Um blog sobre nada específico, escrito por quem ama gatos, design e gosta de fazer muitas coisas.
ó, fazia tempo que eu não ficava contente de assistir um clipe. São poucos aqueles que me impactam pra valer.
O meu top top é de uma música desconhecida de um cantor que não pintou por aqui ainda, mas une uma direção de arte impecável, roteirinho engraçadinho e expressão de atuação.
Clique aqui e veja Kennedy - Your mama.
Mas, nesta semana descobri um videoclipe que disputa o posto de toptop. Ele é 70 Million da banda franco-americana Hold Your Horses.
O clipe foi produzido pela francesa L´Ogre, e une a reconstrução de obras de arte consagradas (da “Marilyn” de Andy Wahrol até “A Lição de Anatomia do Dr. Tulp” de Rembrandt), unindo numa mesma obra estilos antagônicos mas que são relacionados pela expressão dos atores e pelos picos de bom-humor (o que é aquela Frida Kahlo, OMFG!). Para ver, rever e guardar. A música também é boa, e vou procurar mais sobre a banda.
Abaixo, toda a genialidade deste clipe:
70 Million by Hold Your Horses ! from L’Ogre on Vimeo.
Hold Your Horses! 70 Million
And it hardly looked like a novel at all,
I hardly look like a hero at all
And I’m sorry, you didn’t publish this
And you were white as snow; I was white as a sheet
When you came down in this black dress
In your mom’s black maternity dress
And so,
Though it hardly looked like a novel at all,
And the city treats me, it treats me to you
And a cup of coffee for you
I should learn it’s language and speak it to you
And 70 million should be in the know
And 70 million don’t go out at all
And 70 million wouldn’t walk this street
And 70 million would run to a hole
And 70 million would be wrong wrong wrong
And 70 million never see it at all
And 70 million haven’t tasted snow
And we dance dance dance like the children dance
Imply thought are we taking the chance?
With the light still on, and will we ever reach the tower
And after you came down in this black dress
I don’t know what took so very long
And this,
And this isn’t a war, we don’t have to ration
Now wave white flag, and you kept it at home
And words I wrote from a foreign land
You’re holding my no longer foreign hand
And 70 million should be in the know
And 70 million don’t go out at all
And 70 million wouldn’t walk this street
And 70 million would run to a hole
And 70 million would be wrong wrong wrong
And 70 million never see it at all
And 70 million haven’t tasted snow
Quem está com uma super dúvida na hora de comprar o presente de dia das mães vou dar uma diquinha econômica e super fofa. Recentemente colocamos no ar o site www.diadasmaesavon.com.br feito pela Mkt Virtual. E eu sempre dou uma olhadinha nos kits pois geralmente há combinação de produtos que ficam bemmmm interessantes. Mesmo que seja um presente para a gente mesmo, vale super ficar de olho nessas sazonalidades promocionais da Avon.
Para o dia das mães tem vários kits bem convidativos, mas vou destacar um que eu comprei para mim mesma e achei incrível. É o kit Modern Vintage, que vem com 1 perfume, 1 colar e uma caixa. Geralmente não confio nessas bijoux de brinde (diga-se de passagem sou bem chata com acabamento de bijouteria, tem que ser fino), mas eu gamei nesse colar. Ele é de pérolas (numa tonalidade linda) e vem com um círculo e um pingente de coração com strass, super pesadinho, do jeito que eu gosto. É super bem acabado, apesar das pérolas serem de plástico, elas parecem ser de alta qualidade (não há emendas e nem relevos, olhei detalhadamente!).

Foto bonitinha com todo o kit… só faltou a flor ter aparecido!
Falando a real gostei mais do colar do que do perfume. Dá pra pensar que o colar foi o presente e o perfume foi o gift. Como eu não me amarro em perfumes doces, ele para mim é o limite do doce, mas 1x por semana é gostoso. Quem adora perfume doce e feminino vai se esbaldar. É o Modern Vintage 50s (0 60s tem um cheiro mais ao meu gosto, mas não rola montar o kit com ele).
Para ver os preços, todos os kits e como montar a caixa, veja o canal oficial deles no YouTube.
