Ain´t no mountain high enough

2 January, 2011

10 anos em 10 imagens

Filed under: Mkt Virtual, trabalho — Tags: , , — Ludmilla Rossi @ 3:50 pm

2001

2001 - Primeira foto tirada na Mkt Virtual

 

2002

2002 - Churrasco de final de ano improvisado no Guarujá

 

2003

2003 - Sede da Fernão Dias, tarde da noite

 

2004

2004 - Festinha na casa de Lisandra

 

2005

2005 - Finalizando o site do Charlie Brown Junior

 

2006

2006 - Comemorando 5 anos de Mkt Virtual

 

2007

2007 - Um dia de muito trabalho, na sede da Tolentino Filgueiras

 

2008

2008 - Mesmo lugar, um ano depois

 

2009

2009 - Equipe no último dia antes das férias coletivas

 

2010

2010 - Na nova sede da Mkt Virtual, na sala de treinamentos da empresa.

 

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Feliz 2011 Mkt Virtual! :)

6 November, 2010

Paradigmas de mercado e as oportunidades

Filed under: Diarinho, trabalho — Tags: , , — Ludmilla Rossi @ 2:09 pm

Pensei bastante sobre isso nas últimas semanas. Por conta das mudanças recentes que estão acontecendo na Mkt Virtual, começamos a pensar em possibilidades para a ampliação da equipe, remanejamento de pesssoas para novos objetivos, e inevitávelmente a pasta “currículos” começa a chamar o meu olhar.

Além do processo seletivo para secretária (que parece simples mas não é), começamos a traçar metas para 2011. E quando ver a pergunta “qual o perfil desse profissional” que comecei a me questionar sobre as particularidades do nosso mercado.

Existem vários movimentos e especialistas disseminando a entrada da classe c e da terceira idade em massa na web. A vovó no Skype, as massas consumindo pela web, tudo isso já é ícone e derrubou aquela ultrapassada afirmação de que a web é o espaço dos jovens, ricos e nerds. Nerds ricos e jovens (ao mesmo tempo) são realidade (oi Zuckerberg!), mas são minoria perto de um universo cada vez mais pulverizado.

Porém, vamos pensar não em quem acessa e consome a web, mas em quem “constrói” a web, seja através de serviços, sites, aplicativos e inovações. O perfil de contratação para profissionais de internet começou há pouquíssimo tempo. Generalizando bastante, o começo era composto dos “carinhas de informática” que arrumavam a rede e os computadores “paus-velhos”, e como anfíbios passaram a sair do mar e andar sob uma nova terra, do html, da programação, dos ftps e blábláblá. Esses carinhas fizeram essas descobertas quando eram jovens, mas 14 ou 15 anos se passaram e a especialização de mão-de-obra para web apareceu com cursos, faculdades, conteúdo on-line, apesar de ainda ser um problema.

Existe uma escassez de profissionais e cada empresa escolhe que rumo quer seguir: algumas resolvem investir e lapidar preciosidades do mercado abandonadas por conta de um currículo, outras resolvem ter uma postura mais predatória e outras se contentam com o que aparece.

Pensando num universo que conheço bem - o de promover a evolução do profissional depois que ele já está na empresa - refleti sobre o seguinte: Se pessoas mais velhas e de classes sociais absolutamente diferentes já estão acessando a web, será que não está na hora também de repensar o perfil de contratação em termos de idade, classe social e cultural das pessoas? Essa pergunta me veio na cabeça pela seguinte razão: sempre ouvi que era difícil ter uma primeira oportunidade, que as empresas não queriam gente sem experiência, que jovem demais não funcionava, etc. Apesar disso ainda ser uma realidade, e muita gente não estar tendo chance de entrar no mercado, acredito que um dos mercados que mais ajudou a aliviar isso foi o da “publicidade” e o da web, pois mão de obra jovem nesses mercados é sim valorizada, bastando ter talento e empenho. E passa a acontecer uma grande inversão nesse ponto, pois pessoas “mais velhas” que querem ingressar no mercado de produção para web são algumas vezes limadas por terem passado dos 35-40 anos. Sim, antes que me acusem de estar falando bobagem, excessões existem, mas basta observar e perceber que as pessoas “mais velhas” desse nosso mercado estão em cargos elevados (algumas vezes pulando direto e não conhecendo os pormenores do dia-a-dia de produção) ou em áreas mais focadas em negócios, administração, finanças e etc.

