Ain´t no mountain high enough

7 November, 2010

Yesterday was 2 years ago

Filed under: Diarinho — Tags: — Ludmilla Rossi @ 11:27 pm

Yesterday, all my troubles seemed so far away.
Now it looks as though they’re here to stay.
Oh, I believe in yesterday.

Suddenly,
I’m not half the man I used to be,
There’s a shadow hanging over me,
Oh, yesterday came suddenly.

Why she had to go
I don’t know she wouldn’t say.
I said something wrong,
Now I long for yesterday.

Yesterday, love was such an easy game to play.
Now I need a place to hide away.
Oh, I believe in yesterday.

Why she had to go
I don’t know she wouldn’t say.
I said something wrong,
Now I long for yesterday.

Yesterday, love was such an easy game to play.
Now I need a place to hide away.
Oh, I believe in yesterday.
Mm mm mm mm mm mm mm.

——-

Fazem 2 anos que “Yesterday” me arrepia (ainda mais).
Coincidência Paul McCartney estar pelas redondezas.
I believe in yesterday.

6 November, 2010

Paradigmas de mercado e as oportunidades

Filed under: Diarinho, trabalho — Tags: , , — Ludmilla Rossi @ 2:09 pm

Pensei bastante sobre isso nas últimas semanas. Por conta das mudanças recentes que estão acontecendo na Mkt Virtual, começamos a pensar em possibilidades para a ampliação da equipe, remanejamento de pesssoas para novos objetivos, e inevitávelmente a pasta “currículos” começa a chamar o meu olhar.

Além do processo seletivo para secretária (que parece simples mas não é), começamos a traçar metas para 2011. E quando ver a pergunta “qual o perfil desse profissional” que comecei a me questionar sobre as particularidades do nosso mercado.

Existem vários movimentos e especialistas disseminando a entrada da classe c e da terceira idade em massa na web. A vovó no Skype, as massas consumindo pela web, tudo isso já é ícone e derrubou aquela ultrapassada afirmação de que a web é o espaço dos jovens, ricos e nerds. Nerds ricos e jovens (ao mesmo tempo) são realidade (oi Zuckerberg!), mas são minoria perto de um universo cada vez mais pulverizado.

Porém, vamos pensar não em quem acessa e consome a web, mas em quem “constrói” a web, seja através de serviços, sites, aplicativos e inovações. O perfil de contratação para profissionais de internet começou há pouquíssimo tempo. Generalizando bastante, o começo era composto dos “carinhas de informática” que arrumavam a rede e os computadores “paus-velhos”, e como anfíbios passaram a sair do mar e andar sob uma nova terra, do html, da programação, dos ftps e blábláblá. Esses carinhas fizeram essas descobertas quando eram jovens, mas 14 ou 15 anos se passaram e a especialização de mão-de-obra para web apareceu com cursos, faculdades, conteúdo on-line, apesar de ainda ser um problema.

Existe uma escassez de profissionais e cada empresa escolhe que rumo quer seguir: algumas resolvem investir e lapidar preciosidades do mercado abandonadas por conta de um currículo, outras resolvem ter uma postura mais predatória e outras se contentam com o que aparece.

Pensando num universo que conheço bem - o de promover a evolução do profissional depois que ele já está na empresa - refleti sobre o seguinte: Se pessoas mais velhas e de classes sociais absolutamente diferentes já estão acessando a web, será que não está na hora também de repensar o perfil de contratação em termos de idade, classe social e cultural das pessoas? Essa pergunta me veio na cabeça pela seguinte razão: sempre ouvi que era difícil ter uma primeira oportunidade, que as empresas não queriam gente sem experiência, que jovem demais não funcionava, etc. Apesar disso ainda ser uma realidade, e muita gente não estar tendo chance de entrar no mercado, acredito que um dos mercados que mais ajudou a aliviar isso foi o da “publicidade” e o da web, pois mão de obra jovem nesses mercados é sim valorizada, bastando ter talento e empenho. E passa a acontecer uma grande inversão nesse ponto, pois pessoas “mais velhas” que querem ingressar no mercado de produção para web são algumas vezes limadas por terem passado dos 35-40 anos. Sim, antes que me acusem de estar falando bobagem, excessões existem, mas basta observar e perceber que as pessoas “mais velhas” desse nosso mercado estão em cargos elevados (algumas vezes pulando direto e não conhecendo os pormenores do dia-a-dia de produção) ou em áreas mais focadas em negócios, administração, finanças e etc.

