novas combinações para velhas peças? Já parou pra pensar que tem dias que a gente é criativo e, em outros, alguém já foi criativo por nós, e isso facilita? E que nessas horas você veste a sua admiração por um artista? Já parou pra pensar que o seu guarda-roupas é a sua coleção? Que a moda pode ter tanta inspiração quanto um quadro, uma escultura, uma música, um filme? Que a moda pode ser arte andando por aí? Já parou pra pensar nisso? Eu já.”

Admiro duplamente Cristiana, por 2 questões: a primeira pela lição de superação. Por esse fator, todo mundo a entende a admira. Pelo fato de ter superado uma grande perda, enquanto estava grávida. Roteiro digno de um filme bem triste.

A outra razão, pouca gente talvez entenda, mas é explicada pelo texto que coloquei aí em cima. O texto de Cristiana explica bem a relação que tenho com o meu guarda-roupa. Algumas pessoas colecionam selos, outras moedas, outras canetas, outras jogos de videogame, outras miniaturas. Eu gosto de colecionar roupas, sapatos e adjacentes. Não que eu tenha uma coleção digna de grande destaque, mas a minha empolgação por uma blusa bem cortada ou pelo brilho de um poliéster verde-limão, não é simplesmente um ato consumista, e sim todo um contexto próprio. Misturando ainda com o lado profissional, essa relação se torna ainda mais incrível. A possibilidade de vestir patterns, texturas, brilhos me encantam: como designer, como consumidora, como espectadora. E é por isso que eu acho o máximo entrar numa loja de departamentos e se servir com sua própria triagem. É o máximo ir a um centrão de cidade e garimpar as lojas de massa atrás de peças que se transformam se associadas a outras. É emocionante acompanhar um desfile de vestuário de luxo. Quem não se encanta com isso? Quem não se encanta com um vestido de redcarpet? Quem não paga um pau para o figurino de um filme? Quem não olha essas fotos da Emma Watson e não se emociona? Tem que ser muito insensível. É bucólico, delicado, agressivo, vadio e luxuoso ao mesmo tempo.

emma-watson-teen-vogue

A conclusão é que, se resumir a achar que a gente veste um bando de paninhos todo dia e que é um absurdo fútil se preocupar com o que vai ser usado diariamente, é uma baita de uma limitação. Não se preocupar com isso é aceitável. Condenar isso, rotulando como “coisa de gente fútil” é o bizarro. E tão bizarro quanto isso, são aquelas pessoas que vivem para o que é tendência. Moda não é um coletivo de vítimas da moda. Moda, no sentido genial da palavra, é a sua reunião de sentimentos do dia materializados em pano. Moda é isso.

28 January, 2008

Múltiplos assuntos

Filed under: Clientes, Diarinho, Livros — Ludmilla Rossi @ 1:32 am

Hoje lembrei que em 2007 eu prometi a mim mesma que leria 30 livros. Eu não cumpri o acordo. Quando isso acontece me sinto muito loser. Muito mesmo. Leitura é um KY cerebral. Eu disse KY, não QI. Não entendam errado. Lubrifica os neurônios, e faz as idéias deslizarem.

Eu li alguns em 2007. Não sei se conto aqui quais. Não vou contar não. É dar informação demais. Quem quiser me pergunta pessoalmente, se eu gostar de você, eu até te empresto. Foram 6 livros no total.

Bom, em janeiro li 1. Proporcionalmente estou melhor que em 2007. A meta é 2 por mês, no mínimo 1. E não vale livrinho idiota e fininho, aliás, pode até ser idiota, mas o mínimo que tem que rolar, como eu já disse é lubrificar o cérebro. Passei o domingo dedicada a essa atividade, deitada na cama com uma roupa velha, e descansando da festa de ontem.

Foi bem legal, aliás… para quem não sabe foi aniversário de Santos (e da minha cunhada Simone, jornalista e ilustradora - momento do merchan, CLICA AQUI). O aniversário de Santos é um dia depois do aniversário de São Paulo. E estava na capa do UOL, uma pesquisa que dizia que 55% das pessoas que moram em São Paulo, se tivessem oportunidade, morariam em outro lugar. Fiquei meio assustada, mas certamente eu estaria nessa maioria se fosse entrevistada. Adoro São Paulo, para fazer negócios, para consumir, jantar e me divertir. Mas para respirar, eu prefiro Santos mesmo, obrigada.

O fato é que como ontem era feriado e aniversário da cidade, fui para o “baile da cidade”. Um evento muito bacana, idealizado pela Atrium Eventos, do caprichoso Fernando, cliente da Mkt Virtual. É interessante a gente fazer reunião de briefing, entender o que o cliente quer, construir o site da empresa dele. Diferente é estar dentro do serviço que ele presta e se surpreender com isso.

O jantar estava maravilhoso, com destaque para batatas duchese na frigideira de prata, e farofa de ervas. E a sobremesa genial. Foi divertido, especialmente que em bailes onde tocam Sinatra, eu me sinto em casa, com todas as letras decoradas. A-D-O-R-O.

O Mad, vulgo Gabriel, tem um blog. E eu já fui citada no primeiro post! Uhuu…

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