E aí que entra o que eu quero dizer: existe uma infinidade de entusiastas que construiram uma carreira em outras áreas e despertam para alguns encantamentos que a web trouxe (ok, existem muitos oportunistas também que acham que a web é um poço de dinheiro). É justo ter preconceito com esses currículos por causa da idade? Será que em breve não teremos uma inversão de valores com a subvalorização da experiência e a supervalorização da idade no nosso mercado? Será que a geração digital que nasceu imersa na web terá esse ponto de vantagem em relação aos profissionais que chegam depois? Será mesmo que em alguns anos tudo não vai parecer tão normal que esse papo de “Before Internet” e “After Internet” será irrelevante?

Não tenho a resposta para essas perguntas. Mas acho que ao ler um currículo, ao contrário do que faço hoje, assim como diplomas e títulos deixam (pra mim sempre foram) de ser relevantes devido à uma volatilidade imensa, idade será irrelevante quanto sotaque, cor, nacionalidade ou religião. Talvez deixemos de dar boas chances à grandes pessoas pelo seu ano de nascimento. Com o “envelhecimento” e matiuridade do mercado on-line, com a perda da percepção on-off, espero que todo esse questionamento desapareça em pouquíssimo tempo, e que todo tipo de documento seja queimado. Por mais que eu não tenha tido uma experiência positiva nas vezes que pensei assim, vale continuar tentando. Os anos passam para todos, bons ou maus profissionais.

12 May, 2010

Eu sabia como o dia começaria, mas não imaginei como ele acabaria.

Filed under: Diarinho — Tags: , — Ludmilla Rossi @ 12:28 am

Ontem foi um exemplo de dia imprevisível. Não que tenha sido extremamente imprevisível, mas comecei o dia planejando uma coisa e ele acabou completamente diferente. Pretendia ficar no escritório pensando e estudando uns projetos, acabei me envolvendo com uns assuntos operacionais e tinha que resolver umas buchas da faculdade.

O Gabriel me lembrou que tinha uma palestra sobre roteiro de games, e eu fiquei dividida entre fazer o planejado e sair do script. Acabei indo na tal palestra em São Paulo, mas antes fui resolver um plano pessoal muito legal (in fact, a realização de um sonho possível).


Pausa, meu gato precisa ser afofado AGORA!

Voltando, a palestra era sobre narrativa em games, assunto que está bastante em voga na Mkt Virtual (e que talvez seja a realização de outro sonho possível) e acabei gostando bastante. O tal do Matt Costelo é extremamente carismático e em palestras assim tenho que me concentrar para prestar atenção no conteúdo, e não no que torna o palestrante carismático. Foi bem interessante.

E o mais interessante é que por acaso, na palestra, encontrei o Marcelo Mandaji e sua esposa Luci Hidaka. Por acaso mesmo. O Marcelo trabalhou na Mkt Virtual em meados de 2002/2003 e é um dos nossos ícones de boa índole e caráter profissional e emocional. Depois da Mkt Virtual ele passou por vários tipos e portes de empresas, só que, conversando num Mc Donalds com ele após o evento é muito foda perceber que a sua essência ainda é a mesma.

Pra mim foi bem foda juntar diferentes gerações da Mkt Virtual em uma mesa engordurada do McDonalds. O Marcelo sempre falava que deveríamos ter um redator. E esse redator estava lá na mesa. Claro que, com uma empresa com 4 pessoas e com um caixa anêmico era quase um delírio pensar em contratar um cara para escrever. E alguns anos depois, isso foi possível. Outras mil conclusões acabei tirando (muito boas) que talvez não seja interessante colocar aqui.

Eu pelo menos não planejei aprender/perceber certas coisas ontem.

17 April, 2010

Romantismo X Realismo = Flash X HTML?

Filed under: arte, trabalho — Tags: , , , , — Ludmilla Rossi @ 1:23 am

“O romantismo era a apoteose do sentimento…”

Esta semana no e-mail coletivo da empresa, pintou uma discussão iniciada pelo Fábio (de uma forma bem interessante) sobre o alarme na comunidade Flash sobre Flash, HTML 5, etc, etc, etc. A briguinha entre definir “fazer em Flash’ ou “fazer em HTML” é sooooooo “two-thousand-seven” mas até hoje é comum ver comentários e dissertações sobre isso, além da natural dúvida dos clientes que atualmente estão menos firulentos (no bom sentido) e mais objetivos em seus projetos, e querem saber que caminho tomar.

A resposta é sempre a mais óbvia e simples possível: como toda a ferramenta e recursos, eles precisam ser equilibrados em uma medida certa. E qual é a medida certa? É aquela que é a intersecção entre as demandas do projeto X idéia X expectativa de resultados. E isso só a experiência do dia-a-dia de árduos projetos, entre sucessos e fracassos, ensinará.