E aí que entra o que eu quero dizer: existe uma infinidade de entusiastas que construiram uma carreira em outras áreas e despertam para alguns encantamentos que a web trouxe (ok, existem muitos oportunistas também que acham que a web é um poço de dinheiro). É justo ter preconceito com esses currículos por causa da idade? Será que em breve não teremos uma inversão de valores com a subvalorização da experiência e a supervalorização da idade no nosso mercado? Será que a geração digital que nasceu imersa na web terá esse ponto de vantagem em relação aos profissionais que chegam depois? Será mesmo que em alguns anos tudo não vai parecer tão normal que esse papo de “Before Internet” e “After Internet” será irrelevante?

Não tenho a resposta para essas perguntas. Mas acho que ao ler um currículo, ao contrário do que faço hoje, assim como diplomas e títulos deixam (pra mim sempre foram) de ser relevantes devido à uma volatilidade imensa, idade será irrelevante quanto sotaque, cor, nacionalidade ou religião. Talvez deixemos de dar boas chances à grandes pessoas pelo seu ano de nascimento. Com o “envelhecimento” e matiuridade do mercado on-line, com a perda da percepção on-off, espero que todo esse questionamento desapareça em pouquíssimo tempo, e que todo tipo de documento seja queimado. Por mais que eu não tenha tido uma experiência positiva nas vezes que pensei assim, vale continuar tentando. Os anos passam para todos, bons ou maus profissionais.

31 October, 2010

We will always have Paris

Filed under: Viagens — Tags: — Ludmilla Rossi @ 11:48 pm

paristorre

Algumas frases só fazem sentido depois de um determinado dia.

We will always have Paris.

21 October, 2010

Medo!

Filed under: Idiotices — Tags: — Ludmilla Rossi @ 10:45 pm

Adoro essa imagem. Toda vez que eu olho pra ela eu dou risada. A expressão da coruja da direita é GENIAL!

retardados

Postei ela aqui porque acabei de ler a seguinte informação: há uma pesquisa que diz que a cada 4 seres humanos, 1 é retardado. Fiquei com medo porque estatisticamente falando, 25% dos seus amigos ou família teriam um comportamento similar ao dessa coruja da direita. Ou pior, se você observar 3 amigos seus, e achá-los normais demais, a única chance é da porcentagem restante ter caído no seu colo. Corujas são legais. Mas gente que não entende piada não.

Why does de web love cats? GENIAL!

Filed under: Gatos — Tags: , — Ludmilla Rossi @ 10:36 pm

Por que a web ama os gatos?

Note, leia, super relevante!

http://mashable.com/2010/10/21/why-does-the-web-love-cats/

Assim que eu tiver tempo volto com a programação normal e posts sobre a viagem (sim, estou prometendo sem saber se vou cumprir!)

18 October, 2010

Ganhadora do sorteio do batom Avon!

Filed under: avon — Tags: , , — Ludmilla Rossi @ 1:09 pm

A sorteada foi a nº 22

Jeanne dos Santos Costa
(formulário preenchido em 30/09/2010 15:05:07)

Para saber mais sobre esse concurso, clique aqui. E, para saber mais sobre essa linha da Avon visite www.avonmaquiagem.com.br

:)

5 October, 2010

Compras em Florença na Itália…

Filed under: Compras, Diarinho, Viagens — Tags: , , — Ludmilla Rossi @ 6:25 am

Florença é um verdadeiro paraíso para quem ama:
BOLSAS
JÓIAS
PAPELARIA
ACESSÓRIOS

Ok, that’s me! Vamos começar o relato pela Ponte Vecchio, um lugar só de joalherias, uma ao lado da outra. A ponte Vecchio é a que está ilustrada nas fotos. A vista é maravilhosa em todos os sentidos, vale a pena parar em cada joalheira para olhar as vitrines. São muitas, uma ao lado da outra, não contei, mas devem ser umas 30-40 na mesma rua, todas as vitrines abarrotadas, com um estoque enorme. O preço do ouro é bem menor do que no Brasil, 40% menos em média.

