Ain´t no mountain high enough

26 December, 2007

Adote um gatinho

Filed under: Uncategorized — Ludmilla Rossi @ 1:14 am

Final de ano é época de todo mundo amolecer o coração e o cadeado financeiro. Ao invés de doar para as costumeiras creches e centros (que todo mundo já faz isso), por que não ratear o budget e colaborar com esta ONG aqui? O trabalho delas é muito sério, e custa em média R$ 10.000,00 / MÊS. Ou seja, nem sempre é simples ter dinheiro em caixa… você também pode colaborar comprando ração, areia, camisetas da ONG e etc. Ou mesmo dando um lar para um dos 120 gatinhos disponíveis no site.

www.adoteumgatinho.com.br

24 December, 2007

Just take a look

Filed under: Uncategorized — Ludmilla Rossi @ 2:38 pm

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só digo hahahahahahaha

Foi mto legal e engraçado.

Mais fotos, mais tarde no flickr.

16 December, 2007

Franqueza

Filed under: Diarinho — Tags: , , , , , , , — Ludmilla Rossi @ 8:34 pm

Ok, vamos ser francos.

Barry Manilow nessa performance parece querer ser uma espécie de Elvis Presley com a cara do Rowan Atkinson e a cor de cabelo da Carla Perez (PELOAMOR DE DEUS, CUIDADO AO CLICAR, INSTRUÇÕES ABAIXO EM BOLD*) no início de sua carreira.

A franqueza: eu adoro essa música na voz do Barry, e sei que isso arranha minha reputação musical. Mas é que essa música cantada por The Carpenters é outra catiguria.

* CARACAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAS, EU ENTREI NO SITE DA CARLA PEREZ! EU ENTREI NO SITE DA CARLA PEREZ! EU ENTREI NO SITE DA CARLA PEREZ! Ainda bem que ela me avisou que Jesus me ama através de um adorável alerta Javascript, só que há um porém! Alguma força do mal dominou o site dela, e do nada começa a cantar uma música I-N-S-U-P-O-R-T-Á-V-E-L.

OMG, OMJ, save me!

4 December, 2007

Muitas coisas…

Filed under: Diarinho — Ludmilla Rossi @ 1:59 am

Bom, cá estou. Um dia atípico.

Ia ser a “great hair day”. Meu cabelo saiu ótimo de casa, uma lavagem com shampoo vagabundo (pois ando reduzindo a cota para os shampoos purpurinados, são coisinhas divertidas de comprar, mas em mês de 13º eu coloco o pé no freio pois nada pode ir pelo ralo), uma secada rápida.

Cheguei no escritório, pepino. Depois velório. Nunca tinha ido a um velório na vida. Vou confessar o óbvio, mas não gosto. Recentemente passei pela triste experiência de ver meu companheiro de 13 anos parado, gelado, parecendo que ia levantar a qualquer momento. O triste é isso, a cena de ver algo morto, seja um passarinho, um gato, ou uma pessoa é ter a sensação de que vai reviver. Mas ao mesmo tempo é idiota pensar isso. Game over.

Depois do velório reunião rápida. Almocei uma coxinha e um eclair de creme, a única coisa que deu tempo. Depois a tarde inteira no ralo de e-mails, reunião de novo e detalhes pra resolver. Gente nova aqui na empresa hoje, espero que dê tudo certo. Depois reunião, e outra reunião, até as 21:58. Os outros 2 minutos tentei convencer o balconista do McDonalds a me vender um lanche, mas foi em vão. Ele tava mais a fim de fechar a loja e pegar seu bonde pra casa, e eu tive que me contentar com uma pizza do Sevilha.

O Gustavo veio fazer uma supresa aqui hoje. Depois de 2 anos sem vê-lo ele apareceu no meio da tarde todo aloprado aqui e me trouxe um Lindt. Essa parte do dia foi boa.

Enfim, um dia atípico mas meu cabelo permaneceu intacto até o fim do dia.

1 December, 2007

Conclusão importante

Filed under: Coisas bonitas — Ludmilla Rossi @ 10:56 pm

Conclusão que tirei hoje:

A maioria das pessoas que ocupam um cargo de patrão hoje, já passaram pela experiência de ser funcionário.

E uma minoria de pessoas que são funcionários tiveram uma experiência de ser patrão, e caso tenham tido, a maioria foi mal sucedida.