Fazendo um paralelo com a história dos estilos artísticos da humanidade, vejo como a ruptura entre o romantismo e o realismo se expressa nos dias de hoje, nessa mesma reação extrema ao Flash ou ao HTML. Comparemos o romantismo com o nosso deslumbramento latino por tudo que é sensorial, idealizado. Segundo a Wikipedia, “o drama humano, amores trágicos, ideais utópicos e desejos de escapismo”. Vejo isso absolutamente refletido em uma etapa em que conseguíamos ver somente o Flash para solução de todos os problemas, com a filosofia de que quanto mais idealista, mais mágico e escapista fosse o projeto, mais ele funcionaria. E funcionou (de verdade), durante um bom tempo. Há uns bons anos atrás todos queriam as incríveis Flash Intros, cheias de palavras idealistas (Qualidade, excelência, liderança, tradição, inovação, tecnologia… e assim por diante), e nós, em atitudes românticas e idealistas também executávamos aqueles projetos acreditando que eles refletiam. Colocávamos muito sentimento e subjetivismo ali, era a idealização da realidade.

Como protesto ao romantismo, nas belas artes, veio o realismo, que “olha o futuro e tem fé na ciência e no progresso”, menos egocêntrico, subjetivo e idealizado. O realismo, como obviamente diz seu nome, descreve a realidade com uma linguagem clara, simples e natural.

renoirwomanwithaaat
A woman with a car, Renoir - Esse quadro acho q é impressionista,
não tem nada a ver com o que eu estou dizendo, hehehehe!

Essa frase define o que eu quero dizer: “A passagem do Romantismo para o Realismo, corresponde uma mudança do belo e ideal para o real e objetivo”. Nada define melhor o momento que estamos vivendo na web agora e em toda a sua amplitude de comunicação. Redes sociais, convergência, comunidades, profiles públicos e compartilhamento de conteúdo, tudo bem real e idealizado apenas quando o universo individual daquele usuário é romântico (Vou explicar: uma teenager que photoshopa sua foto tirando suas espinhas e parecendo ser bem mais bonita do que pessoalmente, isso é romântico… essa mesma teenager colocando sua foto sem retoque em cima de uma cama bagunçada com paredes desgastadas, isso é realismo…).

O realismo tem sua criação feita de reflexão e análise, puro reflexo de como estamos buscando pensar hoje. E ás vezes para concluir que o que funciona é o romantismo realista ou um realismo romântico.

Ao olhar duas obras de arte (uma realista, outra romântica) é possível dizer qual é a melhor? Definitivamente não. Mas dá para dizer qual é a melhor dentro de um determinado contexto? Sim. Seja esse contexto atrair visitantes para um museu, ou decorar a sala de um colecionador de arte megalomaníaco.

Hoje, após várias reflexões e algumas bateções de cabeça é importante pensar nisso, para encontrar um equilíbrio entre todo o sentimento que podemos oferecer, e toda a objetividade que o público espera, nunca deixando um protestar contra o outro, mas sim assimilando que ambos foram (e estão sendo) fundamentais para a humanidade escrever sua história na literatura, na escultura, na pintura e na comunicação.

E agora, eu começo a achar que o IPad é puro impressionismo…

15 April, 2010

Perguntas e respostas para trabalho acadêmico

Filed under: Diarinho — Tags: , , , — Ludmilla Rossi @ 10:34 pm

Semana passada fui convidada pela Renata, que faz MBA na Unimonte em Santos para responder algumas perguntas sobre a Mkt Virtual e sobre a minha pessoa. O professor Santiago citou a Mkt Virtual como um case da região do ponto de vista do empreendedorismo jovem.

Quando recebi as perguntas da Renata, fiquei com vontade de publicá-las no meu blog, porque de fato isso é um exercício mental, de perguntas que você sabe a resposta, mas na hora de verbalizar de forma concisa… fodeu. E eu respondi abaixo, com total transparência visto que é um trabalho acadêmico. Ou seja, se é pra ensinar algo ou alguém, que seja genuíno para mim mesma.

Quem é Ludmilla Rossi? Sua formação?
Sou uma designer hiper entusiasmada com a possibilidade de escrever e fazer a história de uma empresa. Minha formação é o auto-didatismo, tanto em design como em empreendedorismo. Academicamente fiz 1 ano de publicidade e propaganda, tranquei para abrir a Mkt Virtual (este ano voltei a fazer faculdade, por hobby e estou cursando design de interiores). Meus pais foram neutros e levemente relutantes quando eu disse que abriria uma empresa, mas acho que ambos contribuiram muito para eu me “formar” como empreendedora.

O que faz a Mkt Virtual?
Projetos de Internet, já fomos uma produtora de sites, hoje estamos na transição entre uma produtora e uma empresa de comunicação on-line. Desenvolvemos sites, serviços on-line, blogs e aplicativos multimídia em diversas tecnologias, além do desenvolvimento de estratégias de comunicação 100% focadas na web.