Qualquer um pode qualquer coisa e eu sou super a favor dos testes e da ousadjeenha na maquiagem. Mas vamos concordar que a pessoa abaixo insiste no erro. Ela usou 1 vez e não ficou legal, usou 2 e caíram matando, e ela ainda continua usando o Snob ou algo parecido, deixando todo mundo meio perplexo com a falta de harmonia no conjunto da produção. Já li blogs falando mal do nariz dela (ninguém sabe se é cirurgia ou não), mas sem condenar o nariz da moça - é fato que o batom apaga a boca dela e direciona todo o olhar para o nariz assimétrico.
Não gosto e nem desgosto dela (nothing personal), mas fiz questão de postar isso aqui para anotar como uma referência de “don´t do that”, ou tentar outra combinação para que não fique tão estranho. O Snob é lindo se bem utilizado - com a combinação de cores e pele harmônicas, e ele ganha uma faminha de “batom estranho” por causa de referências assim.

Danielle Winits ficaria bem melhor com o Batom Rosa Queimado da Avon… pode acreditar!!!
Eu estava no aeroporto, na Laselva, e um livro me escolheu. Juro que eu entrei pra comprar só uma Vogue pra sossegar a minha tensão por voar dali a uns instantes (Vogue é calmante, acreditem). Peguei a Vogue e esbarrei com uma pilha de livros. Li as primeiras páginas e quis comprar. Perguntei o preço, e deixei no caixa, passei o cartão. Pensei logo depois de digitar a senha, e decidi levar o livro. Comecei a ler no instante seguinte, enquanto o chá de aeroporto rolava solto. Entrei no avião, e continuei devorando o livro. Durante a semana de férias que tive (no começo de fereveiro), o livro disputava minha atenção com a praia. O li várias vezes na piscina e nos intervalos entre os passeios. O livro era “Wilson Simonal - Ninguém sabe o duro que dei”.
Conhecia muito pouco a obra do Simonal. Em 2005 meu pai me gravou um CD com algumas músicas brasileiras antigas, entre elas Wilson Simonal, Originais do Samba, Jorge Ben Jor e companhia. Adorava algumas, principalmente Sá Marina e Nem vem que não tem, cujo os nomes eu mal conhecia e faziam parte do meu casual listening.
Trombei com alguns vídeos do Simonal no YouTube, durante a divulgação do documentário “Ninguém sabe o duro que dei”, que ainda não assisti. Passei a ouvir bastante e a querer assistir o doc. O assunto morreu aí, e foi redescoberto no livro.
Em 2002, quando a saudosa Mythos completou 1 ano de vida, teve um show do Max de Castro. Na ocasião eu não sabia nem quem era, quando falaram que ele era filho do Simonal, continuou na mesma. Apenas 3 anos depois que conheci a obra de Simonal. E agora, 8 anos depois, o livro de Simonal veio me ensinar mais uma história de vida, superação e reflexões que falarei a seguir.
Mas antes, um vídeo histórico, de 1970.
Wilson Simonal e Sarah Vaughan dividem o palco.
Não precisa assistir o vídeo todo, os primeiros minutos já valem.
E já que estamos no contexto Dionne Warwick, Wilson Simonal cantando I´ll never fall in love again.
Essa versão é imperdível!!!
O livro, ao mesmo tempo que traça a biografia de Simonal, conta a história do cenário musical em uma época que todos os artistas brasileiros contemporâneos eram iniciantes em busca de um lugar ao sol. Fala bastante das épocas dos festivais e do fervor que Wilson Simonal provocava. Conta bastidores de shows e programas de televisão e transporta o leitor para as décadas de 60 e 70. Tv male-male, sem Internet, sem celular, sem MP3. O sucesso se espalhando pela TV, rádio e boca-a-boca. O livro fala bastante de quando e quanto Simonal atingiu o auge, feito bastante raro para um negro, pobre e nascido em condições com poucas perspectivas.
Simonal ascendeu, e seu sucesso subiu a sua cabeça. Um dos trechos mais marcantes do livro para mim é quando ele retrata que Simonal, visando mais lucro, resolve montar sua própria estrutura para organização de shows (uma empresa chamada Simonal Produções), resultando em uma máquina inflada, com pouca competência de gestão, uma grande desorganização financeira, que de forma indireta resultou na bola de neve e na decadência artística e moral de Wilson Simonal. Abre parênteses: já se fala de encargos trabalhistas altíssimos e competência administrativa. Fecha.
