Um blog sobre nada específico, escrito por quem ama gatos, design e gosta de fazer muitas coisas.
Sobre o que falar e por que falar?
Cada vez mais me convenço que temos 2 orelhas, e 1 cérebro 1 boca. Você ouve 2 vezes. Pensa 1 e fala 1.
A vida me ensinou que a gente precisa ouvir sempre, mesmo que não sejam coisas boas e nem que o que você ouça sejam coisas boas sobre você mesmo. Mas na maior parte do tempo são coisas boas sim. E você ouve e age sem precisar falar.
Sempre foi assim, não é mesmo?
Ô delícia que é isso…
Isso é muito legal. Uma vez um cliente me falou sobre isso e procurei estudar.
Compartilho pra quem quiser aprender.
É interessante os pontos de vistas diferentes que as pessoas tem.
Falando a real - a divergência deles move a gente.
E eu enxergo a oportunidade no que parece ser uma situação insolúvel como água no óleo.
Ali no meio, na crosta bonita que divide o óleo da água, está a oportunidade declarada.
Gosto disso, e acho que isso me trouxe até certas portas que abri sem a menor dificuldade.
A chavezinha virou delicadamente, fez um tic onomatopéico e abriu a porta.
Numa nuvem onde sim e não, simplesmente não existem. Certo e errado é de quem conta a história.
E numa fase de discussões filosóficas sobre bens materiais e conquistas, é bom olhar e ver quais são as nossas e o que ainda podemos fazer pelos outros, e pelo mundo. Não é hipocrisia, mas parece. A gente faz pelo mundo, basta a gente se dar conta disso antes que seja tarde.
———————————————————————-
Dê ao mundo o melhor de você, mas isso pode nunca ser o bastante.
Dê o melhor de você assim mesmo.
Atenção, esse último parágrafo é muito mais importante do que a que o Rafinha ganhou o Big Brother.
Foda é pensar que quando você toma a decisão de contratar alguém, você avalia o currículo (e vai com a cara dele), liga pro elemento, você enche o cara de esperanças… e você se enche de expectativas, esperando no mínimo (requisito básico), um caráter decente e força de vontade.
Você, como dono, tem a chance de mudar a vida de quem está desempregado, de dar uma chance para quem nunca teve - e olha que, apesar de preconceituoso, existem pessoas de 30, 35, 40 querendo tomar o lugar de molecada pois nunca tiveram uma chance sequer de trabalhar na área.
E, cabe a você, brincando com seu “poder“, tentar encaixar as pecinhas para deixar todo mundo bem, tranquilo, e dar a chance para quem merece de fato (onde já errei muito), e desprezar currículos de gente que só quer uma oportunidade mas nunca pôde tê-la…