MORAL DA HISTÓRIA:
Julgar é fácil, criticar idem, mas é muito fácil fazer isso sem ter noção de um dos lados da realidade.

29 November, 2007

Me & Ray Zoinho Charles

Filed under: Uncategorized — Ludmilla Rossi @ 12:53 am

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28 November, 2007

Coisas que me emocionam I

Filed under: Coisas bonitas — Ludmilla Rossi @ 1:58 am

Essa música por Faith no More é uma coisa de arrepiar.

A melodia dessa música é sensacional. Colocou a letra, fudeu.

Acho que a original é de 1968, mas “This Guy’s In Love With You” foi consagrada definitivamente pela diva Dionne Warwick, que na versão dela é “This Girl’s In Love With You”.

25 November, 2007

êeeee, que legal! Tá na modinha!

Filed under: Uncategorized — Ludmilla Rossi @ 2:17 am

Que legal… tá na modinha falar mal em blog de O MAGNATA, o filme do Chorão.

Vamos lá, vamos posar de intelectuais, entendidos pra-caraleo de cinema, de arte e de coisinhas inteligentes tipo design, linguagem, estética, e blá blá blá.

Que legal… é realmente produtivo e interessante criticar o cinema nacional! Êeeeeeeee! Vamos juntar nossos coleguinhas e fazer isso, pois afinal é polêmico e realmente divertido dar uma zoada no trabalho alheio.

Vi poucas críticas condizentes de O MAGNATA. Muitas tentam ser engraçadinhas, fazer metáforas bestas e comparar. Ninguém realmente analisa sem comparar e metaforar, e com isso acham que provocam risadinhas do tipo “Nossa, como esse cara que escreveu é foda”.

Vi 1 ou 2 críticas que chacoteavam o filme fazer algum sentido. Li umas 20 essencialmente patéticas. E o pior é que as críticas tinham exatamente a mesma essência que elas reportavam em O Magnata: mal escritas e óbvias, elas tinham como um único objetivo a comercialização da imagem eu-não-gosto-do-Chorão. E não há absolutamente nada de inteligente nisso.

Óbvio que o filme tem problemas, mas analisando o geral é um filme bom, sim. Cumpre um papel único no cinema nacional de trazer um quê de produção diferente do cult, estigma que pelo menos para mim, ficou impregnado nas produções Brasileiras. Selei isso quando assisti Durval Discos, achando que iria ser um filme para cumprir o papel do cinema, nessa ordem:

1- Diversão
2- Cultura

Eu vou no cinema para me divertir, e acredito que a maioria dos cineastas façam filmes com esse propósito. Divertir não é dar risadinha, e sim destinar um tempo para se envolver em algo (uma história) que proporciona momentos de atenção, concentração e envolvimento. Isso é diversão, entretenimento desenfreado.

Durval discos não me divertiu. Vi o trailer e achei que ia ser divertidíssimo. Achei cult, ou pelo menos cult-wannabe.

O Magnata diverte. Envolve. O trunfo do filme é esse. Todo mundo sabia que o filme seria criticado, e mesmo assim ter peito de lançar o projeto e trombar os “intelectualóides de la frustración”, abrindo suas bocas para escrever e chacotear o filme. Quem duvida vá ao cinema, e verá um filme bem-feito, envolvente, com bons atores, espontâneidade, experimentação (misturando personagens reais com inventados).

Paulo Vilhena manda bem, Murilo Salles idem. Gosto da cara de idiota que a Priscila Sol faz, eu diria que era não atuou bem mas depois pensando melhor dá pra sacar que ela força a vibe de prima idiotinha e bestinha, enquanto a Rosane vende a imagem de menina bacana e bem-resolvida como Dri.

Não aprecio o excesso de gírias, mas isso tenho que concordar que é uma demanda do filme. Enfim, assista e antes de criticar pense na qualidade e quantidade dos profissionais que estiveram envolvidos nesse projeto. Não estigmatize o filme só porque você não curte Charlie Brown Jr., ou porque seu amiguinho acha que você será um babaca se assistir. Pense que grandes nomes do cinema nacional estão integrados na ficha técnica desse filme, além dele realmente cumprir seu papel: Divertir despretenciosamente, pautando que tudo tem limite, inclusive minha paciência com gente escrota e faladora que só sabe olhar com inveja grandes realizações alheias.

O Magnata é uma delas.

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