Ain´t no mountain high enough

15 November, 2010

Atenção: piada altamente de nicho

Filed under: Coisas legais, Idiotices, arte — Tags: , , — Ludmilla Rossi @ 10:34 pm

Eu avisei, a piada é de nicho. A maioria das pessoas não vai achar tanta graça. Eu tô rindo horrores aqui e visualizando a cena. Especialemente para as designers e beauty addicts…

maldito_esmalte

Se eles tivessem levado em conta a coleção “7 pecados”, então…
Créditos e agradecimento pela gargalhada, aqui.

Explicações desnecessárias.

Filed under: Gatos — Tags: — Ludmilla Rossi @ 7:39 pm

formations

Survival mini make-up

Filed under: Beleza, Maquiagem, avon — Tags: , , , , , — Ludmilla Rossi @ 12:32 am

Mais um post em busca da praticidade do make-up. Essa semana comprei esse produtinho da linha Avon Renew e amei! É o Duo Facial pó e base da linha Maquiagem Renew. Achei a embalagem uma graça e super prática, e tive a idéia de montar esse post com coisas pequenas para uma maquiagem de sobrevivencia e nada complicada.

minimake

Na foto tem:

Duo Facial Avon Renew (cor Claro)
Posie Tint da Benefit
Rímel Estee Lauder (ganhei de brinde na Sephora)
Lápis Clinique (a tampa é apontador também)
E mini-kabuki (existe?) da Avon, que eu comprei logo 2 de tãaaao legal :)

Basicamente com esse kitzinho dá pra fazer uma maquiagem corretiva fofa e natural. Depois de já ter passado filtro solar, vou começando pelo Duo da Renew, uso a parte de cima como corretivo nas olheiras e em manchinhas. Depois, pego o mini-kabuki e passo no rosto inteiro, intensificando na área dos olhos. Faz uma sujeirinha mas nada demais.

Na sequência pego o Posietint e uso de blush (fica bem leve) e nos lábios (quase imperceptível, mas dá uma corzinha).

Depois passo o lápis, que é dispensável em dias de muita pressa, e o rímel. Tudo em menos de 5 minutos.

O preço total desse kit
Duo Renew - Paguei R$ 20 na lojinha da fábrica da Avon
Posietint - Paguei U$ 16 no Ebay
Lápis Clinique - Peguei um kit travelling no Dutyfree, deve dar uns R$ 22
Rímel Estee Lauder - BRINDE da Sephora
Kabukinho Avon - R$ 9 na promo da lojinha
—————————————————–

Nada mal pelo efeito, esse dá pra levar até pra acampar, rs!

13 November, 2010

Estilo sem preconceito algum

Filed under: moda — Tags: , , — Ludmilla Rossi @ 8:29 pm

Conheci esse blog recentemente, e adorei a proposta desta francesa rechonchudinha. Imagino como deve ser difícil para ela achar roupas lá na França, pois ela tem um biotipo bemmmm maior do que a maior parte das francesas. Aliás fiquei passada como tem poucos gordinhos na França, ou eles se escondem em porões debaixo das patisseries ou eles não existem. Não entendo como as pessoas são magras lá, com tanta coisa D-E-L-I-C-I-O-S-A em cada esquina.

Pois bem, voltando ao blog, é esse aqui ó: http://www.leblogdebigbeauty.com/

Muito legal a proposta, que quebra o preconceito de moda e estilo não é só pra gente esquálida! E, principalmente o preconceito em cima de algumas peças como calça branca, saruel brilhante, vestido balonê, estampas grandes e volumes tão temidos (mesmo para quem tem 1kg acima do peso padrão). A menina usa mesmo, e fodam-se os padrões “in & out”.

A blogueira também dá um show nas fotos e produção. Uma referência tão legal quanto a diva Jane Aldridge, que é a top one em se montar para o blog.

Cores refletem momentos

Filed under: Fotos, Viagens — Tags: — Ludmilla Rossi @ 12:17 am

coresemomentos

Cores refletem momentos. Pense nisso.

12 November, 2010

Haters gonna hate

Filed under: Gatos, Idiotices — Tags: , , — Ludmilla Rossi @ 11:59 pm

hatersgonnahate

Via @danilodoc e fffffffffffffffffffffffffffffffffffound
Eu ia explicar a imagem, mas não vou mais.
Um boa noite cansado, gripado e estressadinho.

9 November, 2010

Compras coletivas - sou só eu?

Filed under: Business, trabalho — Tags: , , — Ludmilla Rossi @ 11:35 pm

Quem me conhece sabe que tenho uma relação ótima com shoppings e lojinhas de bairro, adoro uma promoção, uma vitrine e uma caroçagem básica. Quando estava viajando, quase enlouqueci na H&M por ver coisas tão baratas e promos sempre presentes. Ao chegar no hotel, olhei as etiquetas. Cada peça vinha de um país pobre, como Cambodja, Bangladesh, China, whatever. Fiquei pensando nisso, e na história do consumo consciente.