Como tudo surgiu? Qual foi a idéia inicial?
Em 1996 comecei a ‘brincar’ com a web. Um amigo me ensinou a criar sites bem simples, através de um editor de textos. Alguns meses depois descobri o Photoshop, e comecei a prospectar clientes através de lista telefônica. A partir de 98/99 virei freelancer, enquanto estava no terceiro colegial. Na sequência arranjei um emprego em uma loja de produtos fotográficos e me ofereci para fazer o site da loja. O dono me indicou para alguns amigos dele, e assim ganhei uma experiência maior. Saí deste emprego, entrei na faculdade e já engatei um estágio, onde cuidava dos sites desta empresa (na época, uma editora). E este meu ex-chefe que acabou viabilizando o fato de nascer uma empresa chamada Mkt Virtual. Eu sempre quis ter uma empresa, comentei isso com ele algumas vezes. Como forma de reter a minha mão-de-obra (obviamente na época eu não sabia disso) e unindo isso com uma visão de mercado, ele alocou uma sala pequena atrás da empresa dele. A idéia era que ele cuidasse do administrativo e comercial, e eu ficaria com a área de criação, e precisávamos de mais um sócio para cuidar da área de tecnologia. Sugeri do meu namorado entrar na sociedade por já termos feito alguns freelas juntos, e na época ele estava iniciando na área de programação. A idéia sempre foi ser uma agência web. No mesmo ano “compramos” a parte do chefe-sócio da empresa, que hoje continua sendo um grande amigo e incentivador.

O sonho virou realidade quando?
Em 2001 saímos da sala incubada do meu ex-chefe, e aí a empresa tomou forma (e se tornou formal).

Você se considera… gerente, chefe ou líder?
Um pouco dos três, dependendo do dia, do período do ano, da situação. Acho melhor fazer essa pergunta aos colaboradores da Mkt Virtual para ter uma resposta mais precisa. :)

E o futuro da MKT Virtual em 2 anos? Como vai ser?
Difícil fazer previsões em um mercado como o nosso. Hoje não fazemos nada igual ao que fazíamos quando abrimos a Mkt Virtual em 2001. Imagino a Mkt Virtual continuar sua curva de crescimento de forma muito sustentável, e iniciando alguns novos núcleos de negócios que não existem hoje. Há cinco anos atrás não se falava em mídias sociais, hoje somos muito requisitados para este tipo de trabalho. O que queremos ter daqui a 2 anos e ainda por tempo indeterminado são determinados valores que nasceram conosco.

Sonho de consumo (pessoal e profissional)?
Profissionalmente e pessoalmente é ter uma empresa que consiga viabilizar sonhos de todos os colaboradores (incluindo os meus) e implantar a “felicidade interna bruta” como um conceito global. Tudo isso tendo lucro, proporcionando um ambiente de trabalho humano e uma relação muito humana e amigável com clientes e fornecedores. Pessoalmente, nada megalomaníaco. Estabilidade, poder tirar férias e viajar, ter tempo para hobbies, tudo isso com plena satisfação no trabalho.

O fracasso ainda assusta?
Nunca assustou pra valer pelo fato de eu sempre estar cegamente apaixonada pelo meu negócio, mas o fracasso precisa estar sempre presente em micro-escalas para ensinar lições. Fracasso não é falência, quebra e perda. Para mim o fracasso vai desde a perda de uma concorrência, passar uma percepção errada para os funcionários, até uma brincadeira fora de hora. Quando você é empreendedor, você não tem um chefe que te ensina ou reprime por uma atitude errada. Geralmente este “chefe” é abstrato e ele se chama fracasso.

Se você fosse recomeçar, como faria?
Primeiro avaliaria o que deu errado. Depois provavelmente montaria um novo negócio, dentro da área de Internet, comunicação, artes mesmo.

Qual o seu lema atual? O que você leva como lição de vida?
Difícil definir o meu lema, mas essa frase me inspira e é uma lição:
“Existem homens que lutam um dia e são bons; existem outros que lutam um ano e são melhores; existem aqueles que lutam muitos anos e são muito bons. Porém, existem os que lutam toda a vida. Estes são os imprescindíveis.”
Bertolt Brechet

8 February, 2008

Whata?

Filed under: Uncategorized — Tags: , , — Ludmilla Rossi @ 1:29 am

Meu Deus, alguém me explica o que foi o dia hoje?
Eu não vi o dia passar… tudo ao mesmo tempo, com 5 minutos de almoço engolidos junto com e-mails.
Here we go…

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