A Simonal Produções consumiu algumas conquistas de Simonal. Um de seus ex-funcionários, Viviani, foi um dos pólos de toda a merda, unindo desconfiança com a prepotência de Simonal, que acarretaram em sua fama de dedo-duro. Daí, muita gente já sabe a história.
Uma carreira, um talento, uma família, a moral, a realização plena, o sucesso, as conquistas. Não sobrou nenhuma dessas coisas inteiras para Wilson Simonal. Para se ter uma idéia, Roberto Carlos ainda não era conhecido e Simonal já ocupava o posto do maior cantor do país, e disputava o posto de “negro mais famoso” com o Pelé. O Brasil virou as costas para ele, por conta de boatos que tomaram proporções incontroláveis.
Após ler este livro, tenho a plena certeza que a maior parte das pessoas não fazem idéia de quão destrutiva pode ser uma de suas opiniões transformadas em boatos. Jaguar diz que não se arrepende de ter feito a tirinha em O Pasquim, e sustenta que ele não conseguiria destruir um astro como Simonal. Mas um humor fora de hora em cima de uma atitude fora de contexto por parte de Wilson Simonal foi o epicentro. Um comentário inocente, uma atitude errada podem ser transformar em percepções de terceiros bem graves. Um achismo destruiu a carreira de um artista de proporção nacional. O que pode fazer em menor escala, em uma família, uma escola, no meio corporativo?
Simonal morreu com uma angústia dolorosa e mal resolvida, tentando provar com papéis embaixo do braço (até no hospital), de forma psicótica, que não era um dedo-duro e que não entregava artistas para a ditadura. Óbvio, o livro também não coloca Simonal como santo, é imparcial. Seu ego, prepotência e posicionamentos são questionados mas apresentados de forma imparcial. O que não é colocado de forma imparcial: como julgamentos coletivos em cima de inverdades ou achismos podem afetar a relação de um país inteiro com um artista, que no fundo é uma pessoa, parte de uma família. O país inteiro continuou a viver, consumindo novos artistas e canções. Simonal não morreu nesta época, mas o país o matou psicologiamente sem ao menos ter pedido desculpas. Certamente os artistas que se afastaram de Simonal na época por conta do boato, se questionam hoje como tudo podia ter sido diferente.
O Brasil pede desculpas para Si.
Moral do livro: alô você, que imaginou algo e passou pra frente sem ter certeza, que ficou com raivinha e aumentou uma história, que fez uma fofoca ou passou um boato pra frente, tá na hora de pedir desculpas. Para você mesmo, e depois para quem foi vítima do seu achismo. Peça em silêncio. Ou cantando. Não importa.
Ahahahahahaha!
-”Vamos voltar a pilantragem.
Xá comigo, uma musiquinha
Prá machucar os corações”
Ontem foi o show da Dionne Warwick no HSBC Brasil, que eu estava super esperando. Não é a primeira vez que eu e o Maurício a assistimos ao vivo. A primeira foi em Santos, no Mendes Convention Center.
O que mudou desta fez foi que o filho da Dionne Warwick estava com ela no palco. Ele abriu o show, e fez um dueto com ela cantando That´s what friends are for (leia a história desta música), uma das letras mais fodas do Burt Bacharach (que aliás eu assisti há 1 ano atrás, em abril de 2009 no palco do HSBC Brasil também), resultando em uma puta apresentação. No total foram 25 músicas, e 2h de show.
Abaixo os 2 no programa do Jô, nesta semana, cantando I say a little pray for you (composição do Burt Bacharach também).
O resumo do show é o seguinte: ela cantou algumas músicas que ela não havia cantado em Santos. As que faltaram foram Close to you e The look of love. CTY ela cantou em Santos, e TLOL eu nunca a vi cantando. Os pontos altos foram Alfie, I know I´ll never love this way again, e a insuperável This guy in love with you. Todas composições do Burt Bacharach.
Abrindo um parenteses para uma leve frustração de não ter tocado Close to you, o vídeo abaixo conta um pouco da história da música. Dionne Warwick gravou antes dos Carpenters (por ser uma das vozes preferidas do Burt Bacharach, para não falar A VOZ PREFERIDA dele). Este vídeo conta um pouco mais profundamente sobre a música. Bem interessante, principalmente por saber que naquela mesma categoria, naquele mesmo ano estavam concorrendo ao grammy as músicas Let it be (The Beatles) e ABC (Jackson´s 5). Foda! O vídeo abaixo é pra ser visto e revisto inúmeras vezes.
