“É importante respeitar o passado mas não reverenciá-lo. O segredo está em apreciar o legado de quem criou uma empresa, entender quais foram os ingredientes cruciais para o sucesso e carregá -los para o futuro, sem permitir que sejam obstáculos à transformações necessárias…”
Bob Iger

Uma imagem só…
Minha cabeça dói, são 19:49 e o dia ainda mal começou.
Desafio é o dendê do meu ensopado.
Bom, tinha me esquecido o que era um final de semana. Em partes…
Ontem fui para SP correr atrás de uns deveres, mas acabamos aproveitando as coisinhas.
Comprei um presente para o meu pai, outro para mim e o Maurício comprou para ele também!
Um presente que eu queria há tempos.
Enfim, a noite acabou com o magnânimo brownie do América, estrelinhas gastronômicas por R$ 12,70. Adoro.
E uma foto com o título apropriadíssimo:
Delícias da vida

…que esse blog é público, mas que é meu. E o que eu falo aqui, lê quem quer… e como nas aulinhas de português da quarta série aprendemos interpretação de texto. Que sempre considerei uma das aulas mais chatas. Quem lê algo, vê algo, ouve algo, tem a liberdade de interpretar qualquer coisa. Mesmo que o autor, se debatendo em seu túmulo, tenha desejado passar outra mensagem. Só ele sabe realmente o que ele quer dizer. E muitas vezes ele não quer dizer nada. UAU, né?
Tenho pensado sobre muitas coisas… aliás, acho que meu cérebro nunca esteve tanto em atividade pensativa, e tenho chegado a bons pensamentos. Positive vibrations como diz a Carol.
Moral da história de ontem - duas delas:
Mãe manda a gente pegar casaco sem senso nenhum de metereologia.
Do leite azedo e da clara de ovo (coisas nojentas, by the way) sai a coalhada seca, iguaria da culinária árabe bem gostosa.

Tudo que ele queria era estar no ar condicionado, sentado em uma mesa de escritório… vestido confortavelmente, trabalhando, encerrando seu dia e depois assistir a novela com a mulher e filhos. Ou encontrar os amigos em um bar. Ou terminar de escrever seu livro.
Tudo que alguns transeuntes queriam era estar sentado na grama, no sol. Sem fazer nada. Tirar ou terno, ou a calça jeans e se vestir de férias eternas, que parecem boas. Sem preocupações, sem a cobrança do relatório que não foi entregue, do cheque que não compensou, do estagiário que deixou a tarefa incompleta ou do chefe que não para de cobrar resultados.
Se ele estiver feliz, no momento da foto é o que importa.
E nesse momento eu estava… e torci para ele estar também.
Foi um tiro rápido, na fração de segundos que o sinal estava fechado.
Abriu.
Marapa Zagur is on the web.
Bom, fiquei feliz agora. Tormento III tem um blog agora.
Preparem-se pois vem textos bons por aí. Espero que por longo tempo.

Algumas fotos de momentos legais, final de semana passado.