Ain´t no mountain high enough

23 August, 2011

The best that you can do is fall in love

Filed under: Diarinho — Tags: , , , — Ludmilla Rossi @ 3:14 am

Coincidências bizarras existem, Da Vinci e muitos outros gênios já diziam que está tudo conectado. Mas, prestenção em mim agora: eu estava indo para os EUA assistir um show do Burt Bacharach na costa oeste dos EUA (em San Diego), para depois cruzar o país para a costa leste para NY conhecer a cidade (usando como desculpa primária o show).

Sem muita ligação entre as coisas, lembrei de uma música linda do Burt Bacharach (música que eu confesso que não ouvia tão repeditamente quanto Close to you, e This house is not a home, e as demais), cujo refrão falava. “If you get caught between the Moon and New York City / The best that you can do is fall in love”.

É difícil lembrar da música pelo refrão, então eu ajudo.

 

Bom, eu detesto voar… e para essa pequena aventura tínhamos a tarefa de encarar na ida 10 horas de vôo até NY, seguidas de 6 horas de vôo de NY a San Diego. O vôo de 10 horas, via Delta, não tinha monitores individuais o que me deixou bem irritada. Detesto voar, não consigo domir em avião, e a classe econômica judia (juro que acho os ônibus da Viação Cometa mais confortáveis do que a classe econômica contemporânea). Tínhamos como entretenimento de bordo um monitor comunitário com 2 canais de áudio. E o primeiro filme da longa jornada de 10 horas na madrugada foi Arthur - o milionário irresistível. Apesar de não ter visto a primeira versão de 1981, assisti a versão de 30 anos depois, em dúvida se era um remake pois o nome já era conhecido, mas o filme não era conhecido para mim. Só vi mesmo porque se passava em NY e em poucos dias eu estaria no cenário do filme.

No final das contas achei previsível, mas bonitinho.

E a trilha do filme / música tema original foi feita por quem? Ham?

BURT BACHARACH!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
É ou não é coincidência demais? Quando essa música foi cantada no show desacreditei!

Bota coincidência nisso… abaixo, a música e as cenas do filme Arthur de 1981. Que agora quero assistir desesperadamente, com a Lisa Minelli no papel da mocinha.

 

 
Arthur´s Theme (Best that you can do)
Once in your life you find her
Someone that turns your heart around
And next thing you know you’re closing down the town
Wake up and it’s still with you
Even though you left her way across town
Wondering to yourself, “Hey, what’ve I found?”

When you get caught between the Moon and New York City
I know it’s crazy, but it’s true
If you get caught between the Moon and New York City
The best that you can do
The best that you can do is fall in love

Arthur he does as he pleases
All of his life, he’s mastered choice
Deep in his heart, he’s just, he’s just a boy
Living his life one day at a time
And showing himself a really good time
Laughing about the way they want him to be

When you get caught between the Moon and New York City
I know it’s crazy, but it’s true
If you get caught between the Moon and New York City
The best that you can do
The best that you can do is fall in love

When you get caught between the Moon and New York City
I know it’s crazy, but it’s true
If you get caught between the Moon and New York City
The best that you can do
The best that you can do is fall in love

- - - -

empirestatelud

Minhas palavras para NY se resumem nesse trecho…

Once in your life you find HER
SomeWHERE that turns your heart around
And next thing you know you’re closing down the town
Wake up and IT’S still with you
Even though you left HER way across town
Wondering to yourself, “Hey, what’ve I found?”

29 March, 2010

Make it easy on yourself

Filed under: Letras de Música — Tags: , — Ludmilla Rossi @ 10:19 pm

Essa música é amazing e eu queria ter estado nesse show.

If you really love him
And theres nothing I can do
Dont try to spare my feelings
Just tell me that were through

Chorus 1:
And make it easy on yourself
Make it easy on yourself
cause breaking up is so very hard to do
Verse 2:

And if the way I hold you
Cant compare to his caress
No words of consolation
Will make me miss you less

Chorus 2:

My darling, if this is goodbye
I just know Im gonna cry
So run to him
Before you start crying too

[repeat chorus 1]
Oh, baby, its so hard to do

25 July, 2009

A whiter shade of pale

Filed under: Coisas legais — Tags: , , , — Ludmilla Rossi @ 7:55 pm

http://en.wikipedia.org/wiki/A_Whiter_Shade_of_Pale

Redescobri essa música depois de tantos anos, e viciei. E o que é esse videoclipe então? Alguém me compra um vestido vintage e me teletransporta pra lá por uma manhã?