Voltando ao show, a culpa é do Ivan Lins, que fez uma participação especial, gripado e chatinho, mas que eu acho que fui a única que não gostei. Pra mim foi dispensável ocupar 3 músicas com ele.
Outra curiosidade é que Dionne estava usando exatamente o mesmo vestido do show de 2007 em Santos. Hehehe, ok, isso é uma curiosidade fashionista, mas é engraçado pensar os porquês. Como em Santos acabou sendo um público pequeno e há 3 anos ela deve ter pensado que não teria problema repetir, ou melhor, aproxima Dionne Warwick diva de nós mortais que repetimos roupa simmmmm! Eu fui com o mesmo vestido que usei a umas semanas atrás no prêmio Converge, só adicionando alguns acessórios diferentes e trocando o sapato e adicionando uma meia calça verde fluor. Ou, a última possibilidade é que rola uma falha do figurinista.
Enfim, voltando ao foco do show foi uma noite hiper especial, com minha família e meu amor, que certamente não será esquecida. Como eu adoro esses shows, são memoráveis e valem cada centavo. Apesar de não termos ficado num super próximo (igual ficamos no do Burt Bacharach), a visibilidade foi perfeita.
Precious seconds.
Algumas fotos:
Dionne Warwick comanda!
Tá, todo mundo paga pau pro Spike Jonze e blá blá blá, mas isso aqui é muito foda.
Controverso o fato de ter hora certa pra começar a assistir, né? Afinal estamos na Internet, a terra de tudo disponível a qualquer hora. Mas essa limitaçãozinha gerou o buzz e a sensação de glamour orgânica do cinema. Uhu! Da primeira vez que tentei assistir já começou direto, só que no meio do curta a idiotona aqui fechou a janela sem querer, e advinha? Tive que esperar a outra sessão.
Vale a pena.
O curta é lindo, poético, fofo, tocante, timeless. Pra quem duvida, o trailer:
Amor puro. Não deixe de assistir…
Ordinary is no place to be.
Claro que eu vou falar que tá corrido né? Óbvio. Mas tá mesmo… essa semana não vou nenhum dia na faculdade. Hoje fiquei até mais tarde na Mkt Virtual preparando uns materiais, amanhã e quinta tem curso e quarta vou dar uma palestra junto com o Danilo na Unimes. E sexta é feriado… gezuis… espero que alguém esteja assinando a lista no meu nome…
Sábado foi aniversário do meu amor. De manhã fomos no Educandário Anália Franco com a Érika, primo dela e o Mad entregar umas doações organizadas pela Érika. Tinham 7 meninos no local, 2 eram crianças e um deles conversou um pouco com a gente sobre oportunidades e etc. Bem foda.
Depois eu e o Maurício fomos para o Santa Marta tomar um café da manhã, fomos para a casa dele e fiquei o dia todo com ele e com o Quenny (my favorite puppy), e a noite fomos no Nagasaki comemorar. A surpresa foi o Luiz Ponce aparecer, chegando antes de todos (haha), fato inédito quando se trata do Luiz. Olha onde chega a evolução do “cerumano”, Luiz chegando cedo e a gente chegando atrasado!!!
E hoje a semana começou… e tô contando os dias para o show da Dionne Warwick que vai rolar dia 10/04! Can´t wait! Só tomara que o Ivan Lins fique preso no engarrafamento ou a gasolina do carro dele acabe, heheh (HELL!). Ou que se nada disso acontecer, ele se contente em cantar 1 música só. Mal aê Ivan, mas vc não tem naaaaada a ver com a diva!
Essa música é amazing e eu queria ter estado nesse show.
If you really love him
And theres nothing I can do
Dont try to spare my feelings
Just tell me that were through
Chorus 1:
And make it easy on yourself
Make it easy on yourself
cause breaking up is so very hard to do
Verse 2:
And if the way I hold you
Cant compare to his caress
No words of consolation
Will make me miss you less
Chorus 2:
My darling, if this is goodbye
I just know Im gonna cry
So run to him
Before you start crying too
[repeat chorus 1]
Oh, baby, its so hard to do