Se algo é muito barato, sempre alguém paga caro por isso. No caso, eu paguei barato, e alguma mão de obra sofrida pagou caro. A loja mantém sua margem de lucro, mesmo que baixa (para vender muito).

Bom, eis que o Brasil começa a falar agora em sites de compras coletivas, muitos começam a surgir, os pioneiros nadam em dinheiro, e, como toda onda na Internet muitos seguem achando que vão ganhar muita grana, com o pensamento baixo custo + milagre de vendas. Não sei se é um post azedo porque recebo pelo menos 2 ligações por dia de prospects “querendo um site igual o Peixe Urbano”. Trato bem, tento explicar pro cara que o negócio pode funcionar mas não é milagroso e demanda investimento e blablabla. Quando você conta pro cara que ele não pode ficar na informalidade num empreendimento destes, ele geralmente desliga triste (ou liga pra outro). E aí que entra o que eu quero defender (não afirmar). É uma veia de pensamento minha (e pelo visto acho que estou com poucos companheiros) e de dúvidas também.

Hoje compras coletivas são uma onda boa, numa maré que aparenta ser lucrativa e inovadora. Em pouco tempo se tornará commodity. Os comerciantes que hoje se encantam com essa possibilidade de encher seus estabelecimentos com novos consumidores, suprir um gap, evitar desperdícios (alô povo das compras, olhem que argumentos bonitos), a longo prazo irão fazer contas. É obvio o quanto a margem de lucro cai - “mas e daí?”, afinal está se vendendo com pouca lucratividade para muitas pessoas. Alô Chris “cauda longa” Anderson, é você aí de novo? Nada de errado com isso, muito menos com o Mr. Anderson, entretando como empreendedora prefiro pensar no longo prazo.

O que acontece quando, numa localidade pequena, vários comerciantes entram nessa disputa e banalizam suas margens de lucro? O que acontece quando os consumidores em geral ficarem mimados ao ponto de criarem hábitos e consumo restritivos e commoditizados? O que acontece quando esses mesmos consumidores criarem hábitos e exigências de desprezarem a qualidade de serviço e só pensarem em preço? Ele já pensam em preço, todo mundo quer pagar barato e ninguém quer ser passado para trás. O problema é quando reduzir imensamente a margem de lucro parecer uma vantagem para “garantir faturamento”. O que acontece quando você vende mais do que pode? O que acontece quando não há controle minucioso de estoque no comércio (desculpe, mas é bemmmm difícil isso acontecer)? O que pode rolar com a superestimativa em cima de números de venda qe não acontecem? Como lidar com a redução de margens a ponto das mesmas não terem gordura para possíveis variações de mercado? Isso tudo é problema do estabelecimento? E, para finalizar, esse tipo de “venda” estimula o cara a melhorar ou a estagnar o serviço que ele presta e produto que ele entrega? Cadê o valor-agregado minha gente?

Comoditização e disputa por preços já acontece bastante aqui em Santos, acredito que acontecia mais no passado, mas diversos lugares de boa qualidade fecharam suas portas pelo foco em serviços com uma margem um pouquinho maior. Preciso ir longe? Drogaria Iporanga virou Poupafarma. Casas noturnas, restaurantes e outras marcas viraram pó. Quantos restaurantes japoneses abriram em tão pouco tempo?

Ícone de qualidade em atendimento em restaurante em Santos? Beduíno. É barato? Não! É caro? Também não. Os caras tem valor agregado. Os caras precisam manter a margem deles no lugar. E eu vou lá e pago, feliz. Compras coletivas lá? Para mim seria mais desvantagem encarar aquele lugar lotado pagando menos e sendo mal atendida. Prefiro manter o atendimento, qualidade e margem de sempre e pagar o preço “normal”.

Minha grande preocupação com a onda, é que dessa vez não são os consumidores que saem perdendo, não é a mão-de-obra sofrida que se fode por meio dólar a cada 250 camisetas produzidas.

São os comerciantes. E quem vive de comércio (que não é o meu caso) sabe que estoque e margem não são nada fáceis de se domar e são o segredo do negócio. Espero que quando o primeiro alfinete penetrar nesse bolha de coletividade no consumo, bons estabelecimentos não estourem junto.

8 November, 2010

There are places I’ll remember

Filed under: Letras de Música — Tags: , — Ludmilla Rossi @ 11:01 pm

Tô emotiva.

Vou resumir a mudança da Mkt Virtual e a despedida da sala antiga (que não me despedi direito) a In my life, dos Beatles.

dsc07911

There are places I’ll remember
All my life, though some have changed
Some forever, not for better
Some have gone and some remain
All this places have their moments
With lovers and friends I still can recall
Some are dead and some are living
In my life, I’ve loved them all
When I think of love as something new
Though I know I’ll never lose affection
For people and things that went before
I know I’ll often stop and think about them
In my life, I love you more

Though I know I’ll never lose affection
For people and things that went before
I know I’ll often stop and think about them
In my life, I love you more
In my life– I love you more

But of all these friends and lovers
There is no one compares with you
And these memories lose their meaning

Vamos lá, no videokê.

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