25 June, 2009

Os Carpenters e o Ebay

Filed under: Coisas bonitas, Coisas legais, Compras, DVD, Letras de Música — Tags: , , , , , , — Ludmilla Rossi @ 1:00 am

Faz umas boas semanas, num sábado, saímos eu, Maurício, Danilo, Cacá, Alê e Preta. Papo vem, papo vai, e eu e a Preta ficamos conversando de “boiadas on-line”, ou seja, sites que vendem coisas muito legais a preços humildes para o povo do terceiro mundo que viaja pouco ter acesso a it products importados e absolutamente necessários (leia-se maquiagens, perfumes, creminhos, bolsas e etc).

Ficamos trocando figurinhas e eu contei pra ela sobre a incrível experiência do StrawberryNet (que, controladamente, fiz essa única compra), do MercadoLivre, do Privalia, do BleuDame (váaaarios óculos) e blablabla. Ela me contou que tinha arrematado umas coisas barateenhas e legais no Ebay. Mesmo jurassicamente usando a internet eu nunca havia tido uma experiência para o Ebay. Já tinha caído nele buscando coisas no Google, mas nunca tinha de fato usado o site.

Bom, comecei a experiência buscando um produto que queria há bastante tempo: um documentário sobre a história dos Carpenters. Procurei em várrrios lugares, em Santos, em São Paulo, em todas as grandes lojas virtuais, e a única coisa que achei foi o Carpenters Gold, por R$ 60. Nem rolou comprar, pois segundo o vendedor, no DVD não tinha nenhum documentário, e sim videoclipes. Para ver videoclipes usamos o YouTube, né gente?

O primeiro resultado no Ebay era justamente o que eu queria. O DVD do doc dos Carpenters de 1997. POR U$ 4,99. Para meu, não dá né? Mandei vir lá de Singapura o meu Dvdzinho, e eu tava crente que era de segunda mão! E não era… aí eu aprendi que no Ebay tem que ser malandrinho pra sacar as siglas NIB, NWOT, NWT e etc. Eu sei que o DVD chegou aqui, embalado, NOVO em folha por um preço ridículo.

Para apreciar:

DVD dos Carpenets

Bom, aí eu comecei a entender que se foi tão fácil assim, eu iria achar outras coisas legais. Talvez algo vintage, relacionado ao meu gosto por música, mas que servisse pra decorar as paredes que estão na minha frente, mas que fosse baratinho. E achei isso:

DVD e Music Sheet

O DVD já citado, e uma Music Sheet de 1969 dos Carpenters, da música Close to You. Todo desgastadinho pelo tempo, com uma ilustração completamente 70s, linda. Vou mandar emoldurar e colocar perto da minha mesa, já que coincidentemente as cores harmonizam perfeitamente com a Mkt.

Mas, o mais poético foi isso: você vira a página, e tem a partitura da música :O

Music Sheet

Aí vc olha um pouquinho mais, e percebe que alguém já usou isso pra tocar. Por causa dessa marcação

Music Sheet

“Gold and star-light in your eyes of blueeeee” tem uma marquinha azul do ex-dono.

Fofo, não?

:´(

PS.: O lençol completamente vintage foi pra combinar.

9 June, 2009

1975 - The past and all it´s tears behind me

Filed under: Coisas bonitas, Coisas legais, Letras de Música, Videos — Tags: , , , — Ludmilla Rossi @ 1:28 am

Recomendo clicar em play pra ler o post.

“Feels like maybe things will be all right
Baby, Baby
Your love’s made me
Free as a song singin’ forever”

——

Minha vó faleceu em 7 de novembro de 2008. No domingo, 7 de junho, fui na casa dela, exatos 7 meses depois, separar as coisas e ver se havia algo do passado que eu gostaria de resgatar. Aquele armário, que sempre pareceu um universo enorme para uma menina de 6 anos de idade, virou um guarda-roupa comum, aromatizado com naftalina e cheiro de madeira velha. Não acho esse cheiro ruim, e nem sei se é bem de naftalina. Mas era um cheiro típico da casa da minha avó. Depois de muitas horas, separei algumas roupas, algumas jóias, 3 óculos de sol (minha avó só tinha 3 óculos de sol!) e uma bolsa authentic vintage. Algumas fotos e cartas que abrirei daqui a um tempo.

Foi uma volta ao passado, de coisas que eu via esporadicamente quando vinha da Bahia para a casa dela. Aquele armário sempre foi um mundo paralelo. Eu tinha um medo inconsciente dele. A penteadeira eu abria minha vida inteira, e vasculhava cada canto. Os batons eu usava em 1986. Joguei fora umas sombras de bastão, apodrecidas que eu usava para me maquiar quando criança. Se eu soubesse teria arranjado umas sombras Renew pra minha avó.

Ela tinha mania de guardar coisas. Sabiamente ela guardou uma saia florida que não devia servir nela há anos, e acabou ficando perfeita em mim. Muitas coisas serão doadas. Dentre tudo que eu trouxe e herdei da minha avó, a maior parte das coisas não se guardam em caixas ou em armários.