Tinha uma argola maravilhosa que usei como comparação, no Brasil o preço seria uns 3000 reais pelo número de brilhantes. Aqui dava uns 600 euros considerando taxfree. Quem tem grana faz a festa por aqui. Infelizmente como não estamos com uma folga muito grande e como ainda temos Paris e Freeshop pela frente teve que rolar uma contenção…

Mas isso não me impediu de caroçar todas as vitrines. Vale a pena, como vc pode ver nas fotos.

Nós ficamos hospedados em uma localização excelente na Via Cavour, que pelo que eu entendi é uma das principais ruas de Florença. Nela estão várias lojas entre elas a própria Sephora… Ui. Consegui sair de lá sem um batonzinho sequer. Na mesma rua ficava uma outra loja de maquiagem chamada Kiko Milano, preços suuuuper bens e cores lindas. A rua era dividida em 2 partes, antes da igreja e depois da igreja. Antes estava Sephora, lojas de celular, alguns cafés. Chegava na igreja e na pracinha tinha Swatch, Ben & Jerry e uma loja de esportes bem legal. Depois da. Igreja dava uma fervida com a Coin, uma loja de departamentos amazing, a Disney Store, várias lojas de Bijous, cafés charmosos, Calzedonia (que é uma loja de meias bem legal) entre outras.

Na rua paralela ficavam Sisley, Miu-miu, H&M, Zara, e zilhões de lojas de bolsas.

Quanto a bolsas não comprei nenhuma em loja. Uma comprei na feirinha internacional, ela tem uma cara de vintage 70s, e não de feira hippie. As outras comprei numa feira muito grande que rola das 9h da manhã às 19h, diariamente. Vale muito a pena olhar esse mercadinho, é mas barato que a feirinha que fica do lado da H&M.

Nesse mercado a céu aberto tem muitos brasileiros trabalhando, dá pra falar bastante em português. E ele aceitam cartão de crédito… Iuhu! Pra quem é louca por uma Birkin pode ir direto pra lá, além de vc achar em tooooodas as cores, vc acha em vários tamanhos. Eu vi preços variantes de 50 a 80 euros. O que impressiona é o acabamento das bolsas que é amazing, inédito… E vamos combinar que uma bolsa legalzinha na Le Postiche custa mais de 150 reais, com um acabamento bem mais simples. Toda vez que fui nesse mercadinho saí sem a câmera, por isso não tirei fotos. Olhe todas as barracas, e se puder passa na barracas do Edson, número 12 acho. Ele dá desconto pra brasileiros e atende super bem.

Couro em Florença nunca vi igual na minha vida, em temos de variedade, preço e qualidade.

Saindo de Florença

Filed under: Viagens — Tags: , , — Ludmilla Rossi @ 6:02 am

Estamos na estação de trem, saindo de Florença, esperando o trem que sai ao meio dia e meio em destino à Veneza. Claro que o módulo easy travelling está desligado. As malas estão ultra-pesadas. Fiz um pequeno tricky nessa viagem: eu trouxe uma mala grávida, ou seja, uma mala dentro da outra… Em Roma consegui manter uma dentro da outra, mas em Florença não teve jeito. Depois faço um post sobre compras em Florença, porque na boa, merece muito. Em termos de compras, sugiro priorizar Florença do que Roma, para coisas relativamente baratas (ou seja, até 50 euros).

Comprei bolsas estruturadas, que são volumosas. Livros também. Portanto conclua que a partir de agora tenho que carregar 2 malas. Estão cheias, mas não entupidas.

Hoje vamos para Veneza, e lá só pretendo comprar medalhinhas de murano. Ficaremos apenas 2 dias inteiros lá, na realidade meio período de hoje e mais 2 dias inteiros. Depois arrumaremos as malas de novo para Paris. Essa viagem está sendo várias viagens em 1 só… Já passamos por 2 cidades lindíssimas, e ainda temos mais 2 pela frente… Haja coluna, pernas, coxas, panturilhas… Depois de mais de 400 degraus, então…

O ponto é que não sabemos direito como chegaremos no bed and breakfast de Veneza, considerando que não sabemos se fica em rua de água… A pé não vai rolar messssmo.

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