Hoje minha mãe voltou na casa dela. Alguns cantos não haviam sido explorados ontem, um deles, em cima do armário. Minha mãe achou uma coleção de revistas Geração POP, de 1973, 1974, 1975… Ok, qual é a graça em cima dessas revistas amareladas? Um parênteses para essas coisas que a gente não encontra, mas encontram a gente. É clichê falar que a gente não é do nosso tempo. É chato falar como um velho rabugento que afirma que as coisas eram melhores antigamente. Mas é fato que a música hoje não me encanta como a música florescida em décadas passadas.

Sempre comento com o Maurício que eu me imagino ligando um toca-fitas antigo, num carro antigo, ouvindo o último hit dos Carpenters. Ou indo além, como deve ter sido mágico viver numa época em que Carpenters e Diana Ross disputavam as primeiras posições da Billboard. Imagine entrar em qualquer boteco que você entre estar tocando Only Yesterday ao invés de Calypso ou Ivete Sangalo. Não é uma questão de viver DO ou NO passado, mas sim de realmente admitir que a criatividade musical da humanidade já teve o seu ápice nos últimos 100 anos (ou 1000 anos). E que se é pra este ápice ser superado, que seja se forma convincente. O ATARI está no passado, mas não é o ápice dos videogames. Mas musicalmente a humanidade ainda não superou as 3 décadas de 60 a 90. Sorry.

Voltando a revista Geração POP, minha mãe me trouxe essas revistas, sobre as quais eu jamais tinha ouvido falar. Sou de 82, a revista nasceu uma década antes de mim, em 1970 pela Editora Abril. Me emocionei ao abrir os exemplares e meus olhos encontrarem a estética que eu facilmente adotaria hoje para viver. Me senti mais confortável e ambientada com o mundo que eu encontrei na Geração POP do que o que eu encontro na NOVA. Eu conhecia todos os artistas que estampam a revista: Cat Stevens, Diana Ross, Barry Manilow… pensei comigo que seria simplesmente fabuloso achar uma revista que trouxesse os Carpenters como matéria central. E foi o que aconteceu quando eu tirava as revistas da caixa.

“Nós ainda acreditamos no amor” - Os Carpenters é a matéria de capa de um dos exemplares. Coloquei Only Yesterday pra tocar e por uma fração de segundos eu me transportei 20 anos atrás. Curiosamente procurei na internet sobre o que aconteceu com a revista Geração POP, e aí vai…

A Geração Pop – também conhecida apenas como pop, já que o logotipo põe esta palavra em destaque – era de música pop em geral. Seu estilo era mais comportamental, mainstream, não se prendendo ao rock, mas a outras tendências populares da música jovem, como a soul music (Jackson Five, Stevie Wonder) e o pop romântico (Carpenters, Elton John). A decadência da revista se deu porque ela não conseguiu acompanhar as tendências musicais atuais. Sobre o punk rock, arriscou-se a fazer matéria fictícia, com dois meninos de rua, aparentando pivetes, que seriam integrantes de um inexistente grupo de punk rock. Foi sua sentença de morte.
Fonte

Depois de 36 anos, que mantiveram sacos plásticos e a rotina afastando as revistas dos meus olhos, a Geração POP não conseguiu acompanhar as tendências musicais atuais. Mas ela nunca precisou mesmo fazer isso. Ela encontrou seu nicho, chegou ao seu target com um atraso de quase quatro décadas. A maior parte dos artistas presentes em suas páginas não deveriam ser substituídos por tendências atuais. Ler essa revista hoje não é voltar ao passado, mas sim reconhecer que o passado não é obrigatoriamente substituído pelo presente apenas pelo frescor do seu tempo, mas sim pelo frescor de sua criatividade. Tomorrow may be even brighter than today.

(Eu disse, maybe).

Letra completa de only yesterday dos Carpenters

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15 April, 2009

Less Than Jake - The Science Of Selling Yourself Short

Filed under: Diarinho — Tags: , , — Ludmilla Rossi @ 1:56 am

Less Than Jake - The Science of Selling Yourself Short

O Danilo postou no Twitter que o Less Than Jake vem a Santos!
OMG! Coincidência? Eu ouvia essa música do clipe acima que nem uma maluca quando estávamos reformando a Mkt Virtual… em novembro de 2005.

10 February, 2008

Mto bom!

Filed under: Cinema, Diarinho, Letras de Música — Tags: , , , , — Ludmilla Rossi @ 5:41 pm

Essa letra é genial! E essa versão é muito boa!

“Eu não sou comida pra levar temperrroooo”

Tá na trilha do Chega de Saudade, na voz da Elza Soares.

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